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A Cuca Recomenda: Picta Mundi

A primeira vez que me deparei com Picta Mundi foi nas finais de um concurso de fantasia e ficção científica da Revista Bang!, e já ali me interessei; a premissa, afinal, era extremamente intrigante e criativa: um mundo novo e fantástico dentro de quadros. Infelizmente, o livro acabou não vencendo o concurso, mas fui acompanhando a trajetória batalhadora e corajosa da autora Gleice Couto: de administradora do antigo (e ótimo) blog Murmúrios Pessoais, ela construiu uma carreira de escritora independente e, agora, além disso, oferece serviços editoriais e ainda é booktuber no Ultraviolet. Mas, apesar de admirar sua carreira, o que realmente me deixou encantada foi seu romance de estreia: Picta Mundi. Com uma escrita deliciosa, muita aventura e um mundo criativo e bem construído, Picta Mundi me conquistou.

“A vida da jovem Letícia virou de cabeça para baixo após a morte de Raul, seu pai. Até mesmo o colégio onde estuda, o renomado Dippel – um reduto de jovens prodígios, perdeu a pouca graça que tinha. Mas as coisas começam a mudar quando descobre que o desaparecimento de Felipe, o aluno mais promissor do colégio, e a morte de Raul poderiam estar interligados. Daniel, irmão de Felipe, afirma que Raul pode estar vivo, mas, assim como seu irmão, preso em um mundo paralelo dentro de quadros, Picta Mundi. Ao que tudo indica, porém, Raul desaparecera ao procurar os objetos mágicos que os libertariam daquele universo. Agora, somente Letícia pode ajudá-los. Para isso, terá que entrar em Picta Mundi e, junto com Felipe, procurar por seu pai e reunir os itens mágicos. A tarefa não será nada fácil. Em meio a várias aventuras em quadros que retratam momentos da história do Brasil, como os bailes de máscara do início do século XX ou uma aldeia de índios tupinambás no século XVI, eles terão seus conhecimentos e coragem testados em enigmas, passagens secretas, e confrontos com seres perigosos, liderados pelo maligno Donato, que também está atrás dos itens mágicos, mas com o objetivo de usá-los para o mal: dominar Picta Mundi.” Fonte

A vida comum pode ser extraordinária.




Resenha: Endgame – O Chamado

Confesso que, a primeira vez que vi Endgame – O Chamado em uma livraria, tive aquele pensamento “provavelmente só mais uma distopia”, mas, após ler algumas resenhas, resolvi ler. E paguei a língua: esse livro está longe de ser “apenas mais um”. Com uma trama criativa, reviravoltas, mistérios e enigmas em todas as páginas (inclusive um enigma real para o próprio leitor), Endgame me surpreendeu positivamente.

“Terra. Agora. Hoje. Amanhã.
O Endgame é real.
E vai começar.
O futuro ainda não está escrito.
O que tiver que ser será.

Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais. Das quais descende toda a humanidade. Linhagens escolhidas milênios atrás. E que vê se preparando desde então. Eles não têm poderes sobrenaturais. Não podem voar, não transformam chumbo em ouro nem curam a si mesmos. Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós. São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação. Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos.

Só um pode ganhar.
O Endgame é real.
E vai começar.” Fonte

Porque acreditamos que uma pessoa pode fazer diferença.




Resenha: Ruína e Ascensão

Eu gostaria de falar muitas coisas sobre Ruína e Ascensão, terceiro é último volume da Trilogia Grisha, mas está bem difícil alinhar meus pensamentos após esse final. Fiquei dividida, confesso, entre me sentir satisfeita por um desfecho, mas discordar em grande parte dele. Quem disse que um leitor precisa sempre concordar com o autor, afinal? Leigh Bardugo construiu um mundo grandioso e fantástico, com dois livros excepcionais precedendo esse volume, e acho que exatamente por isso, por tantas promessas e pela escrita apaixonante da autora, eu esperei demais. E, sim, me decepcionei um pouco.

Aviso: essa resenha contém spoilers do primeiro e segundos volumes da Trilogia Grisha: Sombra e Ossos Sol e Tormenta. Leia as resenhas clicando aqui e aqui.

“A capital caiu.
O Darkling comanda Ravka em seu trono das sombras. Agora o destino da nação depende de uma Conjuradora do Sol arruinada, de um rastreador desonrado e dos cacos do que antes fora um grande exército mágico.
No fundo de uma antiga rede de túneis e cavernas, uma fraca Alina deve se submeter à duvidosa proteção do Apparat e daqueles que a veneram como uma Santa. Porém, sua mente está na busca pelo misterioso pássaro de fogo e na esperança de que um príncipe foragido ainda esteja vivo.
Alina deverá formar novas alianças e deixar de lado velhas rivalidades, enquanto ela e Maly buscam pelo último dos amplificadores de Morozova. Mas assim que começa a elucidar os segredos do Darkling, ela descobre um passado que mudará para sempre seu entendimento sobre a ligação que os une e o poder que ela carrega. O pássaro de fogo é a única coisa que está entre Ravka e a destruição — e reivindicá-lo pode custar a Alina o futuro pelo qual ela tem lutado.” Fonte

Eu sou ruína.




Resenha: Mundo Novo

Mundo Novo“Neste mundo novo, só restaram os adolescentes e a sobrevivência da humanidade está em suas mãos.
Imagine uma Nova York em que animais selvagens vivem soltos no Central Park, a Grand Central Station virou um enorme mercado e há gangues inimigas por toda a parte. É nesse cenário que vivem Jeff e Donna, dois jovens sobreviventes da propagação de um vírus que dizimou toda a humanidade, menos os adolescentes.
Forçados a deixar para trás a segurança de sua tribo para encontrar pistas que possam trazer respostas sobre o que aconteceu, Jeff, Donna e mais três amigos terão de desbravar um mundo totalmente novo. Enquanto isso, Jeff tenta criar coragem para se declarar para Donna, e a garota luta para entender seus próprios sentimentos – afinal, conforme os dias passam, a adolescência vai ficando para trás e a Doença está cada vez mais próxima.”

Vou começar essa resenha sendo bastante sincera: eu fiquei com uma dúvida muito grande se eu lia Mundo Novo ou não. A sinopse dele me chamou muito atenção, porém… Ele tinha todos os requisitos para ser uma grande decepção. Então eu pensei… Pensei uma outra vez… Pensei novamente… E depois de algumas mensagens da Lucy, resolvi arriscar. E que bom que isso aconteceu – porque Mundo Novo foi uma leitura deliciosa e exatamente o que eu precisava nesse momento.

Em Mundo Novo, o planeta Terra está bem diferente do que nós conhecemos. Um homem havia dado entrada em um hospital se queixando de dores no peito. Dentro de um dia o hospital inteiro foi varrido pela doença. O vírus não deixou nenhuma chance: ninguém conseguia contê-lo e rapidamente ele foi se espalhando pelo mundo todo. A internet e todos os meios de comunicação começaram a sair do ar, um a um, e a histeria começou a tomar conta da população. Mas essa doença tinha uma característica peculiar: ela só atacava adultos e crianças pequenas. Depois de um mês, em Nova York, só tinham restado os adolescentes. Para tentar sobreviver, os jovens dividiram-se em tribos, cada um com uma filosofia diferente. Mas todos eles sabem do seu fim certo: aos 18 anos, por causa do vírus, todos eles irão morrer.

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A Cuca Recomenda: Ela disse, Ele disse – O namoro

Tenho uma confissão a fazer: comprei esse livro só por causa da Turma da Mônica. Desculpa, é verdade! É claro que rolou um pensamento “eba, vou conhecer a escrita da Thalita Rebouças!”, mas vou ser bem sincera, se não tivesse a Turma da Mônica no livro eu não compraria. Motivo? Não faz parte da minha zona de conforto. É um romance e muito, muito jovem. No entanto, fiquei surpresa em como gostei do livro e como ele me divertiu! É viciante e tão delicinha que dá pra ler num piscar de olhos, numa única tarde de verão.

“Um dos grandes sucessos de Thalita Rebouças, Ela disse, ele disse ganha continuação, com a participação mais que especial de Mauricio de Sousa e sua Turma da Mônica Jovem. Em Ela disse, ele disse – O namoro, Leo e Rosa, que se conheceram e se apaixonaram no primeiro livro, estão namorando. E continuam descobrindo as delícias e agruras da vida a dois. Entremeando as vozes dos protagonistas com cenas ilustradas, a história de Leo e Rosa é acompanhada por ninguém menos que Mônica, Cebola, Cascão e Magali, que estão lendo o livro de Thalita.” Fonte

Porque tem gente que é legal na vida e no Face, tem gente que é legal no Face e chata na vida e gente que é legal na vida e chata no Face.

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