Resenha: The Indigo Spell (Bloodlines #3)
ATENÇÃO: Além de spoilers de Bloodlines e The Golden Lily, os dois primeiros livros da série, essa resenha contém ALTOS NÍVEIS de fangirling.
Essa semana foi lançado o terceiro livro da série Bloodlines (Laços de Sangue, com lançamento previsto para Junho/13 pela Editora Seguinte). Esse é um título que tanto a Lany quanto eu esperamos ansiosamente desde Junho de 2012, quando o segundo volume da série saiu aqui nos Estados Unidos. É o tipo de livro pelo qual nós fazemos contagem regressiva, que nos deixa de ressaca literária por um bom tempo após sua leitura. É aquele livro que a gente compra o ebook pra podermos fazer o download dele à meia-noite e já começar a ler. Como o livro foi lançado terça-feira – e nada de Carnaval por aqui – eu tive aula normal na universidade e por isso fui torturada pela Lany (que terminou de ler bem antes de mim) pelo twitter. Chegando em casa, não pude ficar atrás, e embora eu tivesse dois artigos para escrever, deixei meu lado Sydney Sage de lado e embarquei logo nas páginas de The Indigo Spell.

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” 














