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Resenha: A Metade Sombria

Ficha técnica:

Título: A Metade Sombria

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 464

Editora: Suma

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Sinopse:

“Criar George Stark foi fácil. Se livrar dele, nem tanto.
Há anos, Thad Beaumont vem escrevendo, sob o pseudônimo George Stark, thrillers violentos que pagam as contas da família, mas não são considerados “livros sérios” pelo escritor. Quando um jornalista ameaça expor o segredo, Thad decide abrir o jogo primeiro, e dá um fim público ao pseudônimo.
Beaumont volta a escrever sob o próprio nome, e seu alter ego ameaçador está definitivamente enterrado. Tudo vai bem. Até que uma série de assassinatos tem início, e todas as pistas apontam para Thad. Ele gostaria de poder dizer que é inocente, que não participou dos atos monstruosos acontecendo ao seu redor. Mas a verdade é que George Stark não ficou feliz de ser dispensado tão facilmente, e está de volta para perseguir os responsáveis por sua morte.”

Mais um relançamento de um clássico do mestre Stephen King na coleção capa dura da Biblioteca Stephen King da Suma. Essa coleção é tão linda e caprichada que dá vontade de abraçar os livros, e essa foi minha edição preferida: a capa roxa, os pássaros voando nas páginas, enfim, todo o projeto gráfico ficou incrível. E, além disso, o original ganhou nova tradução da competentíssima Regiane Winarski.

Mas e a história? Vale a pena?

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Resenha: Celular

Ficha técnica:

Nome: Celular

Autor: Stephen King

Tradutora: Fabiano Morais

Páginas: 384

Editora: Suma

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Sinopse:

Onde você estava no dia 1.º de outubro? O protagonista Clay Riddell estava em Boston, quando o inferno surgiu diante de seus olhos. Bastou um toque de celular para que tudo se transformasse em carnificina. Stephen King – que já nos assustou com gatos, cachorros, palhaços, vampiros, lobisomens, alienígenas e fantasmas, entre outros personagens malévolos – elegeu os zumbis como responsáveis pelo caos desta vez.

Depois de anos de tentativas frustradas, o artista gráfico Clay Riddell finalmente consegue vender um de seus livros de histórias em quadrinhos. Para comemorar, decide tomar um sorvete. Mas, antes de poder saboreá-lo, as pessoas ao seu redor, que por acaso falavam ao celular naquele momento, enlouquecem.

Fora de si, começam a atacar e matar quem passa pela frente. Carros e caminhões colidem e avançam pelas calçadas em alta velocidade, destruindo tudo. Aviões batem nos prédios. Ouvem-se tiros e explosões vindos de todas as partes.

Neste cenário de horror, Clay usa seu pesado portfolio para defender um homem prestes a ser abatido, Tom McCourt, e eles se tornam amigos. Juntos, eles resgatam Alice Maxwell, uma menina de 15 anos que sobreviveu a um ataque da própria mãe.

Os três sortudos – entre outros poucos que estavam sem celular naquele dia – tentam se proteger ao mesmo tempo em que buscam desesperadamente o filho de Clay. Assim, em ritmo alucinante, se desenrola esta história. O desafio é sobreviver num mundo virado às avessas. Será possível?

Celular era um livro do Stephen King que sempre tive curiosidade de ler, mesmo após ter visto o filme (que, na minha humilde opinião, é do tipo “não perca seu tempo”). Apesar disso, ainda via o livro com bons olhos, pois me parecia ser uma história de zumbis que subvertia os clichês do gênero, com toda a ideia dos celulares etc. Isso acontece? Sim. A ideia é bem legal e King consegue ir além, inserindo aspectos sobrenaturais que tornam a coisa toda bem diferente. Mas tem um “mas”, não é?

Sim, tem um “mas”.
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Resenha: Outsider

Ficha técnica:

Nome: Outsider

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 528

Editora: Suma

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Sinopse:

O corpo de um menino de onze anos é encontrado abandonado no parque de Flint City, brutalmente assassinado. Testemunhas e impressões digitais apontam o criminoso como uma das figuras mais conhecidas da cidade — Terry Maitland, treinador da Liga Infantil de beisebol, professor de inglês, casado e pai de duas filhas.

O detetive Ralph Anderson não hesita em ordenar uma prisão rápida e bastante pública, fazendo com que em pouco tempo toda a cidade saiba que o Treinador T é o principal suspeito do crime. Maitland tem um álibi, mas Anderson e o promotor público logo têm amostras de DNA para corroborar a acusação. O caso parece resolvido.

Mas conforme a investigação se desenrola, a história se transforma em uma montanha-russa, cheia de tensão e suspense. Terry Maitland parece ser uma boa pessoa, mas será que isso não passa de uma máscara? A aterrorizante resposta é o que faz desta uma das histórias mais perturbadoras de Stephen King.

Fiquei muito curiosa quando vi o lançamento de Outsider. Ele é mais uma das obras policiais de Stephen King, a exemplo da Trilogia Bill Hodges (resenhas aqui, aqui e aqui) – e, aliás, com grandes referências a esses livros (o que não é nenhum spoiler, afinal a própria Editora Suma faz propaganda disso, e devo dizer que animei mais quando soube!). Porém, aqui temos um novo detetive, Ralph Anderson, e um crime impossível: um assassino brutal que aparentemente estava em dois lugares ao mesmo tempo.

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Resenha: A Pequena Caixa de Gwendy

Ficha técnica:

Nome: A Pequena Caixa de Gwendy

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 168

Editora: Suma

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Sinopse:

A pequena cidade de Castle Rock testemunhou alguns eventos estranhos ao longo dos anos, mas existe uma história que nunca foi contada… até agora.

Viaje de volta a Castle Rock nesta história eletrizante de Stephen King, o mestre do terror, e Richard Chizmar, autor premiado de A Long December. O universo misterioso e assustador dessa pacata cidadezinha do Maine já foi cenário de outros clássicos de King, como Cujo e A zona morta, e deu origem à série de TV da Hulu.

Há três caminhos para subir até Castle View a partir da cidade de Castle Rock: pela rodovia 117, pela Estrada Pleasant e pela Escada Suicida. Em todos os dias do verão de 1974, Gwendy Peterson, de doze anos, vai pela escada, que fica presa por parafusos de ferro fortes (ainda que enferrujados pelo tempo) e sobe em ziguezague pela encosta do penhasco.

Certo dia, um estranho a chama do alto: “Ei, garota. Vem aqui um pouco. A gente precisa conversar, você e eu”. Em um banco na sombra, perto do caminho de cascalho que leva da escada até o Parque Recreativo de Castle View, há um homem de calça jeans preta, casaco preto e uma camisa branca desabotoada no alto. Na cabeça tem um chapeuzinho preto arrumado.

Vai chegar um dia em que Gwendy terá pesadelos com isso.

A Pequena Caixa de Gwendy não é um livro como os outros do Stephen King. Falo isso como algo positivo, pois isso significa que o autor ainda é capaz de surpreender e de se reinventar, mesmo após tantos anos de estrada. Bem, para começar, nem é um livro só dele, mas em parceria com o autor Richard Chizmar (A Long December). E outra coisa bem diferente: é um livro curto, curtíssimo, para ler em uma sentada.

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Resenha: A Incendiária

Ficha técnica:

Nome: A Incendiária

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 448

Editora: Suma

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Sinopse: Uma criança com o poder mais extraordinário e incontrolável de todos os tempos. Um poder capaz de destruir o mundo. Após anos esgotado no Brasil, A Incendiária volta às livrarias como parte da Biblioteca Stephen King, coleção de clássicos do mestre do terror em edição especial com capa dura e conteúdo extra. No livro, Andy e Vicky eram apenas universitários precisando de uma grana extra quando se voluntariaram para um experimento científico comandado por uma organização governamental clandestina conhecida como “a Oficina”. As consequências foram o surgimento de estranhos poderes psíquicos — que tomaram efeitos ainda mais perigosos quando os dois se apaixonaram e tiveram uma filha. Desde pequena, Charlie demonstra ter herdado um poder absoluto e incontrolável. Pirocinética, a garota é capaz de criar fogo com a mente. Agora o governo está à caça da garotinha, tentando capturála e utilizar seu poder como arma militar. Impotentes e cada vez mais acuados, pai e filha percorrem o país em uma fuga desesperada, e percebem que o poder de Charlie pode ser sua única chance de escapar.

A Incendiária é uma obra originalmente lançada em 1980 nos Estados Unidos do mestre Stephen King. Foi lançada aqui no Brasil anos depois, em uma edição que hoje se encontra esgotada; em 2018, porém, a Suma decidiu relançar o livro na Coleção Biblioteca Stephen King, com uma nova tradução, em uma edição capa dura lindíssima com detalhes em relevo e ilustrações nas primeiras páginas de cada capítulo, bem como um posfácio a mais no final da obra. É daquelas edições para se admirar e ter na estante, de verdade. E foi com esta nova edição que fiz minha primeira leitura desta obra clássica do mestre.

O poder ainda estava crescendo.



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