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Resenha: Graffiti Moon

Quando a Valentina disponibilizou Graffiti Moon, eu logo me interessei. Primeiro, adorei a capa e a sinopse! Segundo, tem uma personagem com meu nome (pelo menos o meu nick rs). E ainda bem que o livro é uma fofura!

Eu já li um livro em que a história se passava em 24 horas e algumas pessoas podem pensar que tudo o que se passa em um livro que descreve apenas poucas  horas de convivência é forçado e tudo o mais. Fico feliz em dizer que isso não acontece em Graffiti Moon.

GRAFFITI_MOONSinopse:Uma aventura emocionante e perigosa como um grafite clandestino. Uma noite de arte e poesia, humor e autodescoberta, expectativa e risco e, quem sabe, amor verdadeiro. Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa? O ano letivo acabou, aliás, o último ano do ensino médio. Lucy planejou a maneira perfeita de comemorar: essa noite, finalmente, ela encontrará o Sombra, o genial e misterioso grafiteiro, cujo fantástico trabalho se encontra espalhado por toda a cidade. Ele está de spray na mão, escondido em algum lugar, espalhando cor, desenhando pássaros e o azul do céu na noite. E Lucy sabe que um artista como o Sombra é alguém por quem ela pode se apaixonar — se apaixonar de verdade. A última pessoa com quem Lucy quer passar essa noite é o Ed, o cara que ela tem tentado evitar desde que deu um soco no nariz dele no encontro mais estranho de sua vida. Mas quando Ed conta para Lucy que sabe onde achar o Sombra, os dois de repente se juntam numa busca frenética aos lugares onde sua arte, repleta de tristeza e fuga, reverbera nos muros da cidade. Mas Lucy não consegue ver o que está bem diante dos seus olhos. Fonte

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Resenha: O Dom

Depois que li o primeiro livro da série, Bruxos e Bruxas, confesso que não me animei a ler o segundo. Mas é sempre bom dar uma segunda chance a uma série, nunca se sabe. Bem, no meu caso não foi muito legal…

O_DOMSinopse: Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos… Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor… Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la. Fonte

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Resenha: Verão Cruel

Verão cruel“Colby Cavendish, uma ex-nerd, decide mudar radicalmente sua própria imagem. Está ansiosa por participar de festas descoladas com a turma da praia e, se tudo der certo, ficar com o cara mais gostoso da escola, Levi Bonham. Mas seus planos vão por água abaixo quando seus pais a mandam passar férias forçadas na Grécia com sua tia. Presa em uma ilha sem shoppings e sem sinal de celular, ela teme ser rapidamente esquecida por seus amigos. Mas eis que conhece Yanni, um deus grego, e tudo muda. Colby acaba confusa e tudo indica que aquele sentimento será mais que uma simples paixonite de verão.”

Verão Cruel nos apresenta Colby Cavendish, uma adolescente que acaba de ficar amiga de uma das garotas mais populares do seu colégio. Ela tem vários planos para o verão com os seus novos amigos mas todos eles são destruídos pelos seus pais. Eles estão em processo de separação e por isso mandam a filha passar as férias na Grécia com a sua tia. Se você está pensando que ela foi a Atenas, HÁ, você está muito enganado! Ela viaja para Tinos, um dos lugares mais importantes do país para peregrinos religiosos e uma das ilhas com o menor número de comércios. E para piorar a situação, os seus tios não tem internet… Preciso dizer que ela não queria ir para lá? Mas tudo muda quando ela resolve deixar os Estados Unidos um pouco de lado e realmente aproveitar as suas férias de verão.

“E COMO, exatamente, devo sobreviver, durante UM VERÃO INTEIRO, sem carro, sem celular, sem jogos, sem lojas de roupas bacanas, sem festas, sem amigos e sem acesso à internet???” – página 17

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Resenha: E então Paulette…

Desde seu lançamento ano passado eu fiquei interessada nesse livro. Não sei porque, ele tinha um ar de romance daqueles que você suspira só de imaginar, mas não foi exatamente isso que eu encontrei – e mesmo assim gostei muito.

Este livro faz parte do Desafio realmente desafiante 2014 realizado pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo. Item 7: Capa amarela.

E_ENTAO_PAULETTESinopse: Ferdinand está sozinho. Após ficar viúvo e depois de seu filho mais novo se mudar com a mulher e os dois filhos para a cidade, a fazenda em que vive produz apenas saudade e memórias. Sua vida pacata e solitária, no entanto, está prestes a ser transformada. Após uma grande tempestade, Ferdinand descobre que a casa de sua vizinha está condenada e praticamente inabitável. Incentivado pelos netos, Ludo e Luzinho, convida Marceline – e sua cadela, seu burro e seu gato – para morar com ele. Pouco tempo depois, seu amigo Guy perde a companheira tão amada, Gaby, e dá a impressão de estar, aos poucos, desistindo de viver. A solução parece ser a vida partilhada na fazenda, que, assim, ganha mais um morador, com novos hábitos e habilidades. Então chegam as irmãs Lumière, com suas manias e histórias, e também os jovens Muriel e Kim. A fazenda volta a se encher de possibilidades e expectativas. E, enfim, chega Paulette… Um delicioso e comovente romance sobre como a solidariedade, o amor e a amizade podem transformar histórias, salvar vidas e fazer ressurgir esperanças. Fonte

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Resenha: Uma carta de amor

Uma carta de amor“Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro.
Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.”
Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.
Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.”

Eu já li vários livros do Nicholas Sparks e ainda tenho muitos alguns na minha interminável lista de leituras. Mas desde a Bienal do Livro do ano passado, eu não consegui começar a ler nenhum livro dele. Motivo? Eu sempre acabava me lembrando de toda a confusão que foi estar lá naquele dia (e eu nem estava querendo um autógrafo dele). O Rio Centro ficou parecendo o palco de uma distopia – e eu ainda não me esqueci até hoje dos gritos. Por isso, quando recebemos o e-mail da Editora Arqueiro, eu sabia que eu tinha que solicitar Uma Carta de Amor. Assim, conseguiria deixar esse trauma para trás!

Uma Carta de Amor foi o segundo romance escrito por Nicholas Sparks, e eu ainda não o havia lido até hoje. Ele conta a história de Theresa Bourne, colunista de um jornal em Boston, que estava passando as férias no litoral. Enquanto caminhava na praia, acaba encontrando uma garrafa com uma carta dentro.

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