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Resenha: Relatos de um gato viajante

Ficha técnica:

Título: Relatos de um gato viajante

Autor: Hiro Arikawa

Páginas: 225

Editora: Alfaguara

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Sinopse: “O gato Nana está viajando pelo Japão. Ele não sabe muito bem para onde está indo ou por que, mas ele está sentado no banco da van prata de Satoru, seu dono. Lado a lado, eles cruzam o país para visitar velhos amigos. O fazendeiro durão que acreditaque gatos só servem para caçar ratos, o simpático casal dono de uma pousada que aceita animais, e o marido abandonado pela esposa que ama animais. Mas qual é o motivo dessa viagem? E por que todos estão tão interessados em Nana e Satoru? Ninguém sabe muito bem o que está acontecendo e Satoru não diz nada, mas quando Nana descobrir o motivo da viagem, seu pequeno coração passará por uma das mais difíceis provas de suas sete vidas. Narrado em vozes alternadas, esse romance emocionante e divertido nos mostra um jovem de grande coração e um narrador-gato muito esperto, numa amizade que desafia as fronteiras de um país e da própria vida.”

Em junho de 2019, realizei um desejo antigo: visitar o Japão. Parecia uma ideia distante, quase um sonho impossível de realizar, mas com muito planejamento, consegui passar vinte dias em Tóquio e até dei uma passadinha pelos arredores. Durante a longa, longa viagem de avião até lá, assisti a um filme lindo que ainda não conhecia (e derramei muitas lágrimas – ainda bem que as luzes estavam apagadas!). A obra se chamava Tabineko ripôto, em japonês, e As aventuras do gato viajante (em tradução livre).

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Resenha: Serpentário

Ficha técnica:

Nome: Serpentário

Autor: Felipe Castilho

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

“Todo ano, Caroline, Mariana e Hélio costumavam deixar a capital paulista para encontrar Paulo, um jovem habituado à simples vida caiçara. No entanto, a amizade construída nas areias do litoral sofreu abalos sísmicos no Réveillon de 1999, quando algo tão inquietante quanto o bug do milênio abriu caminho para uma misteriosa ilha que despontava no horizonte, e explorá-la talvez não tenha sido a melhor decisão.

Sobreviver à Ilha das Cobras tem um preço. O arquipélago é um ambiente hostil, tomado por víboras, e esconde segredos tão perturbadores quanto seus habitantes. Mais do que um equívoco darwiniano ou uma lenda popular, a ilha praticamente destruiu a vida deles. Entre memórias e fatos fragmentados, o que aconteceu naquela fatídica noite se tornou um mistério. Mas de algumas coisas eles se lembram perfeitamente: uma enorme e ameaçadora serpente, além de uma pessoa sendo entregue ao ninho da víbora, um sacrifício sem chance de recusa.

Anos depois, Caroline é confrontada com um de seus piores pesadelos: a pessoa que eles abandonaram está viva. Um fantasma do passado que surge para fazer suas certezas caírem por terra. Então, ela decide reunir os amigos para entender o que aconteceu. E talvez o encontro seja parte de algo maior… e maligno. Em Serpentário, Felipe Castilho mostra todo o seu talento ao mesclar referências do folclore e da mitologia a elementos da cultura pop, da ficção científica e do horror.”

Há quem diga por aí que brasileiro não gosta de fantasia (e terror, e ficção científica). Bobagem! Se fosse assim, não teria tanto livro de Stephen King traduzido por aqui (e isso não é de agora, já faz MUITOS anos), tanta gente comentando fervorosamente o último episódio de Game of Thrones e tanto fã de Harry Potter fazendo fila em livraria e cinema. E, claro, se a gente se encanta com universos fantásticos, obviamente escritores cheios de criatividade e uma deliciosa malignidade em seus coraçõezinhos sombrios estão prontos para nos presentear com obras de alta qualidade. E é aí que entra um dos lançamentos deste ano (e já se pode dizer, um sucesso) da nossa parceira, a Intrínseca: a obra de terror Serpentáriode Felipe Castilho, autor de Ordem Vermelha.

Imaginem algo sinistro em uma ilha no litoral de São Paulo; uma ilha que, curiosamente, se chama Ilha das Cobras (ps.: ela é real). Agora, misturem quatro personagens com histórias complicadas que se interligam desde a adolescência, cada um complementando o outro com sua personalidade marcante e tão real que a gente quase acha que já conhece o cidadão. E agora joga aí nesse caldeirão influências que vão desde Stephen King até Lovecraft e Chambers? Voilá! Temos essa maravilhosidade que você PRECISA ler.

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Resenha: Uma Mulher no Escuro

Ficha técnica:

Título: A Mulher no Escuro

Autor: Raphael Montes

Páginas: 256

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse:Um crime brutal cometido há vinte anos, uma única sobrevivente, o retorno calculado do assassino. Em quem Victoria deve confiar? Neste thriller psicológico, Raphael Montes une romance e suspense em uma narrativa intrincada e sedutora.

Victoria Bravo tinha quatro anos quando um homem invadiu sua casa e matou sua família a facadas, pichando seus rostos com tinta preta. Única sobrevivente, ela agora é uma jovem solitária e tímida, com pesadelos frequentes e sérias dificuldades para se relacionar. Seu refúgio é ficar em casa e observar a vida alheia pelas janelas do apartamento onde mora, na Lapa, Rio de Janeiro.

Mas o passado bate à sua porta, e ela não sabe mais em quem pode confiar. Obrigada a enfrentar sua própria tragédia, Victoria embarca em uma jornada de amadurecimento e descoberta que a levará a zonas obscuras, mas também revelará as possibilidades do amor. Um psiquiatra, um amigo feito pela internet e um possível namorado — qual dos três homens está usando tudo o que sabe para aterrorizar a vida de Vic? E o que afinal ele quer com ela?

Na literatura nacional, Raphael Montes é unanimidade quando se trata de livros de suspense. Uma mulher no escuro traz sua primeira protagonista feminina e confirma o autor como um dos mais originais da atualidade — além de deixar o leitor intrigado do começo ao fim.”

Raphael Montes já se tornou um ícone do terror e do suspense no mercado nacional – e inclusive já tem algumas de suas obras publicadas internacionalmente. Como sou aficcionada pelo gênero, após ler A Mulher no Escuro, já posso dizer que li todas as obras dele já publicadas. Alguns de seus livros, como Suicidas e O Jantar Secreto, são simplesmente excepcionais, enquanto outras são boas leituras, como Dias Perfeitos e, agora, A Mulher no Escuro. Dessa vez, o autor traz sua primeira protagonista feminina em uma história sufocante, com muito suspense, reviravoltas e um toque de investigação.

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Resenha: Mulheres na Luta

Ficha técnica:

Título: Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade

Autoras: Marta Breen e Jenny Jordahl

Posfácio “Brasileiras na Luta”: Bárbara Castro

Tradutora: Kristin Lie Garrubo

Páginas: 128

Editora: Seguinte

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Sinopse: “Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando; depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres — pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras —, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito — e tudo o que ainda precisamos conquistar.”

Quando vi a edição de Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade na livraria, é claro que o título e o tema me chamaram atenção, mas preciso ser franca: foi o capricho que me fez querer pedir essa HQ para nossa parceira, a Editora Seguinte. A edição capa dura é cheirosa (muito!), com ilustrações lindíssimas e miolo todo colorido. Se vale a pena? E muito! Cada página é um aprendizado sobre as mulheres que construíram nossa história (e muitas vezes foram sumariamente apagadas dela) e, além disso, é uma obra para se ter na estante e abraçar (e cheirar!).

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Resenha – The Chase: A busca de Summer e Fitz

Ficha técnica:

Nome: The Chase: A busca de Summer e Fitz

Autora: Elle Kennedy

Tradutora: Juliana Romeiro

Páginas: 320

Editora: Paralela

“Todo mundo diz que os opostos se atraem. E deve ser verdade, porque não tem nada que explique minha atração por Colin Fitzgerald. Ele não faz meu tipo e, o pior de tudo, me acha superficial. Essa visão distorcida que ele tem de mim é o primeiro ponto contra. Também não ajuda que ele seja amigo do meu irmão.

E que o cara que mora com ele tenha uma queda por mim.

E que eu tenha acabado de me mudar para a casa deles.

Mas isso não importa. Estou ocupada o bastante com uma faculdade nova, um professor que não larga do meu pé e um futuro incerto. Além do mais, Fitz deixou bem claro que não quer nada comigo, embora tenhamos uma química de dar inveja a qualquer casal. Nunca fui de correr atrás de homem, e não vou começar agora. Então, se o meu roommate gato finalmente acordar e perceber o que está perdendo…

Ele sabe onde me encontrar.”

Eu escolhi ler esse livro primeiro porque eu já tinha lido outro livro desse universo (ele é um spin-off da série “Amores Improváveis”) e segundo porque um casal que já tem um histórico tendo que morar junto? Esse definitivamente está na minha lista de clichés favoritos!

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