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Resenha: The Unbecoming of Mara Dyer

Mara Dyer 2The Unbecoming of Mara Dyer foi uma recomendação da Sabrina do Café com Blá Blá Blá. Na verdade, ela conseguiu me convencer muito rapidamente! Foi só ela dizer “O livro é young adult e o mocinho tem sotaque britânico” que eu decidi que iria começar a ler mais uma série. O ponto positivo é que essa é uma trilogia realmente de 3 livros!

Sinopse: “Mara Dyer não achava que a sua vida ficaria mais estranha do que acordar em um hospital sem lembrar como ela chegou lá. Mas pode. Ela acredita que há mais por trás do acidente que ela não se lembra e que matou seus amigos e a deixou misteriosamente ilesa. E há. Ela não acredita que depois de tudo que ela passou, ela pode se apaixonar. Ela está errada.” (Tradução livre)

Então, essa sinopse é a sinopse mais frustrante que eu já li até hoje, porque ela não diz nada sobre o livro. Mas esse é o diferencial da escrita de Michelle Hodkin: você fica a leitura inteira sem entender realmente o que está acontecendo. E foi exatamente por isso que eu o adorei!

Na verdade, eu deveria parar essa resenha aqui, para não contar nada sobre a história. Mas, como não posso, vou comentar um pouco sobre o enredo, para aquelas pessoas que estão na dúvida se devem ler ou não.

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Resenha: Orgulho & Preconceito

orgulho_preconceitoÉ uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro na posse de uma bela fortuna deve estar necessitando de uma esposa“.

E é assim que entramos no mundo de Orgulho & Preconceito, o segundo livro de Jane Austen a ser publicado e favorito de 8 entre 10 fãs da autora inglesa. Hoje, 28 de Janeiro de 2013, é aniversário de 200 anos de Orgulho & Preconceito, e cabe à mim a honra (e terror!) de fazer a resenha de tão amada obra aqui no Por Essas Páginas.

A história gira em torno dos Bennets, um casal com cinco filhas, das quais – de acordo com o Sr. Bennet – somente as duas mais velhas (Jane e Elizabeth) têm algum senso. Mary, sendo a menos atraente das cinco, é completamente dedicada à tornar-se o mais talentosa possível; Lydia é a mais nova das irmãs, extremamente determinada e fútil, e seu passatempo preferido é flertar com os militares que estão alojados em Meryton, a vila onde os Bennets moram. Por fim temos Catherine – Kitty – que apesar de ser mais velha que Lydia, vive na sombra da irmã caçula.

A Sra. Bennet quase vira do avesso quando descobre que Netherfield está prestes a ter um novo inquilino: o jovem e rico Sr. Bingley. Tendo em vista que Bingley acabe se casando com uma de suas filhas, a Sra. Bennet insiste para que seu marido o visite assim que ele se mudar. O Sr. Bennet no entanto, dono de um sarcasmo delicioso, finge se recusar a fazer tal coisa, o que rende um dos meus diálogos favoritos do livro inteiro (e que nos mostra o quão insuportável a Sra. Bennet consegue ser). No fim das contas, é claro que ele visita o novo vizinho, e assim a relação entre as famílias é formada.

Porque ele é um homem tão desagradável que seria um infortúnio ser amada por ele.*

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Resenha dupla: Ame o que é seu

“O tema deste livro deixa aquela pulga atrás da orelha, te faz imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou isso. Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico ‘E, se’.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer. Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.” Fonte

Esta será uma resenha dupla. Os comentários da Lucy estão em marrom enquanto os da Karen estão em laranja.

Quando eu li o título “Ame o que é seu” pela primeira vez, eu pensei que fosse algum livro de auto-ajuda. Então eu reconheci o nome da autora Emily Giffin (O noivo da minha melhor amiga) e decidi arriscar, aproveitando aquela boa promoção de lançamento – sim, eu li o livro já tem um tempão e resolvi emprestar para a Karen depois de um tempo.

Pois é, a primeira vez que me deparei com o livro foi quando a Lucy me emprestou – essa pessoa no meio de uma viagem traz uma sacola com nada menos que CINCO livros, sendo dois de presente para minha pessoa e três emprestados (não é uma coisa linda e maravilhosa de amiga essa Lucy?). Um dos livros era “Ame o que é seu”. Eu não sou assim a pessoa mais chegada a romances, mas se a Lucy emprestou, eu tinha que ler! 

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Em outras palavras: O morro dos ventos uivantes

Olá! Nós aqui do blog gostamos muito da primeira resenha da Drik@ e resolvemos convidá-la mais uma vez, dessa vez para postar a resenha de seu livro favorito (não, não é porque ela leu Crepúsculo). Então, espero que gostem e comentem!

O_MORRO_DOS_VENTOS_UIVANTESSinopse: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”, diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas. (…) (Fonte)

“Entreguei-lhe o meu coração e ele se apoderou dele, destroçou-o e, depois, o devolveu.”




A Cuca Recomenda: Sábado à Noite

“Essa é a nova edição de SAN, que foi lançado de forma independente em 2010, e hoje chega às livrarias pelo Selo Generale (Editora Évora). É o primeiro livro de uma trilogia repleta de amor, música e amizade. Amanda é popular na escola e os amigos do seu amigo de infância são considerados os ‘marotos’ do pedaço por desrespeitarem as regras. Tudo ao seu redor acaba desmoronando quando um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Se não bastasse, seu diretor resolve dar bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada foi convocada pra tocar. Mas suas letras dizem tanto sobre ela… Afinal, quem são esses mascarados de Sábado à Noite?” Fonte.

Sábado à Noite me chamou a atenção por dois motivos: o primeiro é bem claro – a capa. É uma capa muito bem feita, bonita e caprichada, assim como a edição. É um livro bonito para enfeitar a estante. O segundo motivo foi por ter procurado a história da produção do livro e me deparado com o fato de que o mesmo era, originalmente, uma fanfic (como um grupo de personagens são chamados “marotos” eu achei que seria uma fanfic de Harry Potter, mas era apenas uma citação) e fora publicado inicialmente em uma tiragem independente. Nesse quesito, dou meus parabéns à autora. Conseguir uma publicação no Brasil, como todos sabem, é heróico, e ela foi muito corajosa ao tentar publicar de maneira independente. Depois de esgotar sua tiragem, foi feita essa segunda edição pelo Selo Generale (aliás, eu gostei bastante também da capa independente).

Devo avisar que essa resenha tem alguns comentários que podem ser considerados spoilers. Mas eu não consegui fazer a resenha sem eles. Estão avisados.

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