Posts com a tag ‘Sobrenatural’


A Cuca Recomenda: Cães mortos não uivam para a lua

“A guerra molda as pessoas. E quatro jovens vão para o campo de batalha sem experiências, mas com muitas esperanças e ilusões. Munidos de espadas enferrujadas e da insolência da tenra idade, querem conquistar glórias e algum butim. Conheça a história de Edan, Burt, Ricard e Edulf e de quando eles lutaram ao lado das tropas do Rei Henrique III.” Fonte

Cães mortos não uivam para a lua é mais um conto de fantasia histórica do autor Eduardo Kasse. Publicado pela Editora Draco na coleção Contos do Dragão, ele foi uma das leituras que selecionei na Maratona Brasuca no formato e-book. Assim como outras obras do autor, o texto também fala sobre a guerra, mas dessa vez na visão de quatro jovens, ou melhor dizendo, meninos, algo horrível, mas que naquela época era comum, o fato de crianças lutarem batalhas.

Muitos morreram no meio do caminho. Outros não veriam o Sol nascer novamente.




A Cuca Recomenda em Outras Páginas: Ida e Volta

“Atenção! Verifique onde estão bolsas e mochilas antes de entrar nestas páginas. E claro, não ultrapasse a faixa amarela.

Duas histórias em quadrinhos ambientadas no metrô da cidade de São Paulo. Uma delas é uma ficção científica maluca sobre um vórtex temporal dentro de um vagão; a outra é uma história real que, de tão cheia de reviravoltas, mais parece que foi totalmente inventada.” Fonte

Adquiri esse quadrinho no Anime Friends 2014, no estande da Editora Draco, apesar dessa HQ não ser da editora. Ela é fruto de uma parceria entre o blog Contraversão e o estúdio Café Nanquim, um grupo independente de produção de quadrinhos. O Raphael Fernandes, o roteirista da HQ, no entanto, já produziu alguns quadrinhos pela Draco também, como a Imaginários em Quadrinhos Volume 1 e Volume 2.

O que me atraiu logo de cara por essa HQ foi o design dela: achei fantástico tanto a capa quanto o formato serem de um bilhete de metrô, um tanto sujo e manchado, como se tivesse sido manuseado muitas vezes (ou tivesse ficado guardado na carteira; e não é isso que acontece com bilhetes de metrô?). A segunda coisa que me chamou atenção foi o título Ida e Volta, fazendo uma alusão tanto à ideia do metrô – idas e vindas – quanto da própria ideia da HQ, que conta duas histórias, a “ida” sendo uma história verídica e a “volta” uma ficção.

Cuidado com o vão entre o trem e a plataforma.




Resenha: Os Garotos Corvos

Assim que a Vânia postou a resenha de The Raven Boys, eu coloquei esse livro na minha lista de leitura. Quando a Verus disponibilizou para resenha, eu não hesitei em pedir esse livro. Infelizmente ele demorou mais do que o esperado e quando ele chegou, eu estava com outras leituras pendentes. Agora que consegui lê-lo, trago a minha opinião sobre ele.

Eu não ia colocar, mas ele faz parte do Desafio Realmente Desafiante elaborado pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo. Item 5. Com um animal na capa..

OS_GAROTOS_CORVOSSinopse: Todo ano, na véspera do Dia de São Marcos,­ Blue Sargent vai com sua mãe clarividente até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. Blue nunca consegue vê-los — até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela.

Seu nome é Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca.

Gansey tem tudo — dinheiro, boa aparência, amigos leais —, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma perturbada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco.

 Desde que se entende por gente, as médiuns da família dizem a Blue que, se ela beijar seu verdadeiro amor, ele morrerá. Mas ela não acredita no amor, por isso nunca pensou que isso seria um problema. Agora, conforme sua vida se torna cada vez mais ligada ao estranho mundo dos garotos corvos, ela não tem mais tanta certeza. (…)  Fonte

Existem apenas duas razões para uma não vidente ver um espírito na véspera do dia de São Marcos, Blue. Ou você é o verdadeiro amor dele, ou você o matou.




Resenha Tripla: Alameda dos Pesadelos

alameda_dos_pesadelosSinopse: “Vívian era apenas uma mulher solitária, com uma vida normal, presa em sua rotina sem graça, até a noite em que presencia um acidente. A partir daí seu pesadelo começa; ela passa a ter visões de um homem que conheceu no passado e desejava nunca mais encontrar. E o pior: ele quer vingança. Até que ponto um pesadelo é fruto da imaginação? Vívian descobre que o limite entre a alucinação e a realidade é tão pequeno que a loucura está a apenas um passo de distância e o pesadelo pode estar escondido na nossa mente, como um monstro à espreita, esperando sua chance de despertar. E para escapar do seu horror particular, Vívian precisará entender quais foram seus erros. E finalmente aceitar a própria culpa.”

Alameda dos Pesadelos é o romance de estreia de Karen Alvares (ela já participou de vários livros de contos e vocês podem conferir a resenha de alguns deles aqui). E sim, essa é a mesma Karen colunista aqui do blog! Como a Lucy e a Adriana também leram esse livro (e para termos uma visão diferente do livro), resolvemos fazer uma resenha. Meus comentários estão em laranja, os da Lucy em azul e os da Adriana em verde.

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Resenha: Jardim de Escuridão

Jardim de escuridão capa“Todo dom pode ser uma bênção ou uma maldição…” Quando Faith Connor recebe uma carta deixada por sua avó, após a morte da mesma, contendo um último pedido, ela não esperava que sua vida ganharia um rumo inesperado. Detentora de um dom especial de compreender as flores, cujos significados lhe fornecem visões de acontecimentos futuros, ela atende o pedido da avó, levando uma flor especial a seu túmulo e acaba conhecendo Rowan Allers, um homem atormentado pela morte da irmã, assassinada por um serial killer. Sentindo uma estranha conexão com aquela história, Faith o ajuda a investigar, sem nem saber que seus destinos estavam ligados de forma perigosa e até fatal.”

Bom, todo mundo aqui já deve saber que eu amo romances sobrenaturais. Eu sei que várias pessoas já cansaram desse tipo de história, mas eu sempre continuo procurando novos livros desse estilo para ler. Jardim de Escuridão me chamou atenção exatamente por tratar de uma habilidade sobrenatural que eu ainda não tinha lido. Faith Connor, protagonista desse livro, possui o dom de compreender as flores. Mais do que conhecer os seus significados, ela consegue presentear a pessoa com a flor que a pessoa realmente necessita naquele momento. E, por causa disso, ela consegue também prever acontecimentos futuros – tendo até sonhos que podem se tornar bem reais.

Depois da morte da avó, Faith recebe uma carta escrita por ela com um pedido: que ela depositasse um buquê de Amarantos na sepultura dela no dia vinte e cinco de junho. Lá, ela deveria pensar nas flores, nos significados e mentalizar que tudo na vida é passageiro, até mesmo a dor. Na verdade, essa não foi a única morte dolorosa que Faith teve que enfrentar. Há sete meses atrás, Faith dormiu enquanto dirigia e por isso sofreu um acidente de carro junto com o seu marido. O carro caiu numa ribanceira indo direto para o mar e o marido de Faith foi dado como morto, já que ninguém conseguiu encontrar o corpo. Além disso ela estava grávida e acabou perdendo o bebê.

Faith segue o pedido da avó e no cemitério acaba conhecendo Rowan Allers. Ele estava no túmulo da irmã, que havia sido assassinada por um serial killer, ainda não identificado. Sentindo uma conexão com Rowan e com a história, ela acaba o ajudando na investigação desse estranho crime…

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