Posts com a tag ‘Suspense’


Resenha: A Febre

A Febre foi minha primeira leitura de 2016. Eu o escolhi porque a sinopse prometia: garotas adolescentes começam a cair como moscas em uma escola. Qual seria a causa desses ataques? Teria a ver com o efeito colateral de uma vacina contra HPV ou algo muito mais sombrio? É impossível não ficar curioso. Coloquei outras opções de leitura de lado e comecei a ler. O veredito? Não é um livro ruim, mas também não é tão bom quanto eu pensava. Fica ali, no terreno incerto do “mais ou menos”.

afebre“Na Escola Secundária de Dryden, Deenie, Lise e Gabby formam um trio inseparável. Filha do professor de química e irmã de um popular jogador de hóquei da escola, Deenie irradia a vulnerabilidade de uma típica adolescente de 16 anos. Quando Lise sofre uma inexplicável e violenta convulsão no meio de uma aula, ninguém sabe como reagir.
Os boatos começam a se espalhar na mesma velocidade que outras meninas passam a ter desmaios, convulsões e tiques nervosos, deixando os médicos intrigados e os pais apavorados. Os ataques seriam efeito colateral de uma vacina contra HPV? Teriam a ver com o lago contaminado? Ou seria o início de algo muito pior?
Envoltos em teorias e especulações, o pânico rapidamente se alastra pela escola e pela cidade, ameaçando a frágil sensação de segurança daquelas pessoas, que não conseguem compreender a causa da doença terrível e misteriosa.” Fonte

Crescer parecia uma série de ‘depois’ atordoantes.




Resenha: Revival

Ler um novo livro de Stephen King é como reencontrar um velho amigo. Vocês sabem como são os amigos: às vezes a gente fica longe, às vezes a gente se desentende, outras vezes não desgruda, passa horas e horas junto sem cansar, nem sempre a gente concorda, mas sempre se respeita e, seja lá como for, alguns amigos – os melhores – são para sempre. E King é um desses amigos.

revival“Em uma cidadezinha na Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra recai sobre um menino que brinca com seus soldadinhos de plástico no quintal. Jamie Morton olha para o alto e vê a figura impressionante do novo pastor. O reverendo Charles Jacobs, junto com a bela esposa e o filho, chegam para reacender a fé local. Homens e meninos, mulheres e garotas, todos ficam encantados pela família perfeita e os sermões contagiantes.
Jamie e o reverendo passam a compartilhar um elo ainda mais forte, baseado em uma obsessão secreta. Até que uma desgraça atinge Jacobs e o faz ser banido da cidade.
Décadas depois, Jamie carrega seus próprios demônios. Integrante de uma banda que vive na estrada, ele leva uma vida nômade no mais puro estilo sexo, drogas e rock and roll, fugindo da própria tragédia familiar. Agora, com trinta e poucos anos, viciado em heroína, perdido, desesperado, Jamie reencontra o antigo pastor. O elo que os unia se transforma em um pacto que assustaria até o diabo, com sérias consequências para os dois, e Jamie percebe que “reviver” pode adquirir vários significados.” Fonte

A curiosidade é uma coisa terrível, mas humana. Humana demais.




Resenha: Gelo Negro

No meu último Top Tem Tuesday, eu mencionei alguns autores que mereceram destaque em 2015 e Becca Fitzpatrick fazia parte da lista. Sério, ela escreve bem, a narrativa do livro foi bem viciante, a leitura fluiu, algumas passagens são muito bem feitas, porém… Sabe aquele livro que você pega para ler e parece MUITO com um filme de suspense que você assiste às noites de sábado, ou mesmo em uma sessão da tarde? Foi essa a sensação que eu tive ao ler Gelo Negro. Foi o primeiro livro que li de Becca Fitzpatrick e, sinceramente, poderia ter sido muito melhor.

GELO_NEGROSinopse: Britt Pfeiffer passou meses se preparando para uma trilha na Cordilheira Teton, um lugar cheio de mistérios. Antes mesmo de chegar à cabana nas montanhas, ela e a melhor amiga, Korbie, enfrentam uma nevasca avassaladora e são obrigadas a abandonar o carro e procurar ajuda. As duas acabam sendo acolhidas por dois homens atraentes e imaginam que estão em segurança.

Os homens, porém, são criminosos foragidos e as fazem reféns. Para sobreviver, Britt precisará enfrentar o frio e a neve para guiar os sequestradores para fora das montanhas. Durante a arriscada jornada em meio à natureza selvagem, um homem se mostra mais um aliado do que um inimigo, e Britt acaba se deixando envolver. Será que ela pode confiar nele? Sua vida dependerá dessa resposta. Fonte

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Resenha: Joyland

Um pequeJOYLAND_1436504852302105SK1436504852Bno conselho: não se aventure na roda-gigante em uma noite chuvosa.

Carolina do Norte, 1973. O universitário Devin Jones começa um trabalho temporário no parque Joyland, esperando esquecer a namorada que partiu seu coração. Mas é outra garota que acaba mudando seu mundo para sempre: a vítima de um serial killer.

Linda Grey foi morta no parque há anos, e diz a lenda que seu espírito ainda assombra o trem fantasma. Não demora para que Devin embarque em sua própria investigação, tentando juntar as pontas soltas do caso. O assassino ainda está à solta, mas o espírito de Linda precisa ser libertado — e para isso Dev conta com a ajuda de Mike, um menino com um dom especial e uma doença séria.

O destino de uma criança e a realidade sombria da vida vêm à tona neste eletrizante mistério sobre amar e perder, sobre crescer e envelhecer — e sobre aqueles que sequer tiveram a chance de passar por essas experiências porque a morte lhes chegou cedo demais. (Fonte)

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Resenha: Quarto

Sabe quando você não consegue fazer mais nada a não ser ler aquele livro? Foi o que aconteceu com Quarto, de Emma Donoghue. O livro é uma edição da Verus de 2011, que finalmente consegui em uma troca no Skoob (estava namorando a obra há tempos). Comecei a leitura no sábado, continuei no domingo e hoje não sosseguei enquanto não terminei; devorei mais de 200 páginas num dia até terminar. Com uma narração original (e genial), personagens excepcionais e sensíveis e uma trama que se divide entre a tensão e o drama, Quarto é, certamente, um livro que você deve parar tudo o que está fazendo e ler agora mesmo.

quarto“Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o quarto é o único mundo que conhece. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, dormem e brincam. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la.

O quarto é a casa de Jack, mas, para sua mãe, é a prisão onde o velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. Então, ela elabora um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.” Fonte

Quando eu tinha quatro anos, não sabia do mundo, achava que era tudo história.

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