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Resenha: Amor e Sorte

Ficha técnica:

Nome: Amor e Sorte

Autor: Jenna Evans Welch

Tradutor: Flora Pinheiro

Páginas: 272

Editora: Intrínseca

Addie está visitando a Irlanda com a família e tentando aproveitar a paisagem verdejante para não pensar em seu coração partido. Porque, assim que voltar aos Estados Unidos, ela vai ter que enfrentar as consequências do fim terrível de seu romance de verão. Até lá, só quer relaxar enquanto os pais não descobrem o que aconteceu. Mas Ian, seu irmão mais velho, sabe de tudo e não a deixa em paz. Agora os dois, que sempre foram próximos, não param de brigar.

Tudo muda quando Addie descobre que Ian também está guardando segredos. Depois de uma série de imprevistos, em vez de ir visitar Lina, sua melhor amiga, na Itália, Addie se junta ao irmão em uma inesperada viagem de carro. O motorista é Rowan, um irlandês simpático (e bonitinho) que dirige, feito um louco, uma lata-velha apelidada de Trevo.

Nessas circunstâncias nada favoráveis, Addie conta apenas com um guia de viagem roubado da biblioteca do hotel, Irlanda para corações partidos, e torce para que os conselhos do livro realmente funcionem. Se a Ilha Esmeralda der tanta sorte quanto dizem, talvez ela consiga fazer as pazes com o irmão e, quem sabe, se apaixonar de novo.

Em Amor & sorte, vamos ter mais um gostinho do universo de Amor & gelato, dessa vez em uma viagem pelas belezas naturais e pelos pontos turísticos da Irlanda. O aguardado segundo livro de Jenna Evans Welch é uma história encantadora sobre família, amizade e a jornada para se recuperar de uma desilusão amorosa.

Quando a Intrínseca Amor & Gelato, eu decidi não ler, porque achava que seria um romance mais adolescente, não muito a ver comigo. Mas quando vi que Amor & Sorte se passa na Irlanda… Ah, aí a coisa muda de figura.

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Resenha: O Mar de Monstros

Como prometido, estou aqui com a continuação dessa série!

Ficha técnica:

Nome: O Mar de Monstros (Percy Jackson e os Olimpianos II)

Autor: Rick Riordan

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

O Mar de Monstros é o segundo volume da série Percy Jackson e os olimpianos, best-seller do The New York Times. Nessa nova aventura, Percy e seus amigos estão em busca do Velocino de Ouro, único artefato mágico capaz de proteger da destruição seu lugar predileto e, até então, o mais seguro do mundo: o Acampamento Meio-Sangue. Com o envenenamento da árvore de Thalia por um inimigo misterioso, as fronteiras mágicas que protegem o Acampamento estão ameaçadas, e é preciso buscar o antídoto.

Assim, nossos heróis partem em uma arriscada e incrível viagem pelo Mar de Monstros, localizado nas coordenadas 30-31-75-12: uma referência ao Triângulo das Bermudas. Lá, enfrentam seres fantásticos e muitos perigos e situações inusitadas, que põem à prova seu heroísmo e sua herança – quando Percy irá questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição. Combinando fatos contemporâneos com mitologia, fantasia com erudição, O Mar de Monstros diverte, encanta e ensina pais e filhos.

Essa resenha pode conter pequenos spoilers de O Ladrão de Raios (mas acredito que não…).

Eu acabei relendo os livros e aí aconteceu a pandemia e a resenha não saiu! Então deixa eu colocar em dia aqui:

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Resenha: O Ladrão de Raios

Ficha técnica:

Nome: O Ladrão de Raios (Percy Jackson e os Olimpianos I)

Autor: Rick Riordan

Páginas: 387

Editora: Intrínseca

Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.

O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses. Fonte

Faz um tempo em que eu percebi que, apesar de já termos lido a série Os Heróis do Olimpo e As Provações de Apolo, não havíamos postado a resenha da série que deu origem a tudo isso! Então, aproveitando a Semana Especial Clássicos Intrínseca, resolvi finalmente começar com essa resenha.

Como o processo é meio de releitura, provavelmente vai demorar um pouco até eu colocar todas as resenhas, mas tudo bem! Consegui reler rapidinho esse primeiro livro, então cá estamos com a resenha!

Ah! Tem post também lá no nosso Insta!

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Resenha: Cinco Júlias

Ficha técnica:

Título: Cinco Júlias

Autor: Matheus Souza

Páginas: 328

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: “Em seu livro de estreia, o roteirista Matheus Souza apresenta cinco garotas que, de repente, têm seus maiores segredos revelados. De madrugada, sem o menor aviso, todas as mensagens que todo mundo já enviou por e-mail e pelas redes sociais vazaram na internet. Agora, basta digitar o nome de alguém num campo de busca para ler as conversas particulares que a pessoa já teve. Vários políticos são presos, milhares de fofocas de celebridades vêm à tona. E a vida de cinco adolescentes que têm o mesmo nome [Júlia] vira de cabeça para baixo. Em uma noite chuvosa no Rio de Janeiro, uma série de incidentes faz com que as cinco se encontrem. Cada uma tem o seu motivo, mas todas querem fugir da cidade o quanto antes. Assim, elas partem num carro de autoescola para São Paulo, numa viagem hilária e intensa, sofrida e maravilhosa ― como a própria adolescência.”

Entre uma leitura e outra mais pesada (afinal, eu sou a garota dos livros de terror e suspense aqui no blog, não é mesmo?), adoro relaxar com uma leitura mais leve, e YAs são meus preferidos nessas horas! Quando fui este ano à FLIPOP (confira nosso post sobre o evento) vi uma mesa com alguns autores, entre eles, o Matheus Souza, que estava fazendo sua estreia no mundo da literatura, apesar de já ser experiente em roteiros de teatro e cinema. Ele comentou sobre seu livro – Cinco Júlias -, que primeiro nasceu como um roteiro de uma peça teatral, e naquele instante fui capturada pela essência dessa obra incrível! E devo dizer, foi tudo que eu esperava e bem mais – uma delicinha de leitura!

~ Dica: acompanhe nosso Instagram e fique por dentro das resenhas e indicações em primeira mão! ~

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Resenha: Querido Evan Hansen

Ficha técnica:

Título: Querido Evan Hansen

Autor: Val Emmich, Steven Levenson e Benj Pasek

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 336

Editora: Seguinte

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Sinopse:

Dos criadores do premiado musical da Broadway Dear Evan Hansen, esta é uma história emocionante sobre solidão, luto, saúde mental e amizades inesperadas.

Evan Hansen sempre teve muita dificuldade de fazer amigos. Para mudar isso, decide seguir as recomendações de seu psicólogo e escrever cartas encorajadoras para si mesmo, com esperança de que seu último ano na escola seja um pouco melhor. O que não esperava era que uma das cartas fosse parar nas mãos de Connor Murphy, o aluno mais encrenqueiro da turma.
Quando Connor comete suicídio e sua família encontra a carta de Evan, todos começam a pensar que os dois eram melhores amigos. Sem conseguir explicar a situação, Evan acaba refém de uma grande mentira. Ao mesmo tempo, graças a essa (falsa) amizade, o garoto finalmente se aproxima de Zoe, a menina de seus sonhos, e passa a ser notado no colégio. No fundo, Evan sabe que não está fazendo a coisa certa, mas se está ajudando a família de Connor a superar a perda, que mal pode ter?
Evan agora tem um propósito de vida. Até que a verdade ameaça vir à tona, e ele precisa enfrentar seu maior inimigo: ele mesmo.”

Adoro um YA, e entre tantas leituras sombrias que eu faço, é sempre bom fazer uma pausa e ler algo mais leve. Mas Querido Evan Hansen passa longe disso; é um livro denso e triste, narrado por um personagem deprimido e com baixíssima autoestima. É um ótimo livro, mas também é um para se ler com cuidado porque sim, há gatilhos.

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