Posts com a tag ‘terror’


Resenha: A Tribo

“Apenas em e-book. Adaptado para o cinema por Steven Spielberg, o conto “Encurralado”, de Richard Matheson, ganhou fama e influenciou diversas histórias e gerações. Quase quarenta anos depois de escrito, ele inspira os mestres do terror Joe Hill e Stephen King em sua primeira parceria. Nesta homenagem, um bando de motoqueiros conhecido como a Tribo corre livre pelas autoestradas norte-americanas. Depois de cometerem dois assassinatos brutais e ainda desnorteados, eles decidem fazer uma parada em um restaurante, sem imaginar que essa será a pior escolha de suas vidas. No estacionamento ao lado, caminhões se espalham pelo pátio e um deles em especial se tornará o pesadelo dos motoqueiros. Dirigido por um motorista sem rosto, ele inicia uma perseguição implacável à Tribo em uma das estradas mais desertas dos Estados Unidos. Neste conto eletrizante, Joe Hill e Stephen King elevam a adrenalina ao máximo e não deixam que o leitor escape antes da última página.” Fonte

Comprei esse conto com muita expectativa, afinal, ele foi escrito por Stephen King e Joe Hill, pai e filho (e eu não sabia disso até achar esse e-book), dois mestres de terror. Eu ainda não tinha lido nada do Joe Hill, mas meu marido leu A Estrada da Noite e gostou muito. Quanto ao King… bem, todos que acompanham o blog sabem o quanto eu gosto dele.

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A Cuca Recomenda em outras palavras: Morgan, o único

Por que esse título enorme para o post, vocês se perguntam? Bem, é porque a Cuca hoje veio acompanhada do marido dela para falar de mais um livro brasileiríssimo. O quê?! Como assim a Cuca tem marido? Mas é claro que tem, a Cuca é quase um símbolo sexual, ela deixa os homens (e os jacarés) caidinhos por ela em qualquer lugar por onde passa. (Olha só como eu sou linda!) Então hoje é dia de A Cuca Recomenda, mas também de Em outras palavras. Comentários da Cuca em verde (claro!) e do Felipe em azul.

“‘Não! Eu não pedi para que isto acontecesse. Mesmo assim despertei donde jamais poderia ter despertado. Foi um sono intranquilo, e o despertar mais tenebroso que uma pobre alma poderia ter. Não era mais o mesmo, mas estava ali, nem vivo, nem morto… Simplesmente estava ali, desperto!’ Morgan, um homem de vida simples morre num trágico acidente dirigindo um infame Fusca Abacate. Mas tudo piora quando ele desperta exatos sete dias após sua morte. Então ele emerge da sepultura, transformado numa criatura horrenda e cheia de conflitos. Um agouro da coruja que testemunhou seu despertar prenunciou dias sombrios para Morgan e sua terra. Naquela noite um zumbi nasceu para o mundo. Nem morto, nem vivo, em uma nova e inesperada situação. Sem saber o que fazer, ou o quem era Morgan ressurgiu único com seus vermes para um novo mundo. Um mundo intolerante ao diferente. Um mundo com medo de mortos que teimam em não morrer, um mundo em que zumbis não podem amar! Não podem existir! Você já ouviu muitas histórias dos homens sobre mortos-vivos, é chegada á vez e ouvir a versão de um zumbi. Conheça Morgan: o único.” Fonte

Não era mais o mesmo, mas estava ali, nem vivo, nem morto… Simplesmente estava ali, desperto!




A Cuca Recomenda: Apocalipse Zumbi – Os Primeiros Anos

Sempre tive muita curiosidade para ler esse livro. Apocalipse Zumbi, de Alexandre Callari, foi o primeiro livro nacional do gênero. E eu sou completamente fascinada por zumbis. Leio/assisto/devoro tudo o que encontro sobre o assunto. Por todos esses motivos, esse era um livro pelo qual eu ansiava muito e, claro, construí expectativas. No entanto, mesmo que eu não as tivesse criado, acredito que ainda assim me decepcionaria. Eu queria muito gostar desse livro, queria mesmo, mas não consegui. Encarem essa resenha quase como um desabafo. E é mesmo.

“O caos reina no mundo. A civilização entrou em colapso. As comunicações, a energia elétrica e a vida em sociedade, como a conhecemos, praticamente se extinguiram. Nem toda nossa tecnologia foi capaz de nos proteger e evitar que dois terços da humanidade morressem. Os poucos que sobreviveram estão exaustos e tentam reunir o que ainda resta das suas forças e recursos para se manterem vivos. E, para piorar, eles não estão a sós. Dia e noite, são perseguidos pelos contaminados – sempre à espreita com seus olhos vermelhos, pele pálida, dentes podres e uma terrível sede de sangue e de carne humana. Nesse cenário de terror e desesperança, Manes luta desesperadamente para manter sua comunidade unida. Ela subsiste em uma construção cercada por paredes de concreto chamada Quartel. Porém, quando alguns de seus membros estão em apuros do lado de fora, sendo cruelmente caçados pelos contaminados, Manes parte para resgatá-los. A sua ausência e a chegada do enigmático Dujas abalam severamente o tênue equilíbrio interno do Quartel, colocando em risco a vida de todos. O perigo e o medo tomarão conta deste, que é um dos poucos redutos em que homens e mulheres vivem em “segurança”. Cheio de intrigas, mistério e horror, Apocalipse Zumbi é uma aventura de ficção eletrizante, com muitos elementos de realidade que mexerão com a mente e o coração dos leitores. Alexandre Callari oferece nesta obra o melhor do gênero zumbis e, ao mesmo tempo, cria um mundo à parte, que conta com suas próprias regras e lógica. Bem-vindo ao universo de Apocalipse Zumbi!” Fonte

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Resenha dupla: A Síndrome E

Olá pessoal! Aqui quem fala é a Karen e a Lucy e, como nós duas lemos quase ao mesmo tempo esse novo thiller da Intrínseca, A Síndrome E., de Franck Thilliez, resolvemos fazer uma resenha dupla dele. Só de ler a sinopse o livro já desperta a curiosidade e cria expectativas, porém ele não era tudo aquilo que esperávamos. A Síndrome E decepcionou um pouco, apesar de ser um bom livro. ‘Bora lá saber o que a gente achou dele?

Sinopse: “Um estranho caso vem atrapalhar as férias de verão de Lucie Hennebelle, tenente de polícia em Lille. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir a um filme mudo, anônimo, com um roteiro enigmático, concebido por uma mente doentia. Simultaneamente, o comissário Franck Sharko, veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental na Divisão de Repressão à Violência, passa por um tratamento na tentativa de curar a esquizofrenia.

No norte da França, cinco cadáveres não identificados foram encontrados sepultados a dois metros de profundidade mutilados de maneira atroz e em estado de decomposição avançada e Sharko cede ao chamado da aventura. Enquanto Lucie descobre os horrores escondidos no estranho filme, um misterioso informante do Canadá aponta-lhe o elo entre aquele rolo e os cinco cadáveres.

Um único e mesmo caso, graças ao qual Lucie e Sharko, tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos em sua concepção do ofício, irão se encontrar. Das favelas do Cairo aos orfanatos do Canadá nos anos 1950, os dois colegas irão se deparar com um mal desconhecido, batizado como “síndrome E”. Uma realidade assustadora que revela como o ser humano pode ser capaz das maiores atrocidades.” Fonte

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Resenha: Nada

Apesar da minha extensa experiência em leituras de terror, horror e suspense, inclusive escrevendo histórias do gênero, nada poderia ter me preparado para esse livro, de maneira que eu ainda estou um pouco atordoada após a leitura de Nada, da autora dinamarquesa Janne Teller. Deliciosamente macabro e perturbador, esse livro é ao mesmo tempo fácil de devorar e incrivelmente difícil de digerir. E é exatamente essa sensação que perdura após a leitura que o faz ainda mais magnífico.

““Nada importa.” “Você começa a morrer no instante em que nasce.” Pierre Anthon está no sétimo ano e tem certeza de que nada importa na vida. Por isso, passa os dias sobre os galhos de uma ameixeira, tentando convencer seus companheiros de classe a pensar do mesmo modo. No entanto, diante da recusa do menino de descer da árvore, seus colegas decidem fazer uma pilha de objetos dotados de significado, e com isso esperam persuadi-lo de que está errado. Mas aos poucos a pilha se torna um monumento mórbido, colocando em xeque a fé e a inocência da juventude.” Fonte

É com essa premissa que Nada começa. Insatisfeito, revoltado e cansado da vida, Pierre Anthon resolve se refugiar em uma ameixeira, filosofando sobre a efemeridade e a total falta de sentido da nossa passagem no mundo, atirando ameixas e caroços nos colegas de sala. Estes, por sua vez, sentem-se ultrajados pelas palavras duras de Pierre Anthon e tornam-se irritadiços e estressados ao serem obrigados ao lidar com essa situação insustentável na qual o colega vai tirando, aos poucos, o sentido de suas vidas com suas palavras cruéis. Eles resolvem, então, que devem retirar Pierre Anthon de cima da ameixeira de qualquer maneira; tentam de tudo, xingamentos, bater no garoto e até atirar-lhe pedras. (Repararam que eu insisti em usar o nome completo dele? Pois é assim que o livro faz também: cada um tem um nome ou título, como o piedoso Kaj, a bela Rosa e por aí vai.) Nada adianta: o garoto está totalmente convencido de que nada importa. E é aí que os seus colegas tem uma outra ideia para mostrar a Pierre Anthon que existe algo sim que importa e, de quebra, eles mesmos tentam encontrar esse tal significado para suas vidas. Eles decidem construir uma pilha de significados.

Nada importa.

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