Posts com a tag ‘terror’


A Cuca Recomenda: Um ano de medo

abismoTem novidade no ar. Quem aqui gosta de uma boa história de terror?

Foi pensando nesses leitores masoquistas que um grupo de escritores resolveu colocar em prática um projeto ambicioso: 365 dias no ano, 365 contos de terror – um conto por dia em Um ano de medo. O projeto começou nessa segunda-feira, dia 7, porém os escritores prometem compensar os primeiros 6 dias e ainda, no final do ano, produzir uma antologia dessas histórias.

Então, para quem está a fim de ficar com medo e ler boa literatura – e de graça! – é só acessar o blog clicando aqui. Ótima leitura para as madrugadas escuras e solitárias. Corra para debaixo dos cobertores e inicie sua leitura!

Preparados para o terror?




A Cuca Recomenda: Noites Negras de Natal e outras histórias

Noites_Negras_de_NatalUm bom Natal para todos! E como hoje é Natal, vim aqui recomendar um livro de Natal – só que o pequeno detalhe é que é um livro de terror natalino! Que tal se aterrorizar nessa data? Então leia Noites Negras de Natal e outras histórias. Abaixo o release do lançamento:

As autoras Karen Alvares (sim, sou eu mesma!) e Melissa de Sá (nossa amiga e talentosa autora, dona do nosso parceiro Livros de Fantasia) unem as forças e as palavras numa seleção de contos de terror especiais para este Natal, com publicação em e-book em diversos formatos, inclusive para Kindle a ser vendido na Amazon.com.br e para o Kobo. 

Ficou curioso?

Um Natal de terror!




Resenha: A Passagem

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” Fonte

O primeiro ponto positivo que preciso falar sobre esse livro é muito simples: ele é sobre vampiros. Vampiros de verdade. OK, eles tem algumas alterações da lenda original e eles geram um apocalipse (o que é muito legal!), mas eles definitivamente não são frescos e bonitinhos, pelo contrário, são bárbaros, famintos e destroem tudo o que encontram pela frente.

Vampiros de verdade!!!




Em outras palavras: Sob a redoma

Bom dia, boa tarde, boa noite! (dependendo do horário da sua leitura rs).

Hoje vou postar uma resenha que é de um leitora especialmente convidada. Como ela é fã inveterada de Stephen King e leu o Sob a redoma, antes de sua tradução, eu sugeri que ela fizesse uma resenha do livro para postar aqui no blog.

Pois, bem! Minha amiga Drik@ gostou da ideia e eis aqui sua resenha. Espero que gostem.

Sinopse: Em um dia como outro qualquer em Chester’s Mill, no Maine, a pequena cidade é subitamente isolada do resto do mundo por um campo de força invisível. Aviões explodem quando tentam atravessá-lo e pessoas trabalhando em cidades vizinhas são separadas de suas famílias. Ninguém consegue entender o que é esta barreira, de onde ela veio e quando — ou se — ela irá desaparecer. Os moradores de Chester’s Mill percebem que terão de lutar por sua sobrevivência. Pessoas morrem, aparelhos eletrônicos entram em pane ao se aproximar da redoma e a situação fica ainda mais grave quando a cidade se vê exposta às graves consequências ecológicas da barreira. Para piorar a situação, James “Big Jim” Rennie, político dissimulado e um dos três membros do conselho executivo da cidade, usa a redoma como um meio de dominar a cidade. Enquanto isso, o veterano da guerra do Iraque, Dale Barbara, é reincorporado ao serviço militar e promovido à posição de coronel. Big Jim, insatisfeito com a perda de autoridade que tal manobra poderia significar, encoraja um sentimento local de pânico para aumentar seu poder de influência. O veterano se une a um grupo de moradores para manter a situação sob controle e impedir que o caos se instaure. Junto a ele estão a proprietária do jornal local, uma enfermeira, uma vereadora e três crianças destemidas. No entanto, Big Jim está disposto até a matar para continuar no poder, apoiado por seu filho, que guarda a sete chaves um segredo. Mas os efeitos da redoma e das manobras políticas de Jim Rennie não são as únicas preocupações dos habitantes. O isolamento expõe os medos e as ambições de cada um, até os sentimentos mais reprimidos. Assim, enquanto correm contra o pouco tempo que têm para descobrir a origem da redoma e uma forma de desfazê-la, ainda terão de combater a crueldade humana em sua forma mais primitiva. Fonte

Benvindo à Chester’s Mill!




Resenha: Falsa Submissão

“Chicotes, roupas justas de vinil negro, um cachorro dinamarquês. O prazer bizarro do sadomasoquismo não fazia muito sentido para Nora Tibbs, jornalista de uma cidadezinha da Califórnia. Isto até o brutal assassinato da irmã. Obcecada pela ideia de encontrar o criminoso, Nora se deixa conduzir pelo misterioso M. por um mundo de jogos perversos, sem regras ou limites, descobrindo os desejos mais primitivos e sensações antes inimagináveis. Atraída pelo magnetismo excêntrico de M., ela só não desconfia que a morte acompanha seus passos e pode até estar ao seu lado, na cama.
Suspense com altas doses do mais inusitado tipo de erotismo estão em Falsa Submissão, uma história perturbadora que marca a estreia literária da americana Laura Reese.” Fonte

A primeira coisa a se destacar sobre esse livro é que, apesar de ele ter sido relançado pela Editora Record após essa modinha de eróticos ele, de longe, não é mais um dos livros pertencentes a essa modinha. Não leia  esperando aquele romance sensual e ligeiramente sadomasoquista, mas no fundo, romântico, estilo “Cinquenta Tons de Cinza”. Na verdade não espere nada parecido com algum livro assim, porque Falsa Submissão, além de ser diferente dese livro citado em vários sentidos, ele também tem uma escrita fluida e competente, o que não se pode dizer desses livros “em tons”. Aliás, esse livro e muitos outros da modinha podem ser considerados ingênuos, até mesmo infantis, se comparados ao thriller de Laura Reese. Falsa Submissão não é um livro para estômagos fracos e está muito longe de ser um romance “romântico”. Esse livro é um suspense brutal, cruel, aterrorizante, perturbador e magnífico.

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