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Resenha: O Segredo do Meu Marido

O Segredo do Meu Marido foi o primeiro livro que recebemos da nossa parceria com a Editora Intrínseca, mas eu já estava curiosa com ele há algum tempo, desde que o vi na livraria. Afinal de contas, como não ficar curiosa com um livro chamado “O Segredo do Meu Marido” e que, ainda por cima, tem uma sinopse instigante dessas? Enfim, peguei o livro para ler e… não me decepcionei! Apesar de ser, em termos, um drama familiar, que lida muito com as relações e sentimentos dos personagens, esse livro é também um suspense muito bem elaborado, daqueles que você fica na ponta da cadeira ao final de cada capítulo e não consegue parar de ler.

“Ela virou o envelope. Estava lacrado com um pedaço de fita adesiva amarelada. Quando a carta tinha sido escrita? Parecia velha, como se tivesse sido anos antes, mas não havia como saber ao certo. Imagine que seu marido tenha lhe escrito uma carta que deve ser aberta apenas quando ele morrer. Imagine também que essa carta revela seu pior e mais profundo segredo – algo com o potencial de destruir não apenas a vida que vocês construíram juntos, mas também a de outras pessoas. Imagine, então, que você encontra essa carta enquanto seu marido ainda está bem vivo… Cecilia Fitzpatrick tem tudo. É bem-sucedida no trabalho, um pilar da pequena comunidade em que vive, uma esposa e mãe dedicada. Sua vida é tão organizada e imaculada quanto sua casa. Mas uma carta vai mudar tudo, e não apenas para ela: Rachel e Tess mal conhecem Cecilia – ou uma à outra -, mas também estão prestes a sentir as repercussões do segredo do marido dela. Um romance emocionante, O Segredo do Meu Marido é um livro que nos convida a refletir até onde conhecemos nossos companheiros – e, em última instância, a nós mesmos.” Fonte

Você podia se esforçar o quanto quisesse para tentar imaginar a tragédia de outra pessoa – afogar-se em águas congelantes, viver numa cidade dividida por um muro -, mas nada dói de verdade até acontecer com você. Pior ainda, com seu filho.




Resenha: Não Voltarás

Ultimamente andei numa maré de livros “mais ou menos”, mas Não Voltarás, do autor sueco Hans Koppel, me salvou dessa onda de monotonia. O livro é um thriller incrível, daqueles de tirar o fôlego. Só de ler a sinopse já fiquei na ponta da cadeira e, quando comecei a lê-lo, a história certamente não me decepcionou. Com uma narrativa ágil, eficiente e (quase) sem enrolação, esse livro certamente vai fazê-lo perder o sono. E, como todo bom thriller, ele incomoda e deixa um vazio no peito quando o leitor termina suas últimas páginas.

“Mike Zetterberg vive com a esposa Ylva e a filha do casal numa pequena cidade praiana na Suécia. Uma noite, Ylva não volta para casa depois do trabalho. Mike acredita que ela só foi tomar um drinque com as amigas, mas, quando ela não aparece na manhã seguinte, ele começa a se preocupar. Enquanto Mike lida com as suspeitas da polícia e com o próprio desespero, ele nem desconfia de que sua esposa está viva e a apenas alguns passos de casa, presa num porão do outro lado da rua, atraída para uma trama horripilante de punição e vingança. Uma câmera de vigilância lhe permite ver sua família pela tela da TV. Eles não podem vê-la — e certamente não podem escutar seus gritos desesperados de socorro… Não voltarás é um livro eletrizante, que vai prender os leitores da primeira à última página.” Fonte

Aqueles que experimentaram a dor e a perda, e que foram confrontados com a incerteza dos que os rodeiam, muitas vezes dizem que o mais importante não é como os outros reagiram, mas o fato de que reagiram. Não importa como.




Resenha: Encontre-me

Recebemos Encontre-me como uma gentil cortesia surpresa da Globo Livros. Aliás, a campanha de marketing desse livro foi bem bacana; antes de enviarem o exemplar a editora enviou um envelope negro com um post-it colado, onde estava escrito “Encontre-me”. Quando o livro chegou, fiquei bem curiosa para lê-lo, mas por culpa da minha imensa pilha de leituras só pude lê-lo recentemente. Foi um livro que me empolgou desde a primeira linha, mas que do meio para o final deixou muito a desejar. Com uma escrita ágil e uma trama tensa, Encontre-me seria um livro incrível se apenas insistisse no ótimo suspense ao invés de se deixar levar por clichês exaustivos.

“Um clima de suspense crescente, narrado sob o ponto de vista de uma heroína com a cara do século 21: a descolada adolescente Wick Tate. Órfã de mãe, e filha de um violento criminoso, a garota só confia em seu aguçado instinto de sobrevivência quando se trata de cuidar de si mesma e da irmãzinha, Lilly. Não confia em ninguém – nem mesmo nos pais adotivos com quem ela e Lilly temporariamente vivem num confortável lar de classe média alta próximo à cidade de Atlanta. Por isso mesmo, tenta se garantir mantendo uma secreta e rentável “atividade extracurricular”. Faz investigações on-line sob encomenda para mulheres que suspeitam da fidelidade dos parceiros. Wick é uma hacker de mão cheia.

O peculiar estilo de vida de Wick sofre uma reviravolta quando Tessa Waye, uma antiga amiga de escola, é encontrada morta e o diário dela acaba nas mãos de Wick. Em meio às páginas, uma enigmática mensagem: “Encontre-me”. Aos poucos, Wick involuntariamente é enredada numa rede de mistério que se transforma num desafio pessoal, quando se descobre que Tessa foi assassinada – e que Lilly pode ser a próxima vítima. Para chegar à identidade do assassino, Wick terá de contar com todo seu talento em programação de computadores, além da ajuda constante do vizinho, com quem tem uma certa tensão sexual, Griff.

Com um enredo que mantém o leitor agarrado ao livro da primeira à última página, Encontre-me é o livro de estreia de Romily Bernard e o primeiro da trilogia homônima, “Encontre-Me”.” Fonte

Fingir ser normal faz com que você sinta que está sangrando até a morte.




Resenha: O Jantar

Aí eu li essa resenha bombástica e incrível no blog S2 Ler (sério, gente, é só a Mari indicar um livro que pimba, eu quero ler! Ela é ótima!) e fiquei roendo as unhas querendo ler O Jantar, do até então desconhecido autor (para mim), o holandês Herman Koch, lançado pela Editora Intrínseca esse ano. Minhas expectativas estavam altíssimas e dessa vez alegro-me em dizer: elas foram superadas. O livro ganhou 5 estrelas com louvor – na verdade ganharia 6, 7… 10! Thriller sensacional. ‘Bora lá entender porque esse livro me conquistou?

“Em uma noite de verão, dois casais se encontram em um restaurante elegante. Entre um gole e outro de vinho e o tilintar de talheres, a conversa mantém um tom gentil e educado, passando por assuntos triviais como o preço dos pratos, os aborrecimentos do trabalho, o próximo destino de férias. Mas as palavras vazias escondem um terrível conflito, e, a cada sorriso forçado e cada novo prato, o clima fica ainda mais tenso.

Um fenômeno best-seller internacional, um suspense sombrio, conto altamente controverso de suas famílias que lutam para tomar a decisão mais difícil de suas vidas no percorrer de uma refeição. (…) Assim como a civilidade e amizade desintegra-se cada casal mostra o quão longe eles estão dispostos a ir para proteger aqueles que ama. Uma escrita tensa e incrivelmente emocionante, contada por um narrador inesquecível, O Jantar promete ser o tema de inúmeros jantares. Espetando tudo, desde os valores dos pais, menus pretensiosos a convicções políticas, este romance revela o lado obscuro da gentil sociedade e pergunta o que cada um de nós faria em face de uma inimaginável tragédia.” Fonte

Era como se o prato vazio o desafiasse a tirar uma satisfação sobre ele, ir à cozinha aberta e exigir uma explicação. Você não ousaria!, dizia o prato, e ria da sua cara.




Resenha: Boneco de Neve

Depois de toda a campanha de marketing em cima desse lançamento da Record, eu fiquei ainda mais ansiosa para lê-lo, e olha que eu já queria assim que vi a lista de lançamentos. Afinal, é policial e tem na capa a frase “macabro e perturbador”, o que para mim é como um letreiro em neon dizendo “LEIA AGORA!”. Sou a leitor mais psicótica aqui do blog e, por isso, livros de terror – ou com algo disso – são comigo mesmo. Mas vou ser petulante e dizer que o The Guardian, que classificou o livro desse jeito, precisa ler mais livros macabros, porque Boneco de Neve não perturbou nadinha. Se vocês querem algo realmente perturbador, por favor, voltem lá na resenha de Nada, que também é da Record, e aí sim se sintam incomodados pra valer. Aquilo sim foi um um #epicwin. Agora, Bonece de Neve é assim, assim, nada demais, sabe? Leiam a resenha e entendam porque esse livro não fez nem cosquinha.

“Considerado seu livro mais ambicioso pelo jornal inglês The Guardian e comparado a Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris, pelo The Times, Boneco de neve é o seu livro mais arrepiante. No dia da primeira neve do ano, na fria cidade de Oslo, o inspetor Harry Hole se depara com um psicopata cruel, que cria suas próprias regras; O terror se espalha pela cidade, pois um boneco de neve no jardim pode ser um aviso de que haverá uma próxima vítima. No caso mais desafiador da sua carreira, Hole se envolve em uma trama complexa e mortal, com final surpreendente.” Fonte

Não, nada desaparecia, só estava em outro lugar.

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