Posts com a tag ‘resenha’


Resenha: As Sombras de Outubro

Ficha Técnica:

Nome: As Sombras de Outubro

Autor: Søren Sveistrup

Tradução: Natalie Gerhardt

Páginas: 416

Editora: Suma

 

É outubro e a neve de outono começa a cair em Copenhagen, deixando os dias mais curtos e as noites mais sombrias… e pelas ruas geladas e escuras, um psicopata aterroriza a cidade. Em uma manhã tempestuosa em um tranquilo bairro de Copenhagen, a polícia faz uma descoberta sinistra: o corpo de uma mulher brutalmente assassinada, com uma das mãos faltando. Sobre ela está pendurado um pequeno boneco feito de castanhas. O caso é entregue à ambiciosa detetive Naia Thulin e a seu novo parceiro, Mark Hess, um investigador introspectivo que acabou de ser expulso da Europol.

Logo se descobre uma evidência ligando o sr. Castanha a uma garota desaparecida há um ano: a filha da política Rosa Hartung. O homem que confessou tê-la sequestrado e assassinado está atrás das grades e o caso foi encerrado há tempos ― e qualquer insinuação contrária causa disputas e inimizades na corporação. No entanto, quando novas vítimas e novos bonecos aparecem, Thulin e Hess acham cada vez mais difícil ignorar a conexão entre o caso Hartung e o novo serial killer.

Mas que conexão seria essa? E como impedir o assassino de continuar sua caçada, se ele parece sempre um passo à frente da polícia?

As Sombras de Outubro traz o melhor do estilo thriller noir, acrescentando ao suspense clássico uma boa dose de energia. Sveistrup retrata seus personagens com sensibilidade e mostra como romances policiais podem fazer críticas contundentes às realidades sociais. (Fonte)

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Resenha: Nocturna

Ficha técnica:

Nome: Nocturna

Autor: Maya Motayne

Tradutor: Flávia Souto Maior

Editora: Seguinte

Páginas: 480

No primeiro volume de uma trilogia de fantasia inspirada na cultura latina, uma ladra capaz de mudar de aparência e um príncipe herdeiro se unem para proteger o reino de uma magia perversa.

Depois de se libertar da dominação dos inglésios, o reino de Castallan não esperava passar por mais nenhuma crise. Mas Dez, o herdeiro, foi assassinado, e agora nobres e plebeus precisam aceitar que o destino do reino está nas mãos do príncipe Alfie, que passou meses fugindo de suas obrigações enquanto bebia tequila em alto-mar.

De volta a Castallan, Alfie não consegue acreditar que seu irmão morreu e, tentando provar o contrário, se depara com Finn Voy. Graças a sua habilidade de assumir a aparência de qualquer pessoa, Finn está sempre usando um disfarce para se proteger dos traumas de seu passado e de qualquer um que se meter em seu caminho.

Quando os destinos de Alfie e Finn se cruzam, eles acidentalmente libertam uma magia poderosa e antiga que, se não for detida, vai mergulhar o mundo em escuridão. Com o futuro de Castallan em suas mãos, o príncipe e a ladra terão de aprisionar essa magia obscura a qualquer custo, mesmo que, no caminho, precisem confrontar seus segredos mais sombrios. Fonte

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Resenha: Através do Vazio

Ficha técnica:

Nome: Através do Vazio

Autor: S. K. Vaughn

Tradutor: Renato Marques

Páginas: 376

Editora: Suma

 

Em Através do Vazio, ficção científica e suspense se misturam, construindo uma trama complexa e emocionante que mantém o leitor envolvido até a última página.

É Natal de 2067. Os acordes de uma música natalina ecoam pelas ruínas de uma espaçonave que flutua pela escuridão. Lá dentro, May desperta lentamente ― a única sobrevivente de um acidente desastroso na primeira viagem tripulada a Europa, a lua de Júpiter. Sozinha no vazio do espaço, em uma nave caindo aos pedaços, May tenta desesperadamente reencontrar o caminho para a Terra. A única pessoa capaz de ajudá-la é Stephen Knox, um cientista brilhante da Nasa… e um homem que ela magoou profundamente antes de partir.

Enquanto ela batalha pela própria sobrevivência e sinais de sabotagem começam a vir à tona, a voz de Stephen parece ser a única coisa capaz de atravessar o vazio insondável do espaço e levá-la de volta para casa em segurança. (Fonte)

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Resenha: Máquinas como eu

Máquinas como EuFicha técnica:

Nome: Máquinas como eu

Autor: Ian McEwan

Tradutor: Jorio Dauster

Páginas: 328

Editora: Companhia das Letras

Londres, 1982. A Grã-Bretanha perdeu a Guerra das Malvinas. A primeira-ministra Margareth Thatcher tem seu poder desestabilizado ao ser desafiada pelo esquerdista Tony Benn. O matemático Alan Turing vive sua homossexualidade plenamente e suas contribuições para o avanço da tecnologia permitiram não só a disseminação da internet e dos smartphones como a criação dos primeiros humanos sintéticos, com aparência e inteligência altamente fidedignas. É nesse mundo que Charlie, Miranda e Adão — o robô que divide a vida com o casal — devem encontrar saída para seus sonhos e ambições, seus dramas morais e amorosos. O novo romance de Ian McEwan desafia nosso entendimento sobre humanos e não humanos e trata do perigo de criar coisas que estão além de nosso controle. Fonte

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Resenha: Um caminho para a liberdade

Nós fomos presenteados pelo livro do Intrínsecos, mas só agora conseguimos colocar a resenha no ar. Segue a capa que virá na livraria!

Um Caminho Para a LiberdadeFicha técnica:

Nome: Um caminho para a liberdade

Autor: Jojo Moyes

Tradutoras: Ana Rodrigues, Catharina Pinheiro, Julia Sobral Campos e Maria Carmelita Dias

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

Os sonhos de Alice Wright se transformam numa estranha realidade quando ela descobre que se casar e partir rumo aos Estados Unidos não significa exatamente o que imaginava. Não demora para a inglesa perceber que a liberdade que teria ao se afastar da família e ir morar com o marido se torna, na realidade, uma prisão – grande parte por conta de um sogro incapaz de perceber as mulheres como seres pensantes e autônomos. Um caminho para a liberdade tem como cenário o Kentucky rural pós-Depressão, mas o drama vivido por Alice e outras quatro mulheres, inconformadas com o lugar de submissão que lhes é imposto, é um problema dos dias de hoje.

Na história, a reação de Alice vem sob a forma de um projeto de biblioteca itinerante a cavalo, liderado por Margery, mulher abominável e rebelde do ponto de vista daqueles que defendem “a moral e os bons costumes”, mas que logo se mostra uma amiga fiel e inspiradora.

Ao levar entretenimento e informação aos lares mais remotos, Alice e suas companheiras logo entendem que quem mais se beneficia com esse esforço são elas mesmas. O preconceito, o racismo e o obscurantismo persistente se mostram frágeis quando confrontados com o poder do conhecimento. Mas como resistir à pressão daqueles que lutam pela manutenção dos velhos costumes e preferem permanecer nas sombras? É o que esse grupo de mulheres vai descobrir, em uma história por vezes romântica, por vezes engraçada, mas que também é a obra mais política de Jojo Moyes, como ela própria afirma em entrevista à revista intrínsecos. A mais recente obra de Moyes é, a um só tempo, tanto uma ode à literatura quanto uma viagem de autoconhecimento que emancipa aqueles que a escolhem. (Fonte)

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