Posts com a tag ‘Séries’


A Cuca Recomenda: Apocalipse Zumbi – Os Primeiros Anos

Sempre tive muita curiosidade para ler esse livro. Apocalipse Zumbi, de Alexandre Callari, foi o primeiro livro nacional do gênero. E eu sou completamente fascinada por zumbis. Leio/assisto/devoro tudo o que encontro sobre o assunto. Por todos esses motivos, esse era um livro pelo qual eu ansiava muito e, claro, construí expectativas. No entanto, mesmo que eu não as tivesse criado, acredito que ainda assim me decepcionaria. Eu queria muito gostar desse livro, queria mesmo, mas não consegui. Encarem essa resenha quase como um desabafo. E é mesmo.

“O caos reina no mundo. A civilização entrou em colapso. As comunicações, a energia elétrica e a vida em sociedade, como a conhecemos, praticamente se extinguiram. Nem toda nossa tecnologia foi capaz de nos proteger e evitar que dois terços da humanidade morressem. Os poucos que sobreviveram estão exaustos e tentam reunir o que ainda resta das suas forças e recursos para se manterem vivos. E, para piorar, eles não estão a sós. Dia e noite, são perseguidos pelos contaminados – sempre à espreita com seus olhos vermelhos, pele pálida, dentes podres e uma terrível sede de sangue e de carne humana. Nesse cenário de terror e desesperança, Manes luta desesperadamente para manter sua comunidade unida. Ela subsiste em uma construção cercada por paredes de concreto chamada Quartel. Porém, quando alguns de seus membros estão em apuros do lado de fora, sendo cruelmente caçados pelos contaminados, Manes parte para resgatá-los. A sua ausência e a chegada do enigmático Dujas abalam severamente o tênue equilíbrio interno do Quartel, colocando em risco a vida de todos. O perigo e o medo tomarão conta deste, que é um dos poucos redutos em que homens e mulheres vivem em “segurança”. Cheio de intrigas, mistério e horror, Apocalipse Zumbi é uma aventura de ficção eletrizante, com muitos elementos de realidade que mexerão com a mente e o coração dos leitores. Alexandre Callari oferece nesta obra o melhor do gênero zumbis e, ao mesmo tempo, cria um mundo à parte, que conta com suas próprias regras e lógica. Bem-vindo ao universo de Apocalipse Zumbi!” Fonte

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Resenha: Sombra e Ossos

Quando o blog foi convidado a ler e resenhar Sombra e Ossos antes do lançamento pela Editora Gutenberg fiquei bastante empolgada. Confesso que não conhecia a série, mas a sinopse chamou minha atenção e alguns dados sobre o livro, como o fato de ele ter sido elencado como um dos melhores do ano e ser altamente recomendado por Rick Riordan, foram suficientes para despertar minha curiosidade. Logo que recebi a prova do livro aqui em casa (me sentindo super importante – hohoho), comecei a ler imediatamente e a história me prendeu do início ao fim. Envolvente e cativante, Sombra e Ossos entrou para a minha lista de favoritos e estou enlouquecida para ler os próximos livros. Quer saber o porquê?

“Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.

A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras.

Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.” Fonte

Eu não sou do tipo que muda o mundo.




Resenha dupla: A Síndrome E

Olá pessoal! Aqui quem fala é a Karen e a Lucy e, como nós duas lemos quase ao mesmo tempo esse novo thiller da Intrínseca, A Síndrome E., de Franck Thilliez, resolvemos fazer uma resenha dupla dele. Só de ler a sinopse o livro já desperta a curiosidade e cria expectativas, porém ele não era tudo aquilo que esperávamos. A Síndrome E decepcionou um pouco, apesar de ser um bom livro. ‘Bora lá saber o que a gente achou dele?

Sinopse: “Um estranho caso vem atrapalhar as férias de verão de Lucie Hennebelle, tenente de polícia em Lille. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir a um filme mudo, anônimo, com um roteiro enigmático, concebido por uma mente doentia. Simultaneamente, o comissário Franck Sharko, veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental na Divisão de Repressão à Violência, passa por um tratamento na tentativa de curar a esquizofrenia.

No norte da França, cinco cadáveres não identificados foram encontrados sepultados a dois metros de profundidade mutilados de maneira atroz e em estado de decomposição avançada e Sharko cede ao chamado da aventura. Enquanto Lucie descobre os horrores escondidos no estranho filme, um misterioso informante do Canadá aponta-lhe o elo entre aquele rolo e os cinco cadáveres.

Um único e mesmo caso, graças ao qual Lucie e Sharko, tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos em sua concepção do ofício, irão se encontrar. Das favelas do Cairo aos orfanatos do Canadá nos anos 1950, os dois colegas irão se deparar com um mal desconhecido, batizado como “síndrome E”. Uma realidade assustadora que revela como o ser humano pode ser capaz das maiores atrocidades.” Fonte

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Resenha: Insurgente

Então, gente, a verdade é que eu já li Insurgente há quase umas duas semanas e fiquei enrolando para fazer essa resenha. Motivo? O livro é tão sem graça que não dá nem vontade de resenhar. Não é um livro ótimo que você se empolgue para falar bem, nem um livro péssimo que você queira soltar os cachorros. O negócio fica ali, no banho maria, nem 8 nem 80, bem sem sal mesmo. Então, não sei se essa resenha vai ser meio água com açúcar, mas se quiser saber porque eu achei esse livro meia boca, leia a seguir. Ah, e já aviso que tem spoilers de Divergente.

“Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.” Fonte

Em Divergente eu juro que fiquei empolgadíssima. Não foi assim, nossa, o melhor livro da minha vida – nem o melhor do ano ou sequer do mês – mas foi um livro empolgante, com grandes revelações, a apresentação de um mundo distópico com regras e facções e todo aquele novo universo vibrante etc etc etc. Então, eu gostei bastante de Divergente, foi uma leitura que divertiu e me deixou com vontade de ler a série.

Com Insurgente nada disso ocorreu.

O barulho e a atividade são os refúgios dos enlutados e dos culpados.




Resenha: Destrua-me [Estilhaça-me #1.5]

cover“Uma história contada do ponto de vista de Warner, o cruel líder do Setor 45.” Fonte

Bem, eu li Estilhaça-me e foi uma completa decepção, como vocês podem ler na minha resenha. Porém, eu sou uma pessoa persistente. Acredito que a escrita de um autor possa sim evoluir. Acredito também que outros livros de uma série possam ser melhores que o primeiro. Fico feliz por acreditar em tudo isso porque o conto Destrua-me se mostrou uma ótima leitura. De fato, o conto narrado por Warner é uma leitura infinitamente melhor que Estilhaça-me, apesar de ser cria desse livro.

Aviso que essa pequena resenha tem alguns spoilers de Estilhaça-me. Impossível não falar de um livro sem falar do outro. Avisados estão.

Passei a crer que o homem mais perigoso do mundo é aquele que não sente remorso. Aquele que nunca se desculpa e, portanto, não procura o perdão.

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