Posts com a tag ‘Romance’


Resenha: Princesa Adormecida

Princesa adormecida“Era uma vez uma princesa… Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas essa princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida. Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim…”

Quando a Record divulgou que a Paula Pimenta lançaria uma coleção de livros com adaptações de contos de fadas para os dias atuais, eu fiquei muito animada. O conto dela em O Livro das Princesas foi o que eu mais gostei e foi ele que tornou o livro mais do que especial. Quando eu li que o primeiro livro a ser lançado seria sobre A Bela Adormecida… Quase saí pulando de felicidade! Esse foi um dos desenhos animados que eu mais assistia quando era criança porque eu tinha o VHS (acho que acabei de denunciar a minha idade). Até hoje eu ainda sei falas e músicas decoradas! Mas, infelizmente, Princesa Adormecida não alcançou as minhas expectativas…

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Divulgação: Chamada para a antologia Piratas da Editora Cata-vento

Pirate_attack_by_pbario

Temos escritores por aqui? =)

Se sim, esse post é dedicado a vocês: escritores de primeira (ou segunda ou terceira!) viagem que desejam publicar seus trabalhos em uma editora. A Editora Cata-vento, que publicou recentemente meu romance Alameda dos Pesadelos, acabou de abrir submissão para a antologia Piratas. Sou eu mesma (a Cuca/Karen Alvares) que estou organizando e os escritores escolhidos se juntarão a mim em uma antologia. Já disse para vocês o quanto eu adoraria ler e escrever sobre piratas, certo? Então juntem-se a mim nessa viagem (ou caminhem na prancha)!

Lembrando que não é preciso pagar para participar desse livro. Os escritores selecionados não precisarão pagar nenhum valor, nem adquirir exemplares da antologia. Os autores receberão uma porcentagem sobre o preço de capa do livro nas vendas quando o valor ultrapassar R$ 50,00.

Sem mais delongas, vamos à chamada! E, se preferirem, acessem o link oficial da chamada no blog da Editora Cata-vento.

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Resenha: O Irresistível Café de Cupcakes

café de cupcakes“Ellen é uma advogada de Manhattan e seu noivo está prestes a se tornar um importante político. Tudo em sua vida parece estar perfeito e no caminho certo. Até que ela decide realizar o último desejo de sua avó e entregar em mãos uma carta. Para isso, ela precisa ir para Beacon, uma charmosa cidadezinha do interior. Entre cupcakes de blueberry e deliciosas rosquinhas, Ellen desvenda os mistérios da vida de sua avó. Aos poucos, ela descobre os simples prazeres da vida e que “perfeito” nem sempre é o que parece.” [Fonte]

Vocês algumas vezes devem se perguntar: “Quais são os critérios que elas utilizam para escolher um livro das parcerias?”. Bom, além é claro das séries não finalizadas e dos autores que eu leria até bula de remédio, eu não consigo resistir a um chick-lit. Mesmo quado eu entro no Skoob e no Goodreads e a avaliação não está tão boa assim, na maioria das vezes eu ignoro essas informações. E foi assim com O Irresistível Café de Cupcakes. Algumas pessoas adoraram… Outras nem tanto. Mas a sinopse me chamou muita atenção e por isso resolvi arriscar… E acabei tendo opiniões contraditórias sobre esse livro.

Ellen Brandfort resolve cumprir o último desejo de sua querida avó: entregar uma carta para Chet Cummings. Mesmo faltando poucos meses para o seu casamento com Hayden Croft, ela faz uma viagem de um dia para uma pequena cidade no Maine (Não gente, ela não vai para Storybrooke). Mas os seus planos vão literalmente por água abaixo quando as madeiras de um píer cedem e ela quase se afoga no mar. Por sorte, Roy a salva. Ela fica tão feliz por estar bem que, sem pensar duas vezes, ela joga os braços em volta do pescoço de Rey e o beija. É claro que logo ela percebe o que fez e se afasta. Mesmo virando uma celebridade em Beacon, encontrar Chet não é tão fácil assim… E conforme Ellen vai descobrindo o passado de sua avó, ela começa a pensar sobre o seu próprio futuro.

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Resenha: Graffiti Moon

Quando a Valentina disponibilizou Graffiti Moon, eu logo me interessei. Primeiro, adorei a capa e a sinopse! Segundo, tem uma personagem com meu nome (pelo menos o meu nick rs). E ainda bem que o livro é uma fofura!

Eu já li um livro em que a história se passava em 24 horas e algumas pessoas podem pensar que tudo o que se passa em um livro que descreve apenas poucas  horas de convivência é forçado e tudo o mais. Fico feliz em dizer que isso não acontece em Graffiti Moon.

GRAFFITI_MOONSinopse:Uma aventura emocionante e perigosa como um grafite clandestino. Uma noite de arte e poesia, humor e autodescoberta, expectativa e risco e, quem sabe, amor verdadeiro. Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa? O ano letivo acabou, aliás, o último ano do ensino médio. Lucy planejou a maneira perfeita de comemorar: essa noite, finalmente, ela encontrará o Sombra, o genial e misterioso grafiteiro, cujo fantástico trabalho se encontra espalhado por toda a cidade. Ele está de spray na mão, escondido em algum lugar, espalhando cor, desenhando pássaros e o azul do céu na noite. E Lucy sabe que um artista como o Sombra é alguém por quem ela pode se apaixonar — se apaixonar de verdade. A última pessoa com quem Lucy quer passar essa noite é o Ed, o cara que ela tem tentado evitar desde que deu um soco no nariz dele no encontro mais estranho de sua vida. Mas quando Ed conta para Lucy que sabe onde achar o Sombra, os dois de repente se juntam numa busca frenética aos lugares onde sua arte, repleta de tristeza e fuga, reverbera nos muros da cidade. Mas Lucy não consegue ver o que está bem diante dos seus olhos. Fonte

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Resenha: Incendeia-me

Eu tenho um estranho relacionamento com a série Estilhaça-me. Eu a iniciei toda empolgada e tive uma enorme decepção; quase abandonei a série, mas então li Destrua-me, adorei e percebi que a série tinha sim potencial (potencial = Warner). Em Liberta-me, tive certeza que as coisas iriam melhorar. Em Fragmenta-me, voltei à estaca zero, com uma leitura péssima. Resumindo, é como eu disse ontem na resenha de Fragmenta-me: essa é uma série de altos e baixos (mais baixos). Mas agora que cheguei até aqui eu tinha que terminar, certo? E aí veio Incendeia-me… e ele foi uma ótima leitura até… até a metade do livro. Ele me divertiu, mas também me irritou; no final, parece que estou tão dividida quanto a própria Juliette.

Aviso: essa resenha tem spoilers dos demais livros. Se não os leu, volte nas resenhas dos anteriores e leia (ou não)!

UM DIA EU POSSO ROMPER
UM DIA EU POSSO R O M P E R
E ME LIBERTAR
NADA MAIS VAI SER IGUAL
“O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado. Juliette foi a única que restou no caminho d O Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.” Fonte

Mas isso. Isso é algo que eu não consigo nem começar a compreender. Nunca parei para pensar que outra pessoa pudesse ter uma situação pior que a minha.

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