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Resenha: Mulheres na Luta

Ficha técnica:

Título: Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade

Autoras: Marta Breen e Jenny Jordahl

Posfácio “Brasileiras na Luta”: Bárbara Castro

Tradutora: Kristin Lie Garrubo

Páginas: 128

Editora: Seguinte

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Sinopse: “Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando; depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres — pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras —, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito — e tudo o que ainda precisamos conquistar.”

Quando vi a edição de Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade na livraria, é claro que o título e o tema me chamaram atenção, mas preciso ser franca: foi o capricho que me fez querer pedir essa HQ para nossa parceira, a Editora Seguinte. A edição capa dura é cheirosa (muito!), com ilustrações lindíssimas e miolo todo colorido. Se vale a pena? E muito! Cada página é um aprendizado sobre as mulheres que construíram nossa história (e muitas vezes foram sumariamente apagadas dela) e, além disso, é uma obra para se ter na estante e abraçar (e cheirar!).

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Resenha – The Chase: A busca de Summer e Fitz

Ficha técnica:

Nome: The Chase: A busca de Summer e Fitz

Autora: Elle Kennedy

Tradutora: Juliana Romeiro

Páginas: 320

Editora: Paralela

“Todo mundo diz que os opostos se atraem. E deve ser verdade, porque não tem nada que explique minha atração por Colin Fitzgerald. Ele não faz meu tipo e, o pior de tudo, me acha superficial. Essa visão distorcida que ele tem de mim é o primeiro ponto contra. Também não ajuda que ele seja amigo do meu irmão.

E que o cara que mora com ele tenha uma queda por mim.

E que eu tenha acabado de me mudar para a casa deles.

Mas isso não importa. Estou ocupada o bastante com uma faculdade nova, um professor que não larga do meu pé e um futuro incerto. Além do mais, Fitz deixou bem claro que não quer nada comigo, embora tenhamos uma química de dar inveja a qualquer casal. Nunca fui de correr atrás de homem, e não vou começar agora. Então, se o meu roommate gato finalmente acordar e perceber o que está perdendo…

Ele sabe onde me encontrar.”

Eu escolhi ler esse livro primeiro porque eu já tinha lido outro livro desse universo (ele é um spin-off da série “Amores Improváveis”) e segundo porque um casal que já tem um histórico tendo que morar junto? Esse definitivamente está na minha lista de clichés favoritos!

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Resenha: Querido Evan Hansen

Ficha técnica:

Título: Querido Evan Hansen

Autor: Val Emmich, Steven Levenson e Benj Pasek

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 336

Editora: Seguinte

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Sinopse:

Dos criadores do premiado musical da Broadway Dear Evan Hansen, esta é uma história emocionante sobre solidão, luto, saúde mental e amizades inesperadas.

Evan Hansen sempre teve muita dificuldade de fazer amigos. Para mudar isso, decide seguir as recomendações de seu psicólogo e escrever cartas encorajadoras para si mesmo, com esperança de que seu último ano na escola seja um pouco melhor. O que não esperava era que uma das cartas fosse parar nas mãos de Connor Murphy, o aluno mais encrenqueiro da turma.
Quando Connor comete suicídio e sua família encontra a carta de Evan, todos começam a pensar que os dois eram melhores amigos. Sem conseguir explicar a situação, Evan acaba refém de uma grande mentira. Ao mesmo tempo, graças a essa (falsa) amizade, o garoto finalmente se aproxima de Zoe, a menina de seus sonhos, e passa a ser notado no colégio. No fundo, Evan sabe que não está fazendo a coisa certa, mas se está ajudando a família de Connor a superar a perda, que mal pode ter?
Evan agora tem um propósito de vida. Até que a verdade ameaça vir à tona, e ele precisa enfrentar seu maior inimigo: ele mesmo.”

Adoro um YA, e entre tantas leituras sombrias que eu faço, é sempre bom fazer uma pausa e ler algo mais leve. Mas Querido Evan Hansen passa longe disso; é um livro denso e triste, narrado por um personagem deprimido e com baixíssima autoestima. É um ótimo livro, mas também é um para se ler com cuidado porque sim, há gatilhos.

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Resenha: A Metade Sombria

Ficha técnica:

Título: A Metade Sombria

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 464

Editora: Suma

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Sinopse:

“Criar George Stark foi fácil. Se livrar dele, nem tanto.
Há anos, Thad Beaumont vem escrevendo, sob o pseudônimo George Stark, thrillers violentos que pagam as contas da família, mas não são considerados “livros sérios” pelo escritor. Quando um jornalista ameaça expor o segredo, Thad decide abrir o jogo primeiro, e dá um fim público ao pseudônimo.
Beaumont volta a escrever sob o próprio nome, e seu alter ego ameaçador está definitivamente enterrado. Tudo vai bem. Até que uma série de assassinatos tem início, e todas as pistas apontam para Thad. Ele gostaria de poder dizer que é inocente, que não participou dos atos monstruosos acontecendo ao seu redor. Mas a verdade é que George Stark não ficou feliz de ser dispensado tão facilmente, e está de volta para perseguir os responsáveis por sua morte.”

Mais um relançamento de um clássico do mestre Stephen King na coleção capa dura da Biblioteca Stephen King da Suma. Essa coleção é tão linda e caprichada que dá vontade de abraçar os livros, e essa foi minha edição preferida: a capa roxa, os pássaros voando nas páginas, enfim, todo o projeto gráfico ficou incrível. E, além disso, o original ganhou nova tradução da competentíssima Regiane Winarski.

Mas e a história? Vale a pena?

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Resenha: Nove Desconhecidos

Ficha Técnica:

Título: Nove Desconhecidos

Autora: Liane Moriarty

Tradutora: Julia Sobral Campos

Páginas: 464

Editora: Intrínseca

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São nove estranhos, dez dias e um sem-número de surpresas. Cada qual por uma razão, eles compram um pacote de estadia no spa Tranquillum House, um balneário remoto ao norte de Sidney, na Austrália, a fim de se desintoxicar da própria vida – curar um luto, perder peso, lidar com a crise no casamento. Em comum, todos querem um pouco de paz, e o programa intitulado ”retiro exclusivo de dez dias para transformação total da mente e corpo” parece ideal. A aposta em meditação, ioga, terapias alternativas e alimentação saudável, sem álcool ou droga, naturalmente, tem tudo para ser uma escolha acertada.Quem nos conta isso é uma das internas, Frances Welty, uma escritora de meia-idade de best-sellers românticos apegada a aforismo literários que só quer esquecer o golpe que sofreu em seu ultimo relacionamento.” Vocês não vão ser mais as pessoas que são agora” é uma das promessas do spa. No inicio, a reação de todos é muito parecida: os nove então desconhecidos respondem de forma exultante aos tratamentos – inclusive a família Marconi, que passa no spa o aniversario de uma data marcante na vida dos três, o pai Napoleon, a mãe, Heather, e a filha, Zoe.
e Carmel Schneider, 39 anos, desiludida e recém-divorciada. E Tony Hogburn, 56 anos, viciado em remédios para emagrecer. E Ben e Jessica Chandler, que chegam para solucionar uma crise no casamento. Todos reagem de forma eufórica aos primeiros estímulos. Mas só depois vão descobrir por que. E tudo o que parecia tão certo, de repente, torna-se a causa de angustias infinitas e laços inesperados: o excesso de regras do espaço, o controle absoluto dos internos, o clima de mistério…Com sarcasmo, ironia e humor mais acido do que limonada sem açúcar, a autora questiona as promessas de transformação que se tornaram um produto dos novos tempos e a sobessa com a qual algumas pessoas parecem se agarrar a elas, provocando ainda reflexões originais sobre luto, o trauma e a recuperação. (Fonte)

Essa é uma resenha em dupla! As opiniões da Drika estão na cor padrão cinza, enquanto as da Karen aparecerão em azul. A Drika leu a edição especial capa dura do livro, cedida pela parceira Intrínseca, na caixa Intrínsecos, enquanto a Karen leu a edição comum presente nas livrarias, também cedida em parceria pela editora.

Não é de hoje que Liane Moriarty é uma das minhas autoras favoritas; desde que li O Segredo do Meu Marido (resenha aqui), o primeiríssimo dela que caiu no meu colo, adorei seu estilo de escrita e a maneira como desenvolve seus personagens de maneira tão íntima. Mas não sou a única aqui no blog que a autora conquistou; passeando pelas resenhas da Liane por aqui vocês encontram resenhas de todos os livros da escritora publicados no Brasil, nas vozes da Ale Gilos, minha e agora também da Drika. Essa é uma escritora fácil de amar, assim como seus personagens, e seu mais novo lançamento é um exemplo claro disso.

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