Posts com a tag ‘Séries’


Resenha: A Voz do Arqueiro

Eu nunca havia lido nada de Mia Sheridan até que a Arqueiro anunciou o lançamento de A Voz do Arqueiro. Eu acabei adquirindo o livro para conferir, já que me interessei pelo título da série – Signos do Amor. Me surpreendi muito com a leitura e acabei virando fã.

A_VOZ_DO_ARQUEIROSinopse: Cada livro da coleção Signos do Amor é inspirado nas características de um signo do Zodíaco. Baseado na mitologia de Sagitário, A voz do arqueiro é uma história sobre o poder transformador do amor.
Bree Prescott quer deixar para trás seu passado de sofrimentos e precisa de um lugar para recomeçar. Quando chega à pequena Pelion, no estado do Maine, ela se encanta pela cidade e decide ficar.
Logo seu caminho se cruza com o de Archer Hale, um rapaz mudo, de olhos profundos e músculos bem definidos, que se esconde atrás de uma aparência selvagem e parece invisível para todos do lugar. Intrigada pelo jovem, Bree se empenha em romper seu mundo de silêncio para descobrir quem ele é e que mistérios esconde.
Alternando o ponto de vista dos dois personagens, Mia Sheridan fala de um amor que incendeia e transforma vidas. De um lado, a história de uma mulher presa à lembrança de uma noite terrível. Do outro, a trajetória de um homem que convive silenciosamente com uma ferida profunda.
Archer pode ser a chave para a libertação de Bree e ela, a mulher que o ajudará a encontrar a própria voz. Juntos, os dois lutam para esquecer as marcas da violência e compreender muito mais do que as palavras poderiam expressar. Fonte

Havia aprendido recentemente que, com frequência, o amor era uma questão de aprender a falar a língua da outra pessoa




Resenha: A Primeira Chance

A_PRIMEIRA_CHANCESinopse:Quando o pai roqueiro de Harlow Manning sai em turnê, ele a envia para Rosemary Beach, na Flórida, para viver com sua meia-irmã Nan. O problema: Nan a odeia. Harlow tem que manter a cabeça para baixo, se ela quer passar os próximos nove meses em paz. Isso parecia ser fácil… Até que o lindo Grant Carter sai do quarto de Nan.
Grant cometeu um grande erro em se envolver com uma garota com veneno nas veias. Ele sabia sobre a reputação de Nan, mas ainda sim não conseguiu resistir a ela. Nada faz ele se arrepender da aventura mais do que seu encontro com Harlow, que o deixa com o pulso acelerado. No entanto, Harlow não quer ter nada a ver com um cara que poderia se apaixonar por sua meia-irmã malvada. Mesmo não existindo amarras entre Grant e Nan.
Grant está desesperado para se redimir aos olhos de Harlow, mas ele arruinou suas chances com ela antes mesmo de conhecê-la… Fonte

Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores de Rosemary Beach. Mas não tão graves.

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Resenha: O Retorno de Izabel

Li A Morte de Sarai, primeiro livro da série Na Companhia de Assassinos, no começo do ano e fiquei completamente viciada, como podem ver nessa resenha. Por isso, foi com muita animação e expectativa que peguei O Retorno de Izabel para ler. É bom? Ótimo, e continua viciante (li em apenas dois dias), mas não tão bom quanto o primeiro. Síndrome de segundo livro, talvez. Algumas coisas me incomodaram, mas ainda assim essa é uma sequência digna e espetacular e, se você leu o primeiro livro e gostou, com certeza deve ler esse também.

Cuidado, essa resenha contém spoilers do primeiro livro: A Morte de Sarai.

izabel“Determinada a levar o mesmo estilo de vida do assassino que a libertou do cativeiro, Sarai resolve sair sozinha em missão, com o propósito de matar o sádico e corrupto empresário Arthur Hamburg. No entanto, sem habilidades nem treinamento, os acontecimentos passam muito longe de sair como o planejado. Em perigo, Sarai nem acredita quando Victor Faust aparece para salvá-la — de novo. Apesar de irritado pelas atitudes inconsequentes dela, ele logo percebe que a garota não vai desistir de seus objetivos. Então não há outra opção para ele a não ser treiná-la. Com tamanha proximidade, para eles é impossível resistir à atração explosiva. Nem Victor nem Sarai podem disfarçar o que sentem, ou negar o desejo que os une. No entanto, depois de tantos anos de sofrimento e tantas cicatrizes emocionais, será que eles conseguirão lidar com um sentimento como amor? Só que Sarai — novamente na pele de Izabel Seyfried — ainda terá que passar por um último teste; um teste para provar se conseguirá viver ao lado de Victor, mas que, ao mesmo tempo, poderá fazê-la questionar os próprios sentimentos e tudo que sabe sobre esse homem.” Fonte

Um anjo que carrega a morte no bolso.




Resenha Dupla: O Livro do Silêncio

No último Encontro de Blogs de Letras fomos agraciados com a presença de P. J. Pereira, autor da trilogia Deuses de Dois Mundos. (Tive que trabalhar e não pude ir! Buááááá!) Eu achei que ele faria apenas uma apresentação de seu novo lançamento (o terceiro livro da trilogia) – o que de fato ele fez, além do bate-papo super descontraído sobre o desenvolvimento da história. Mas qual não foi a surpresa ao ver que os presentes acabaram ganhando os três exemplares?

Assim que possível, eu comecei a leitura e tem um tempinho que já acabei, mas faltou eu resenhar (como sempre). A Drika também já tinha lido e hoje vamos falar o que achamos da história. Meu texto será em azul e o da Drika será em lilás.

DEUSES_DE_DOIS_MUNDOS__O_LIVRO_DO_SILENSinopse: Na África ancestral, Orunmilá, o maior adivinho de todos os tempos, não entende por que seus instrumentos se calaram. Nos dias atuais, um jovem jornalista se aventura pelas ruas de São Paulo, tentando fugir de uma missão que não deveria ser sua. No primeiro livro da série Deuses de dois mundos, Ogum, Xangô, Oxóssi e Oxum se unem a gente do nosso tempo para resgatar os 16 príncipes do destino, numa narrativa que preserva toda a sensualidade e violência original dos mitos africanos dos orixás. Fonte

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Resenha + Sorteio: A Rainha Vermelha

Quando a Cia das Letras disponibilizou A rainha vermelha, eu logo me interessei. Tive a sensação de que ia gostar da história – e a capa chamou muito a atenção. Bem, eu não estava errada, realmente gostei! E agora vou contar para vocês o motivo.

A_RAINHA_VERMELHAO mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração. Fonte

Todo mundo pode trair todo mundo.

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