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Top ten Tuesday: Top 10 romances em livros

ttt2013

É terça-feira de Carnaval, mas vamos deixar a folia de lado e se concentrar no amor do Pierrô pela Columbina! Como estamos próximos ao Valentine’s Day, vamos falar hoje de romance! Esse Top Ten pode falar diretamente do romance que você leu e mais gostou ou dos casais em livros que você leu que deram o que falar em relação à romance.

Eu vou citar os meus, vamos ver se vocês concordam comigo.

O Top Ten Tuesday é um meme semanal criado pelo blog The Broke and the Bookish.

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Resenha: Divergente

“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.” Fonte

É óbvio que eu já tinha ouvido falar e muito da distopia de Veronica Roth. Houve um burburinho muito grande nas redes sociais, na blogosfera e por parte da editora Rocco quando o livro foi lançado, em meio a todos aqueles lançamentos distópicos que explodiram no ano passado. Agora a moda são os romances eróticos e qual será a próxima, não é mesmo? Mas, bem, eu esperei a moda passar um pouco para ler o livro.

Após algumas leituras um tanto entediantes, eu resolvi que queria ler algo novo e empolgante, que me fizesse devorar as páginas avidamente. Foi quando decidi ler Divergente

Não me decepcionei. O livro é realmente empolgante.

“Os seres humanos, de uma maneira geral, não conseguem ser bons por muito tempo antes que o mal penetre novamente entre nós e nos envenene.”




Resenha: The Unbecoming of Mara Dyer

Mara Dyer 2The Unbecoming of Mara Dyer foi uma recomendação da Sabrina do Café com Blá Blá Blá. Na verdade, ela conseguiu me convencer muito rapidamente! Foi só ela dizer “O livro é young adult e o mocinho tem sotaque britânico” que eu decidi que iria começar a ler mais uma série. O ponto positivo é que essa é uma trilogia realmente de 3 livros!

Sinopse: “Mara Dyer não achava que a sua vida ficaria mais estranha do que acordar em um hospital sem lembrar como ela chegou lá. Mas pode. Ela acredita que há mais por trás do acidente que ela não se lembra e que matou seus amigos e a deixou misteriosamente ilesa. E há. Ela não acredita que depois de tudo que ela passou, ela pode se apaixonar. Ela está errada.” (Tradução livre)

Então, essa sinopse é a sinopse mais frustrante que eu já li até hoje, porque ela não diz nada sobre o livro. Mas esse é o diferencial da escrita de Michelle Hodkin: você fica a leitura inteira sem entender realmente o que está acontecendo. E foi exatamente por isso que eu o adorei!

Na verdade, eu deveria parar essa resenha aqui, para não contar nada sobre a história. Mas, como não posso, vou comentar um pouco sobre o enredo, para aquelas pessoas que estão na dúvida se devem ler ou não.

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Resenha: Orgulho & Preconceito

orgulho_preconceitoÉ uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro na posse de uma bela fortuna deve estar necessitando de uma esposa“.

E é assim que entramos no mundo de Orgulho & Preconceito, o segundo livro de Jane Austen a ser publicado e favorito de 8 entre 10 fãs da autora inglesa. Hoje, 28 de Janeiro de 2013, é aniversário de 200 anos de Orgulho & Preconceito, e cabe à mim a honra (e terror!) de fazer a resenha de tão amada obra aqui no Por Essas Páginas.

A história gira em torno dos Bennets, um casal com cinco filhas, das quais – de acordo com o Sr. Bennet – somente as duas mais velhas (Jane e Elizabeth) têm algum senso. Mary, sendo a menos atraente das cinco, é completamente dedicada à tornar-se o mais talentosa possível; Lydia é a mais nova das irmãs, extremamente determinada e fútil, e seu passatempo preferido é flertar com os militares que estão alojados em Meryton, a vila onde os Bennets moram. Por fim temos Catherine – Kitty – que apesar de ser mais velha que Lydia, vive na sombra da irmã caçula.

A Sra. Bennet quase vira do avesso quando descobre que Netherfield está prestes a ter um novo inquilino: o jovem e rico Sr. Bingley. Tendo em vista que Bingley acabe se casando com uma de suas filhas, a Sra. Bennet insiste para que seu marido o visite assim que ele se mudar. O Sr. Bennet no entanto, dono de um sarcasmo delicioso, finge se recusar a fazer tal coisa, o que rende um dos meus diálogos favoritos do livro inteiro (e que nos mostra o quão insuportável a Sra. Bennet consegue ser). No fim das contas, é claro que ele visita o novo vizinho, e assim a relação entre as famílias é formada.

Porque ele é um homem tão desagradável que seria um infortúnio ser amada por ele.*

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Resenha dupla: Ame o que é seu

“O tema deste livro deixa aquela pulga atrás da orelha, te faz imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou isso. Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico ‘E, se’.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer. Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.” Fonte

Esta será uma resenha dupla. Os comentários da Lucy estão em marrom enquanto os da Karen estão em laranja.

Quando eu li o título “Ame o que é seu” pela primeira vez, eu pensei que fosse algum livro de auto-ajuda. Então eu reconheci o nome da autora Emily Giffin (O noivo da minha melhor amiga) e decidi arriscar, aproveitando aquela boa promoção de lançamento – sim, eu li o livro já tem um tempão e resolvi emprestar para a Karen depois de um tempo.

Pois é, a primeira vez que me deparei com o livro foi quando a Lucy me emprestou – essa pessoa no meio de uma viagem traz uma sacola com nada menos que CINCO livros, sendo dois de presente para minha pessoa e três emprestados (não é uma coisa linda e maravilhosa de amiga essa Lucy?). Um dos livros era “Ame o que é seu”. Eu não sou assim a pessoa mais chegada a romances, mas se a Lucy emprestou, eu tinha que ler! 

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