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A Cuca Recomenda: A Torre Acima do Véu

Hoje a Cuca vem acompanhada de uma Cuquete nessa resenha. A Torre Acima do Véu, da Giz Editorial, foi lançado durante a Bienal do Livro de São Paulo desse ano e é claro que nós fomos lá no estande conferir, adquirir e tietar a queridíssima Roberta Spindler. A Cuca aqui já conhecia o trabalho dela desde Contos de Meigan e já tinha lido também o conto que originou o livro: A Torre Árabe. Portanto, sabendo do talento da Roberta, indiquei o livro para todas as meninas aqui no blog, mas só uma delas conseguiu ler em meio à super pilha, então essa resenha vem acompanhada da opinião da Drik@. Ah, e as minhas opiniões estarão em verde. ‘Bora pra uma resenha dupla?

“Quando uma densa e venenosa névoa surge misteriosamente, pânico e morte tomam conta do planeta. Os poucos sobreviventes se refugiam no topo dos megaedifícios e arranha-céus das megalópoles. Acuados, vivem uma nova era de privações e sob o ataque constante de seres assustadores, chamados apenas de sombras. Suas vidas logo passaram a depender da proteção da Torre, aquela que controla os armamentos e a tecnologia que restaram. Cinquenta anos se passam, na megacidade Rio-Aires, Beca vive do resgate de recursos há muito abandonados nos andares inferiores, junto com seu pai e seu irmão. A profissão, perigosa por natureza, torna-se ainda mais letal quando ela participa de uma negociação traiçoeira e se vê cada vez mais envolvida em perigos e segredos que ameaçam muito mais do que sua vida ou a de sua família.” Fonte

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Resenha: A 5ª Onda

quinta onda“Depois da primeira onda, só restou a escuridão. Depois da segunda onda, somente os que tiveram sorte sobreviveram. Depois da terceira onda, somente os que não tiveram sorte sobreviveram. Depois da quarta onda, só há uma regra: não confie em ninguém. Agora inicia-se A QUINTA ONDA. No alvorecer da quinta onda, em um trecho isolado da rodovia, Cassie foge deles. Os seres que parecem humanos, que andam pelo campo matando qualquer um. Que dispersaram os últimos sobreviventes da Terra. Cassie acredita que, estar sozinho é estar vivo, até que conhece Evan Walker. Sedutor e misterioso, Evan Walker pode ser a única esperança de Cassie para resgatar seu irmão — ou até a si mesma. Mas Cassie deve escolher entre a esperança e o desespero, entre a rebeldia e a entrega, entre a vida e a morte. Entre desistir ou contra atacar.”

Analisando a minha estante, eu li poucos livros sobre alienígenas e foi por isso que A 5ª Onda, de Rick Yancey, me chamou muita atenção (quando eu comprei o e-book, só tinha ainda a versão em inglês). Além disso, ele é uma distopia, e apesar de algumas pessoas já estarem cansadas desse tipo de livro… Bem, eles ainda me fascinam. Talvez esse tenha sido o meu problema: eu fui com expectativas demais. Não, ele não é um livro ruim, mas poderia ser muito melhor.

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Resenha: Sonhos Despedaçados

Foi difícil vir aqui fazer a resenha desse livro. Ele foi um título da Novo Conceito que me interessou imediatamente, assim que coloquei meus olhos nessa sinopse incrível. O problema é que eu não imaginava que a única coisa boa do livro fosse exatamente a sinopse. Por isso mesmo essa resenha é difícil, porque não há outra a dizer sobre Sonhos Despedaçados além de é um livro muito, muito ruim.

“Em uma casa abandonada, um grupo de adolescentes joga Verdade ou Desafio. Antes de a noite acabar, a garota mais popular da escola desaparece como se fosse por mágica. Recém-chegada à cidade, Trinity preferiria não ter as visões que a atormentam tanto… Agora ela precisa agir rápido, porque todas as suspeitas levam até ela. Cheio de reviravoltas e sustos, Sonhos Despedaçados é leitura obrigatória para quem gosta de tramas com desfechos imprevisíveis. Os cenários ajudam a compor o mistério, e podem ser os cemitérios antigos de Nova Orleans ou os destroços deixados pelo furacão Katrina. O único problema: você não vai ter coragem de ler este livro quando estiver sozinho em casa.” Fonte

Odeio dormir porque odeio a sensação que tenho ao acordar…




Resenha: A Formatura (O Teste #3)

Quem já leu as resenhas anteriores dessa série sabe que eu sou completamente viciada nessa trilogia. Em O TesteJoelle Charbonneau me conquistou com sua escrita vibrante e inteligente. Estudo Independente não foi tão desesperador quanto o primeiro volume; ainda assim, mesmo que mais político e denso, ele fez jus à série com uma ótima continuação. Quando A Formatura foi lançado, fiquei desesperada para colocar minhas mãos nesse volume (adorei a capa! Adoro essa cor). A Editora Única, sempre atenciosa com os parceiros, me enviou rapidinho o livro e eu comecei a ler assim que o recebi. Devorei em questão de dois ou três dias, mas só porque tinha outras coisas para fazer, como trabalhar e dormir (rs). Eletrizante e desesperador, A Formatura foi uma ótima conclusão para a série, mas poderia ter sido brilhante. Sim, faltou alguma coisa, apesar de ser um livro incrível.

Atenção! Essa resenha possui spoilers dos dois primeiros volumes da trilogia: O Teste (leia a resenha) e Estudo Independente (leia a resenha).

“O futuro nunca foi tão incerto e desesperador. Cia Vale jamais imaginaria que as coisas pudessem chegar a esse ponto. Ela tem uma importante missão: liderar as ações para a verdadeira reconstrução do mundo pós-guerra, um caminho sem volta. Agora, ela é a peça-chave para concretizar o plano de pôr fim ao Teste, para o bem das pessoas.Diante de um horizonte cheio de cicatrizes brutais, uma guerra prestes a começar e um governo cruel e corrompido, Cia não tem escolha a não ser se preparar para chegar às últimas consequências – se for preciso.Será que seus colegas a seguirão para a batalha final? O amor de Tomas será forte o suficiente para aceitar e sobreviver à prova mais difícil de suas vidas? Os riscos são maiores do que nunca, e para Cia só resta confiar nos próprios instintos.A formatura, o desfecho da distopia que nos fez perder o fôlego!” Fonte

Vou ter de decidir se fingo que ainda sou a menina de Cinco Lagos que subiu no flutuador a caminho de Tosu City, ou tirar o melhor daquela menina e permitir que isso se molde em algo novo.




Resenha: Centelha

Demorei um tempão entre terminar de ler Centelha e escrever essa resenha. Por quê? Porque o livro é tão bom, tão incrível, tão estupendamente sensacional, que fiquei com ressaca. Ressaca de resenha, ressaca literária. Verdade! Fiquei uma semana sem ler, essa não sou eu! É daquelas histórias que você fica pensando por dias e não quer se separar dos personagens de jeito nenhum. A exemplo de Brilho (resenha aqui), primeiro volume da trilogia, Centelha figura como um dos favoritos na minha estante. Mas isso não quer dizer que tudo são flores nessa sequência…

Atenção: essa resenha pode e terá spoilers do primeiro volume da trilogia, Brilho. Leia a resenha aqui.

“Depois de Brilho, a saga nas estrelas continua… Após uma fuga desesperada da nave inimiga, Waverly e as outras meninas sequestradas conseguiram voltar para a Empyrean. Mas o clima por ali não poderia estar pior. Kieran, o menino gentil e sonhador que Waverly amava, assumiu o posto de capitão e passou a agir como um tirano de sangue-frio, deixando a Empyrean sob uma tensão sinistra. Seth Ardvale, líder brilhante e arqui-inimigo de Kieran, foi trancafiado na prisão, sem julgamento. As crianças prodígios que mantêm a nave funcionando estão revoltadas com o autoritarismo do líder. Para completar, uma explosão faz soar o alarme de mais uma ameaça. Eles não estão sozinhos. A tripulação aterrorizada terá que lidar com um inimigo pior do que a New Horizon, ou o delírio de Kieran. Seth descobre um passageiro clandestino na nave, que se move silenciosamente, deixando rastros de sangue por onde passa. O criminoso quer vingança. E só Waverly é a chave para entender seu ódio e impedir que ele detone sua bomba-relógio.” Fonte

Nem todas as pessoas religiosas são como aquela mulher, Waverly.

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