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Resenha: O verão que mudou minha vida

Ficha técnica:

Nome: O verão que mudou minha vida

Autora: Jenny Han

Tradutora: Mariana Rimoli

Páginas: 240

Editora: Intrínseca

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A vida de Isabel Conklin é marcada pelas férias de verão. As outras estações do ano são como um intervalo, dias que passam lentamente enquanto ela espera que o sol lhe traga de volta o que mais ama: o mar, descanso, diversão e, principalmente, Conrad e Jeremiah Fisher.

Os garotos da família Fisher sempre estiveram ao lado de Belly em suas aventuras. Conrad é ousado, sombrio, inteligente. Já Jeremiah, é confiável, engraçado, espontâneo. Mesmo sendo tão diferentes, os três constroem uma amizade que parece inabalável. Apenas parece…

Tudo muda quando, em uma dessas férias, Conrad demonstra sentir algo por ela. O problema é que Jeremiah faz o mesmo. À medida que os anos passam, Belly sabe que precisará escolher entre os dois e encarar o inevitável: ela vai partir o coração de um deles.

Na trilogia Verão, acompanhamos Belly dos 15 aos 24 anos. Em meio a descobertas e mudanças, ela se apaixona, se envolve em um triângulo amoroso, entra na universidade e descobre que amadurecer também significa tomar decisões difíceis. Primeiros romances jovens de Jenny Han, os três livros são agora relançados pela Intrínseca, com novas capas e traduções inéditas.

Quando fiquei sabendo que a Íntrinseca relançou a trilogia “Verão” da Jenny Han, fiquei muito curiosa. Eu já li a triologia “Para todos os garotos que já amei” e apesar de algumas ressalvas, achei uma leitura bem interessante. Um autor pode sofrer muitas mudanças com o passar do tempo e por isso pedi o primeiro livro intitulado “O verão que mudou minha vida”. Aliás, o livro está no super no clima da nossa estação, já que calor é o que não falta (apesar de agora ter melhorado um pouco).

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Resenha: Depois da Queda

Ficha técnica:

Nome: Depois da Queda

Autor: Dennis Lehane

Tradutora: Sergio Flaksman

Páginas: 392

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse:

Um casamento tóxico. Uma rede de mentiras. Neste romance de suspense magistral, é difícil saber em quem podemos confiar.

Depois de ter um colapso mental ao vivo, durante uma transmissão de TV, Rachel Childs, antes uma jornalista obstinada e que desbravava o mundo, passa a viver totalmente reclusa. Fora isso, porém, ela leva uma vida ideal, com um marido que parece ideal. Até que, numa tarde chuvosa, um encontro fortuito abala profundamente aquela vida perfeita, assim como seu casamento e ela mesma. Sugada por uma conspiração cheia de decepções, violência e loucura, Rachel precisa encontrar forças nela mesma para superar medos inimagináveis e verdades transformadoras. Emocionante, sofisticado, romântico e cheio de suspense e tensões, Depois da Queda é Dennis Lehane em sua melhor forma.

Depois da Queda me interessou por sua sinopse e por se tratar de um thriller, porém, por algum motivo, eu sempre deixava a leitura para depois. Relia a sinopse, a orelha, e resolvia passar outros livros da pilha à frente. Acho que era meu subconsciente querendo me alertar. Repleto de personagens esquecíveis e desinteressantes, o livro possui uma trama com complicações desnecessárias e um suspense que falha ao empolgar. Continue lendo…




Resenha: Celular

Ficha técnica:

Nome: Celular

Autor: Stephen King

Tradutora: Fabiano Morais

Páginas: 384

Editora: Suma

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Sinopse:

Onde você estava no dia 1.º de outubro? O protagonista Clay Riddell estava em Boston, quando o inferno surgiu diante de seus olhos. Bastou um toque de celular para que tudo se transformasse em carnificina. Stephen King – que já nos assustou com gatos, cachorros, palhaços, vampiros, lobisomens, alienígenas e fantasmas, entre outros personagens malévolos – elegeu os zumbis como responsáveis pelo caos desta vez.

Depois de anos de tentativas frustradas, o artista gráfico Clay Riddell finalmente consegue vender um de seus livros de histórias em quadrinhos. Para comemorar, decide tomar um sorvete. Mas, antes de poder saboreá-lo, as pessoas ao seu redor, que por acaso falavam ao celular naquele momento, enlouquecem.

Fora de si, começam a atacar e matar quem passa pela frente. Carros e caminhões colidem e avançam pelas calçadas em alta velocidade, destruindo tudo. Aviões batem nos prédios. Ouvem-se tiros e explosões vindos de todas as partes.

Neste cenário de horror, Clay usa seu pesado portfolio para defender um homem prestes a ser abatido, Tom McCourt, e eles se tornam amigos. Juntos, eles resgatam Alice Maxwell, uma menina de 15 anos que sobreviveu a um ataque da própria mãe.

Os três sortudos – entre outros poucos que estavam sem celular naquele dia – tentam se proteger ao mesmo tempo em que buscam desesperadamente o filho de Clay. Assim, em ritmo alucinante, se desenrola esta história. O desafio é sobreviver num mundo virado às avessas. Será possível?

Celular era um livro do Stephen King que sempre tive curiosidade de ler, mesmo após ter visto o filme (que, na minha humilde opinião, é do tipo “não perca seu tempo”). Apesar disso, ainda via o livro com bons olhos, pois me parecia ser uma história de zumbis que subvertia os clichês do gênero, com toda a ideia dos celulares etc. Isso acontece? Sim. A ideia é bem legal e King consegue ir além, inserindo aspectos sobrenaturais que tornam a coisa toda bem diferente. Mas tem um “mas”, não é?

Sim, tem um “mas”.
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Resenha: Outsider

Ficha técnica:

Nome: Outsider

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 528

Editora: Suma

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Sinopse:

O corpo de um menino de onze anos é encontrado abandonado no parque de Flint City, brutalmente assassinado. Testemunhas e impressões digitais apontam o criminoso como uma das figuras mais conhecidas da cidade — Terry Maitland, treinador da Liga Infantil de beisebol, professor de inglês, casado e pai de duas filhas.

O detetive Ralph Anderson não hesita em ordenar uma prisão rápida e bastante pública, fazendo com que em pouco tempo toda a cidade saiba que o Treinador T é o principal suspeito do crime. Maitland tem um álibi, mas Anderson e o promotor público logo têm amostras de DNA para corroborar a acusação. O caso parece resolvido.

Mas conforme a investigação se desenrola, a história se transforma em uma montanha-russa, cheia de tensão e suspense. Terry Maitland parece ser uma boa pessoa, mas será que isso não passa de uma máscara? A aterrorizante resposta é o que faz desta uma das histórias mais perturbadoras de Stephen King.

Fiquei muito curiosa quando vi o lançamento de Outsider. Ele é mais uma das obras policiais de Stephen King, a exemplo da Trilogia Bill Hodges (resenhas aqui, aqui e aqui) – e, aliás, com grandes referências a esses livros (o que não é nenhum spoiler, afinal a própria Editora Suma faz propaganda disso, e devo dizer que animei mais quando soube!). Porém, aqui temos um novo detetive, Ralph Anderson, e um crime impossível: um assassino brutal que aparentemente estava em dois lugares ao mesmo tempo.

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Resenha: O método Bullet Journal

Ficha técnica:

Nome: O método Bullet Journal

Autor: Ryder Carroll

Tradutora: Flavia Souto Maior

Páginas: 328

Editora: Fontanar

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Sinopse: O aguardado primeiro livro oficial do famoso método Bullet Journal®.
O método Bullet Journal é muito mais do que uma forma de organizar tarefas através de anotações. É uma maneira de diminuir a ansiedade e “viver de forma intencional”. Ao remover as distrações e focar seu tempo e energia nas atividades que realmente trazem resultado, você vai transformar sua vida profissional e pessoal.
Aprenda neste livro a:
– Registrar o passado;
– Organizar o presente;
– Planejar o futuro.
Um guia certeiro para quem quer tomar as rédeas da própria vida e comemorar um aumento na produtividade.

Eu sempre fui aquele tipo de pessoa que comprava uma agenda no início do ano e prometia “vou usá-la até o fim”. Chegava em fevereiro ou março e ela já estava jogada em um canto. Até que mais ou menos um ano e meio atrás eu conheci o método Bullet Journal através… Boa pergunta, como que eu fiquei sabendo? Não me lembro exatamente. Deve ter sido em algum instagram de papelaria (sim, eu sou uma das loucas da papelaria assumida). É claro que assim como 99% das pessoas eu levei um choque: existem pessoas incrivelmente talentosas que fazem artes LINDAS nos seus BuJos (apelido carinhoso de Bullet Journal e eu o chamarei assim daqui para frente). Eu tenho talento zero para isso mas, procurando mais a fundo sobre as raízes da técnica eu descobri que na verdade toda essa decoração não era necessária – basta um caderno e uma caneta. O resultado? Ao contrário das agendas convencionais, estou usando o BuJo para me organizar até hoje e já estou até começando a organizar o meu para o ano que vem. Se eu tivesse o livro “O método Bullet Journal” que é exatamente escrito pelo idealizador da técnica, o Ryder Carroll, teria sido muito mais fácil começar com o meu BuJo. É muito complexo tentar definir o sistema com poucas palavras (nem o próprio autor faz isso) mas ele é basicamente uma forma de organização através de anotações. Porém, mais do que isso: em poucas palavras você consegue registrar o passado, organizar o presente e planejar o futuro. Aqui nós temos o exemplo de um registro diário:

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