Posts com a tag ‘Séries’


Resenha: A Quase Honrosa Liga de Piratas – O Terror das Terras do Sul

A série infanto-juvenil Quase Honrosa Liga de Piratas começou com o livro O tesouro da Encantadora, um livro que eu já tinha gostado e muito. Mas, diferente da maioria das séries que são acometidas pela temida “maldição do segundo livro”, o novo volume, O Terror das Terras do Sul consegue ser ainda melhor e mais encantador que o primeiro. Com um narrativa ágil e deliciosa, Caroline Carlson conduz crianças (e adultos também!) em mais uma aventura cheia de magia, mistério e humor.

Obs.: essa resenha pode conter spoilers do primeiro volume, O tesouro da Encantadora. Leia a resenha.

“Em ‘O tesouro da Encantadora’, Hilary viveu grandes peripécias em alto – mar até encontrar o maior tesouro do reino, desaparecido havia muito tempo, e sua dona, a Encantadora das Terras do Norte. Como recompensa, recebeu um certificado de filiação à ‘Quase Honrosa Liga de Piratas’ e o título de ‘Terror das Terras do Sul’. Neste novo volume da série, a Encantadora voltou ao seu posto, e Hilary acompanha a redistribuição dos objetos mágicos pelo reino. Mas o presidente da QHLP não está satisfeito – Hilary precisa se envolver numa atividade verdadeiramente pirática logo, como matar um monstro marinho ou derrotar um líder pirata num duelo, senão perderá seu título – e sua filiação à Liga. Antes que consiga recuperar sua reputação, a garota fica chocada ao descobrir que a Encantadora foi sequestrada. Contrariando as ordens do presidente da Liga, Hilary se junta à gárgula e a seus amigos para investigar o caso, ainda que resgatar Encantadoras não esteja na lista de atividades próprias a um pirata.” Fonte

Ficar cara a cara com seu pai era outro tipo de batalha, e Hilary não tinha certeza se saberia como vencer.




Resenha: A Herdeira das Sombras

O segundo livro da Trilogia das Joias Negras prometia. O livro anterior, A Filha do Sangue, me conquistou por sua escrita instigante, personagens complexos e uma trama que se divide entre o sombrio e o sensual. Mas, apesar de continuar mantendo esses elementos, A Herdeira das Sombras pecou ao ser um livro prolixo demais, que se perde em cenas que pretendem evoluir os personagens – e muitas vezes o fazem – mas na maioria do tempo apenas são pura enrolação.

“Há 700 anos, num mundo governado por mulheres e onde os homens são meros súditos, uma profetisa viu na sua teia de sonhos e visões a chegada de uma poderosa Rainha. Jaenelle é essa Rainha. Mas mesmo a proteção dos Senhores da Guerra não impediu que os seus inimigos quase a destruíssem. Agora é necessário protegê-la até as últimas consequências.” Fonte

Essa resenha tem spoilers do livro anterior, A Filha do Sangue. Leia a resenha.

E o Sangue há de cantar ao Sangue.




Resenha: Para onde ela foi

PARA_ONDE_ELA_FOI_1409679657BMeu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos , e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado. Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce. Fonte

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Resenha: Desejo à Meia-Noite

Esse ano eu vi a Editora Arqueiro publicar vários romances de época e confesso que sou fã desse tipo de romance, mas não são todos chamam a minha atenção. Quando eu vi as capas desses livros, realmente não dei muita bola. Mas aí saiu a sinopse de Manhã de Núpcias (o quarto livro da série) e eu fiquei interessada, achei que valia a pena pesquisar mais sobre a série. No fim das contas, eu achei uma tradução de fãs para fãs do primeiro livro e… simplesmente devorei! Acabei adquirindo a edição oficial não só do primeiro, mas dos quatro livros já lançados e em uma forte crise de ressaca literária, eu li todos de uma vez só (e de vez em quando ainda “folheio” os e-books aqui e ali).

Ah, esse livro faz parte do Desafio realmente desafiante 2014, promovido pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo. Esse livro é do item 14: Um livro com um personagem tatuado.

DESEJO_A_MEIANOITESinopse: Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos – uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida. Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina. Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos.

Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera. E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas. Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos.

Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento? Fonte

– Os rons acreditam que se deve seguir o chamado da estrada e nunca voltar atrás. Pois nunca se sabe das aventuras que estão por vir. (…) Então vamos seguir esta estrada e ver aonde ela nos levará.




A Cuca Recomenda: A Torre Acima do Véu

Hoje a Cuca vem acompanhada de uma Cuquete nessa resenha. A Torre Acima do Véu, da Giz Editorial, foi lançado durante a Bienal do Livro de São Paulo desse ano e é claro que nós fomos lá no estande conferir, adquirir e tietar a queridíssima Roberta Spindler. A Cuca aqui já conhecia o trabalho dela desde Contos de Meigan e já tinha lido também o conto que originou o livro: A Torre Árabe. Portanto, sabendo do talento da Roberta, indiquei o livro para todas as meninas aqui no blog, mas só uma delas conseguiu ler em meio à super pilha, então essa resenha vem acompanhada da opinião da Drik@. Ah, e as minhas opiniões estarão em verde. ‘Bora pra uma resenha dupla?

“Quando uma densa e venenosa névoa surge misteriosamente, pânico e morte tomam conta do planeta. Os poucos sobreviventes se refugiam no topo dos megaedifícios e arranha-céus das megalópoles. Acuados, vivem uma nova era de privações e sob o ataque constante de seres assustadores, chamados apenas de sombras. Suas vidas logo passaram a depender da proteção da Torre, aquela que controla os armamentos e a tecnologia que restaram. Cinquenta anos se passam, na megacidade Rio-Aires, Beca vive do resgate de recursos há muito abandonados nos andares inferiores, junto com seu pai e seu irmão. A profissão, perigosa por natureza, torna-se ainda mais letal quando ela participa de uma negociação traiçoeira e se vê cada vez mais envolvida em perigos e segredos que ameaçam muito mais do que sua vida ou a de sua família.” Fonte

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