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Resenha: Doutor Sono

DOUTOR_SONO_1416183974319185SK1416183974BMais de trinta anos depois, Stephen King revela a seus leitores o que aconteceu a Danny Torrance, o garoto no centro de O iluminado, depois de sua terrível experiência no Overlook Hotel. Em Doutor Sono, King dá continuidade a essa história, contando a vida de Dan, agora um homem de meia-idade, e Abra Stone, uma menina de 12 anos com um grande poder.

Assombrado pelos habitantes do Overlook Hotel, onde passou um ano terrível de sua infância, Dan ficou à deriva por décadas, desesperado para se livrar do legado de alcoolismo e violência do pai. Finalmente, ele se instala em uma cidade de New Hampshire, onde encontra abrigo em uma comunidade do Alcoólicos Anônimos que o apoia e um emprego em uma casa de repouso, onde seu poder remanescente da iluminação fornece o conforto final para aqueles que estão morrendo. Ajudado por um gato que prevê a morte dos pacientes, ele se torna o Doutor Sono.
Então Dan conhece Abra Stone, uma menina com um dom espetacular, a iluminação mais forte que já se viu. Ela desperta os demônios de seu passado e Dan se vê envolvido em uma batalha pela alma e sobrevivência dela. Uma guerra épica entre o bem e o mal, uma sangrenta e gloriosa história que vai emocionar os milhões de fãs de O Iluminado e satisfazer os leitores deste novo clássico da obra de King.

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Resenha: Apenas os Inocentes

Apesar de ter acabado de ler outro thriller da Record, não resisti a mais um e solicitei Apenas os Inocentes, da estreante inglesa Rachel Abbott. Fuçando sua biografia no final do livro, descobri que esse foi um livro publicado de maneira independente, através da plataforma da Amazon para o Kindle. Ótimo: bom ver que não são apenas os romances, os eróticos e os New Adults que despontam nesse mercado de independentes. A sinopse, até mais do que a capa, me instigou e me fez querer botar as mãos no livro, apesar de já saber o que esperar em um livro sobre crimes sexuais. Um pouco imaturo, mas bastante intrigante, Apenas os Inocentes é uma leitura bastante válida para fãs de thrillers – mas com alguma cautela.

“AS MULHERES NÃO MATAM A SANGUE-FRIO. A NÃO SER QUE TENHAM UM MOTIVO PARA FAZÊ-LO.

Hugo Fletcher parece ser o homem perfeito. Bonito, rico, uma reputação impecável; não é à toa que a mídia o adora. O fato de ser encontrado morto, nu e amarrado a uma cama em seu apartamento em Londres não combina com a imagem que todos têm dele. Para o inspetor-chefe Tom Douglas, uma coisa é clara: cada aspecto da cena do crime o leva a desconfiar de que o culpado é uma mulher.

Na busca pelo assassino, Tom descobre os detalhes mais hediondos e chocantes da vida pessoal da vítima longe dos holofotes. Quando a investigação chega a um ponto crucial, ele começa a perceber que o caso se trata de algo muito maior do que um simples assassinato. E isso o deixa em um terrível dilema: quando se trata de homens como Hugo Fletcher, os culpados devem ser punidos? Ou os inocentes devem ser protegidos?” Fonte

Amor é uma emoção poderosa, mas não é nada em comparação ao rebote físico do ódio.




Resenha: Sonhos Despedaçados

Foi difícil vir aqui fazer a resenha desse livro. Ele foi um título da Novo Conceito que me interessou imediatamente, assim que coloquei meus olhos nessa sinopse incrível. O problema é que eu não imaginava que a única coisa boa do livro fosse exatamente a sinopse. Por isso mesmo essa resenha é difícil, porque não há outra a dizer sobre Sonhos Despedaçados além de é um livro muito, muito ruim.

“Em uma casa abandonada, um grupo de adolescentes joga Verdade ou Desafio. Antes de a noite acabar, a garota mais popular da escola desaparece como se fosse por mágica. Recém-chegada à cidade, Trinity preferiria não ter as visões que a atormentam tanto… Agora ela precisa agir rápido, porque todas as suspeitas levam até ela. Cheio de reviravoltas e sustos, Sonhos Despedaçados é leitura obrigatória para quem gosta de tramas com desfechos imprevisíveis. Os cenários ajudam a compor o mistério, e podem ser os cemitérios antigos de Nova Orleans ou os destroços deixados pelo furacão Katrina. O único problema: você não vai ter coragem de ler este livro quando estiver sozinho em casa.” Fonte

Odeio dormir porque odeio a sensação que tenho ao acordar…




Resenha: Mentirosos

Recebi a prova de Mentirosos, da autora E. Lockart, quando eu e a Lucy visitamos a Editora Companhia das Letras/ Seguinte, no primeiro dia da Bienal. A editora fez um kit lindo para os blogueiros, com sacola, mimos e, claro, livros. Separamos aqui entre as colunistas e eu fiquei com essa obra, pois do jeito que o pessoal na editora falou, fiquei interessadíssima. Para vocês terem um gostinho, a única coisa que eu sabia sobre o livro era que havia um mistério terrível e que, quanto menos se soubesse sobre ele, melhor, de maneira que, se vocês ficarem com um pouco de receio de ler essa resenha, vou entender. Mas fiquem tranquilos, não há spoilers; seria um pecado estragar o final do ótimo Mentirosos.

“Cadence vem de uma família rica, chefiada por um patriarca que possui uma ilha particular no Cabo Cod, onde a família toda passa o verão. Cadence, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat (os quatro “Mentirosos”) são inseparáveis desde os oito anos. Durante o verão de seus quinze anos, porém, Cadence sofre um misterioso acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos, tentando juntar as lembranças sobre o que aconteceu.” Fonte

Minha mente está brincando com as palavras como sempre faz.




Resenha: Príncipe da Noite

Devo confessar que não botava muita fé neste livro de Germano Pereira. Pela sinopse deduzi ser apenas mais um romance erótico, talvez com um pouco de suspense, mais um em um mar de muitos. Mas fui deliciosamente surpreendido, o Príncipe da Noite envolve e surpreende, mas como todo ser humano tem suas falhas também.

“Toda manhã, o psicanalista Gabriel se surpreende ao acordar: sempre encontra uma mulher diferente dormindo ao seu lado. Ele nunca se lembra do seu nome, nem da maneira como a conheceu. A única coisa que resta de suas aventuras noturnas é um lapso de memória. Mas esta noite tudo se repetirá: quando cruzar com uma bela mulher, na noite seguinte, perderá o controle de quem é, porque o seu outro “eu” é capaz de tudo para satisfazer seus desejos mais primitivos. Mantendo esse segredo somente para si, Gabriel leva uma vida aparentemente normal na grande Londres, ouvindo diariamente os problemas de seus pacientes, enquanto tenta fugir das loucuras de sua ex-namorada. Mas nada é verdadeiramente normal para um homem que pode ser controlado pelo Príncipe da Noite…” (Fonte: Skoob)

“Por que não nos lembramos muitas vezes daquilo que deveríamos ter a obrigação de lembrar?

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