Posts com a tag ‘Viagem’


Resenha: Saving June

“‘Se ela tivesse esperado menos de duas semanas, ela teria sido a June que morreu em Junho. Mas acho que minha irmã não pensou nisso.’

A irmã mais velha de Harper Scott sempre foi a filha perfeita, então quando ela tira sua própria vida uma semana antes de sua formatura no Ensino Médio, Harper fica devastada. Todos sentem muito, mas ninguém consegue entender.

Quando seus pais divorciados decidem dividir as cinzas de sua irmã entre duas urnas, Harper decide controlar a situação. Ela vai roubar as cinzas e dirigir metade do país com sua melhor amiga Laney, até chegar no lugar onde June sempre sonhou em ir: Califórnia.

Entra Jake Tolan. Ele é um rapaz com uma atitude ruim, uma obsessão por rock clássico e nada em comum com a irmã de Harper. Mas Jake tinha uma conexão com June, e quando ele insiste em ir com elas para a Califórnia, Harper está desesperada o suficiente para permitir. Com seu jeito charmoso e irritante e sua crença de que música pode te ajudar em qualquer momento, ele pode ser exatamente o que Harper precisa.

Mas June não era a única que escondia as coisas. Jake mantém um segredo que pode virar a vida de Harper de ponta cabeça.”  – Fonte (tradução livre)

There doesn’t always have to be a reason




Resenha: 13 Pequenos Envelopes Azuis

O que você faria se alguns meses após a morte da sua tia favorita você recebesse uma carta dela, com $1,000 e instruções para tirar um passaporte e comprar uma passagem de ida para Londres? É nessa situação que Ginny Blackstone se encontra no começo de 13 Pequenos Envelopes Azuis. Com muitas saudades de Tia Peg e intrigada com a aventura proposta por ela, Ginny segue as regras: leva roupas que cabem apenas em uma mochila, nenhum guia de viagem, nenhum aparelho eletrônico e nenhum dinheiro extra. É na viagem para Londres que ela abre o primeiro envelope azul (que tinha escrito na frente “Abra-me no Avião“), onde ela recebe sua primeira instrução: o endereço onde deve ficar em Londres.

13 Pequenos Envelopes Azuis foi o primeiro livro de Maureen Johnson que li, e confesso que não é meu preferido. No entanto, se você gosta de viajar e procura uma leitura leve, pode pegar sem medo. Meu maior problema com esse livro é justamente Ginny Blackstone. Durante toda a narrativa eu não percebi nela muita emoção ao visitar lugares famosos como o Fórum Romano, ou ao andar pelas ruas de Paris. Sua busca não era por cultura ou sabedoria, mas sim por sua tia morta, o que talvez explique sua falta de entusiasmo. Mesmo com seus motivos, não consegui empatizar com a personagem, justamente por eu ser uma entusiasta em viagens.

As descrições das cidades que Ginny visita são minha parte favorita desse livro. Ginny passa por alguns lugares que eu tive a oportunidade de visitar, e me senti como se estivesse lá com ela, andando pelas calçadas familiares de Amsterdam, ou namorando em cemitérios de Paris. Através das descrições de lugares e interação com moradores locais, é possível inserir no livro todo o entusiasmo que falta à Ginny, e com isso fazer dele uma leitura agradável, uma ótima maneira de passar o tempo, especialmente se você já foi ou planeja ir à Europa.

13 Pequenos Envelopes Azuis será lançado esse mês pela Editora Underworld. Sua continuação, The Last Little Blue Envelope foi lançada em 2011 nos EUA.

Ficha Técnica:

Título: 13 Pequenos Envelopes Azuis
Autor: Maureen Johnson
Editora: Underworld
Páginas: 319
Avaliação:




Resenha: Paper Towns

“Quentin Jacobsen passou sua vida inteira amando platônicamente a aventureira Margo Roth Spiegelman. Então quando ela abre uma janela e volta à sua vida – vestida de ninja e  o convocando para uma engenhosa campanha de vingança – ele a segue.

Depois que a noitada acaba e um novo dia começa, Q chega à escola para descobrir que Margo, sempre um enigma, é agora um mistério. Mas Q logo descobre que ela deixou pistas – e elas são para ele. Percorrendo um caminho desconectado, quanto mais perto ele chega, menos Q vê da garota que ele pensou que conhecesse.

O vencedor do prêmio Printz John Green retorna com a inteligência e honestidade emocional que são sua marca registrada e que inspiraram uma nova geração de leitores.” Fonte

“What a treacherous thing to believe that a person is more than a person.”




Resenha: Na Natureza Selvagem

“O corpo em decomposição de um jovem é encontrado no Alasca. A polícia descobre que se trata de um rapaz de família rica do Leste americano que largou tudo, se internou sozinho na aridez gelada e morreu de inanição.
Quem era o garoto? Por que foi para o Alasca? Por que morreu? Para responder a essas e outras perguntas, Jon Krakauer refaz a trajetória de Chris McCandless, revelando a América dos que vivem à margem, pegando carona ou circulando em carros velhos, vivendo em acampamentos e cidades-fantasmas. Mergulha no mundo da cidadezinha rural, onde homens rudes bebem e conversam sobre o tempo e a colheita. Compara a história do jovem com a de outros aventureiros solitários que tiveram fim trágico.
O resultado é uma narrativa envolvente, por vezes amarga, em que os sonhos da juventude se transformam em pesadelo.

Fonte
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Meu autor de cabeceira: Jack Kerouac

Jean-Louis Lebris de Kerouac nasceu em 12 de março de 1922, em Lowell, Massachusetts. Teve uma infância muito séria. Era extremamente dedicado à mãe. Estudou em escolas públicas e católicas e jogava futebol, que foi seu passe de entrada para a Universidade de Columbia,em Nova Iorque.

Foi em Nova Iorque que conheceu seus companheiros delinqüentes Neil Cassidy, Allen Ginsberg e William Burroughs que, mais tarde, junto com ele, seriam os maiores expoentes da geração Beat. All human beings are also dream beings. Dreaming ties all mankind together.

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