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Resenha: Mapa dos Dias

Ficha técnica:

Nome: Mapa dos Dias

Autor: Ransom Riggs

Tradutor: Giu Alonso e Ulisses Teixeira

Páginas: 448

Editora: Intrínseca

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Sinopse: 

Mapa dos Dias é a aguardada continuação de uma das séries de maior sucesso dos últimos anos. Para os leitores que estavam com saudades do universo mágico criado por Ransom Riggs, esta sequência vai além do prometido e descortina um cenário ainda mais rico, com novas criaturas, mistérios que envolvem todo o mundo peculiar e uma infinidade de aventuras a serem exploradas. Fascinante e imperdível para os amantes da série e para os novos fãs que certamente virão.

Jacob voltou para sua casa nos Estados Unidos após vencer os etéreos no Recanto do Demônio, mas ainda não sabe como conciliar a vida normal e tudo o que viveu. Agora que Emma, a srta. Peregrine e seus outros amigos vivem com ele no presente, em sua casa na Flórida, vamos acompanhá-los no processo de reconstrução do mundo peculiar.

Mas essa ideia cai para segundo plano quando eles descobrem um bunker subterrâneo na casa onde seu avô morou. A partir daí, surgem pistas de uma organização secreta que caçava etéreos e ajudava peculiares por todos os Estados Unidos, e isso os inspira a sair em uma missão tão perigosa quanto significativa por esse território desconhecido. Um mundo novo, sem regras nem ymbrynes; um país em que clãs vivem em conflito e em que cada fenda temporal esconde criaturas nunca antes vistas.

A série de Ransom Riggs é sucesso absoluto no Brasil e no mundo, tendo conquistado milhões de leitores graças a uma encantadora combinação de mistério, romance, aventura, viagem no tempo e à sombria seleção de fotografias antigas, da coleção pessoal do autor – desta vez, muitas delas coloridas.

Estranhei quando vi o lançamento de Mapa dos Dias. Ao finalizar a leitura de Biblioteca de Almas (resenha aqui), o terceiro volume da série O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, acreditava que a história estava finalizada. O que mais haveria para contar? Bem, até que Ransom Riggs conseguiu extrair alguma coisa neste quarto volume, mas será que foi o suficiente?

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Resenha: Extraordinárias – Mulheres que revolucionaram o Brasil

Ficha técnica:

Nome: Extraordinárias – Mulheres que revolucionaram o Brasil

Autoras: Duda Porto de Souza e Aryane Cararo

Páginas: 208

Editora: Seguinte

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Sinopse:

Dandara foi uma guerreira negra fundamental para o Quilombo dos Palmares. Bertha Lutz foi a maior representante do movimento sufragista no Brasil. Maria da Penha ficou paraplégica e por pouco não perdeu a vida, mas sua luta resultou na principal lei contra a violência doméstica do país. Essas e muitas outras brasileiras impactaram a nossa história e, indiretamente, a nossa vida, mas raramente aparecem nos livros. Este volume, resultado de uma extensa pesquisa, chega para trazer o reconhecimento que elas merecem. Aqui, você vai encontrar perfis de revolucionárias de etnias e regiões variadas, que viveram desde o século XVI até a atualidade, e conhecer os retratos de cada uma delas, feitos por artistas brasileiras. O que todas essas mulheres têm em comum? A força extraordinária para lutar por seus ideais e transformar o Brasil.

Extraordinárias – Mulheres que revolucionaram o Brasil é mais que um livro: é uma joia. Nele, estão reunidas várias histórias de vida de mulheres que tiveram a ousadia de serem extraordinárias em suas áreas neste país difícil que é o Brasil (e que era ainda mais difícil para várias delas). Cada página é um aprendizado novo – e um orgulho por ser conterrânea dessas mulheres.

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Resenha: A Pequena Caixa de Gwendy

Ficha técnica:

Nome: A Pequena Caixa de Gwendy

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 168

Editora: Suma

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Sinopse:

A pequena cidade de Castle Rock testemunhou alguns eventos estranhos ao longo dos anos, mas existe uma história que nunca foi contada… até agora.

Viaje de volta a Castle Rock nesta história eletrizante de Stephen King, o mestre do terror, e Richard Chizmar, autor premiado de A Long December. O universo misterioso e assustador dessa pacata cidadezinha do Maine já foi cenário de outros clássicos de King, como Cujo e A zona morta, e deu origem à série de TV da Hulu.

Há três caminhos para subir até Castle View a partir da cidade de Castle Rock: pela rodovia 117, pela Estrada Pleasant e pela Escada Suicida. Em todos os dias do verão de 1974, Gwendy Peterson, de doze anos, vai pela escada, que fica presa por parafusos de ferro fortes (ainda que enferrujados pelo tempo) e sobe em ziguezague pela encosta do penhasco.

Certo dia, um estranho a chama do alto: “Ei, garota. Vem aqui um pouco. A gente precisa conversar, você e eu”. Em um banco na sombra, perto do caminho de cascalho que leva da escada até o Parque Recreativo de Castle View, há um homem de calça jeans preta, casaco preto e uma camisa branca desabotoada no alto. Na cabeça tem um chapeuzinho preto arrumado.

Vai chegar um dia em que Gwendy terá pesadelos com isso.

A Pequena Caixa de Gwendy não é um livro como os outros do Stephen King. Falo isso como algo positivo, pois isso significa que o autor ainda é capaz de surpreender e de se reinventar, mesmo após tantos anos de estrada. Bem, para começar, nem é um livro só dele, mas em parceria com o autor Richard Chizmar (A Long December). E outra coisa bem diferente: é um livro curto, curtíssimo, para ler em uma sentada.

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Resenha: A Incendiária

Ficha técnica:

Nome: A Incendiária

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 448

Editora: Suma

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Sinopse: Uma criança com o poder mais extraordinário e incontrolável de todos os tempos. Um poder capaz de destruir o mundo. Após anos esgotado no Brasil, A Incendiária volta às livrarias como parte da Biblioteca Stephen King, coleção de clássicos do mestre do terror em edição especial com capa dura e conteúdo extra. No livro, Andy e Vicky eram apenas universitários precisando de uma grana extra quando se voluntariaram para um experimento científico comandado por uma organização governamental clandestina conhecida como “a Oficina”. As consequências foram o surgimento de estranhos poderes psíquicos — que tomaram efeitos ainda mais perigosos quando os dois se apaixonaram e tiveram uma filha. Desde pequena, Charlie demonstra ter herdado um poder absoluto e incontrolável. Pirocinética, a garota é capaz de criar fogo com a mente. Agora o governo está à caça da garotinha, tentando capturála e utilizar seu poder como arma militar. Impotentes e cada vez mais acuados, pai e filha percorrem o país em uma fuga desesperada, e percebem que o poder de Charlie pode ser sua única chance de escapar.

A Incendiária é uma obra originalmente lançada em 1980 nos Estados Unidos do mestre Stephen King. Foi lançada aqui no Brasil anos depois, em uma edição que hoje se encontra esgotada; em 2018, porém, a Suma decidiu relançar o livro na Coleção Biblioteca Stephen King, com uma nova tradução, em uma edição capa dura lindíssima com detalhes em relevo e ilustrações nas primeiras páginas de cada capítulo, bem como um posfácio a mais no final da obra. É daquelas edições para se admirar e ter na estante, de verdade. E foi com esta nova edição que fiz minha primeira leitura desta obra clássica do mestre.

O poder ainda estava crescendo.




Resenha: Deuses Caídos

Ficha técnica:

Nome: Deuses Caídos

Autor: Gabriel Tennyson

Páginas: 300

Editora: Suma

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Sinopse: Um serial killer com poderes paranormais está assassinando evangelistas famosos — e os vídeos de cada um deles sendo torturados ganham cada vez mais público na internet. O assassino se proclama o novo messias, e os pecadores devem temer sua justiça. O que a Sociedade de São Tomé teme, no entanto, é que ele acabe com o trabalho de séculos de manter o sobrenatural bem afastado da consciência da população, embora seres mágicos povoem o submundo da cidade.

Para garantir que o assassino seja capturado e o máximo de discrição mantida, a Sociedade convoca Judas Cipriano — um padre indisciplinado, descendente de são Cipriano e herdeiro de alguns poderes celestiais. Veterano nesse tipo de caso, o padre é enviado para trabalhar como consultor da Polícia Civil e fica responsável por apresentar à jovem inspetora Júlia Abdemi o lado místico da cidade.

Para resolver o caso — e sobreviver —, os dois precisarão de toda ajuda que puderem encontrar… O que inclui se unir a uma súcubo imortal, um dragão chinês traficante de armas mágicas e um gárgula que é a síntese da sociedade carioca.

Comecei a ler Deuses Caídos com muita expectativa. Publicado pela Suma, que tradicionalmente é uma das editoras mais dedicadas ao terror no Brasil, Gabriel Tennyson foi apresentado como “uma voz nova e original do terror nacional”, nas palavras de Raphael Montes (resenhas aqui). Além disso, eu já tinha lido alguns contos independentes do autor, quando ele ainda assinava como Gabriel Réquiem, dos quais gostei bastante. Em Deuses Caídos, o autor traz uma investigação criminal em um imaginário brasileiro, com todos os seres que você possa imaginar, e muito gore.

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