Posts com a tag ‘Young Adult’


Resenha: Céu sem estrelas

Ficha técnica:

Nome: Céu sem estrelas

Autor: Iris Figueiredo

Páginas: 304

Editora: Seguinte

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Sinopse: Um romance sensível e envolvente sobre autoestima, família e saúde mental.
Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.

Eu fiquei bastante na dúvida se leria “Céu sem estrelas” tanto é que eu nem fiz o pedido no mês do lançamento. Eu gostei bastante da sinopse mas o meu receio foi que eu já tinha tentado ler o primeiro livro da Iris Figueiredo porém não consegui sair dos primeiros capítulos. Porém, com tantas resenhas positivas eu me perguntei “Por que não?” e tenho que dizer: não me arrependo nem um pouco de ter o lido, porque esse livro foi uma ótima surpresa.

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Resenha: O reino de Zália

Ficha técnica

Nome: O reino de Zália

Autor: Luiza Trigo

Páginas: 368

Editora: Seguinte

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Sinopse: No primeiro livro de fantasia de Luly Trigo, uma princesa se vê obrigada a assumir o governo do país em meio a revoltas populares, intrigas políticas, conflitos familiares e romances arrebatadores.

Por ser a segunda filha, a princesa Zália sempre esteve afastada dos conflitos da monarquia de Galdino, um arquipélago tropical. Desde pequena ela estuda em um colégio interno, onde conheceu seus três melhores amigos, e sonha em seguir sua paixão pela fotografia.
Tudo muda quando Victor, o príncipe herdeiro, sofre um atentado. Zália retorna ao palácio e, antes que possa superar a perda do irmão, precisa assumir o posto de regente e dar continuidade ao governo do pai. Porém, quanto mais se aproxima do povo, mais ela começa a questionar as decisões do rei e a dar ouvidos à Resistência, um grupo que lidera revoltas por todo o país. Para complicar a situação, Zália está com o coração dividido: ela ainda nutre sentimentos por um amor do passado, mas começa a se abrir para um novo romance.
Agora, comprometida com um cargo que nunca desejou, Zália terá de descobrir em quem pode confiar — e que tipo de rainha quer se tornar.

O livro O reino de Zália, da autora brasileira Luly Trigo, só vai ser lançado no mês que vem, porém recebemos uma prova do livro para lermos antes de todo mundo! Yaaay! 😀 Adoro conhecer autores brasileiros e tendo princesas fico ainda mais animada… E esse é um livro MUITO importante para o momento político em que nós estamos vivendo agora.

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Terça livre : Li e Assisti “Para todos os garotos que já amei”

Desde quando “Para todos os garotos que já amei” foi lançando na Netflix, esse é um assunto recorrente no meu twitter. As pessoas simplesmente ficaram encantadas com o filme e o meu lado que AMA comédias românticas ficou muito feliz com isso. Ainda mais levando em consideração que ele é para o público jovem adulto! O mundo precisa de mais filmes fofos e eu estou amando que a Netflix está dando valor para essa área. Como o filme é baseado no livro com o mesmo nome da autora Jenny Han, estou abrindo então uma nova coluna aqui no PEP que é a “Li e assisti” onde nós vamos comentar um pouco sobre esse mundo bem controverso das adaptações de livros a filmes.

Em “Para todos os garotos que já amei”, Lara Jean havia escrito cartas para todos os garotos que ela já havia gostado até aquele dia – 5 no total. Ela utilizou essa carta como uma forma de colocar os seus sentimentos para fora, algo como se fosse um desabafo. Ela não pretendia que ninguém lesse as suas confissões, até que um dia essas cartas somem e são misteriosamente enviadas para os seus remetentes. Se a situação não fosse complicada o bastante, um dos rapazes é o namorado da irmã mais velha dela…

Esse é um daqueles (poucos) casos em que a adaptação ficou bem fiel ao livro, considerando que o filme trabalha com um tempo menor para desenvolver os acontecimentos. Só tiveram dois casos em que eu não gostei da forma que foram adaptados. Um eu posso falar abertamente porque está na sinopse do livro: desde o início nós já sabemos quem enviou as cartas no filme. Apesar de não ser difícil de imaginar quem foi, eu acho que tinha abertura sim para colocar esse suspense no filme e isso ficaria até melhor do que no livro. E eu não entendo porque mudaram porque nós ficamos sabendo, mas a Lara Jean só descobre mesmo depois… O outro eu não posso comentar porque é spoiler, porém tem uma acontecimento completamente impactante que no filme não foi dada a importância necessária. Esse era um dos grandes obstáculos entre o casal principal e ele deveria ser tratado dessa forma. Continue lendo…




Resenha: Uma Casa no Fundo de Um Lago

Ficha técnica:

Nome: Uma Casa no Fundo de Um Lago

Autor: Josh Mallerman

Tradutor: Fabiana Colasanti

Páginas: 160

Editora: Intrínseca

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Sinopse: James e Amélia têm dezessete anos. Em comum, além da idade, têm o fato de estarem um a fim do outro e de serem tomados pelo nervosismo quando James chama Amélia para sair. Mas tudo parece perfeito para um primeiro encontro: um passeio de canoa pelos lagos, levando um cooler cheio de sanduíches e cervejas.À medida que se aprofundam na exploração, os dois chegam a um lago escondido e encontram algo impressionante debaixo d’água. Um lugar perigosamente mágico: uma casa de dois andares com tudo que tem direito — móveis, um jardim, uma piscina e uma porta da frente, que está aberta.Enquanto, fascinados, vasculham o imóvel e tentam passar uma boa impressão para o outro, cresce o medo. Será que um local misterioso como aquele esconde alguém — ou algo — vivo? Uma coisa é certa: depois de mergulhar nos mistérios da casa no fundo do lago, a vida deles jamais voltará a ser a mesma.

Josh Malerman foi um autor que me conquistou em seu livro de estreia, o brilhante Caixa de Pássaros (resenha aqui). Porém, em seu livro segundo livro, Piano Vermelho (resenha aqui), ele não conseguiu entregar uma obra tão incrível quanto a primeira, trazendo uma narrativa confusa, personagens pouco carismáticos e um final apressado e um pouco decepcionante. Agora, com Uma Casa no Fundo de Um Lagoo autor infelizmente traz um livro ainda mais fraco, com uma trama boba, um romance monótono, personagens rasos e um mistério que não empolga.

Uma regra: nada de como ou por quê.




Resenha: Todas as coisas belas

Ficha técnica:

Nome: Todas as coisas belas

Autor: Matthew Quick

Tradutora: Alice Mello

Páginas: 272

Editora: Intrínseca

Onde comprar: Amazon

Minha avaliação: 

Você é livre para ser quem quiser — mesmo que isso tenha um preço.

Aos 18 anos, Nanette O’Hare é a típica boa garota. No fundo, porém, ela nunca se sentiu realmente parte do grupo, sufocando em um permanente desconforto com diversas atitudes das amigas e com os padrões sociais. Mas tudo muda quando, no último ano do colégio, ela ganha um livro de seu professor preferido, o clássico cult O Ceifador de Chicletes, e fica fascinada com a mensagem de que ela pode ser de fato quem é. Nanette se torna amiga do recluso autor e se apaixona por Alex, um jovem poeta que também é fã do livro. Encantada com esse novo mundo que se abre, ela se permite, pela primeira vez, tomar as próprias decisões. No entanto, aos poucos Nanette percebe que a liberdade pode ser um desejo arriscado e começa a se perguntar se a rebeldia não cobra um preço alto demais.

Todas as coisas belas é um livro do Matthew Quick – sim, do mesmo autor de “O lado bom da vida”. Eu gostei bastante desse livro e confesso que fiquei curiosa em ler algo dele com personagens mais novos. Eu odeio comparações entre autores (porque eu acredito que cada um é único), mas não tem como não dizer que esse livro tem um “feeling” bem John Green. Claro que ele tem características bem próprias do Matthew, mas se você está na dúvida do que esperar do livro, eu acho que essa é a melhor definição.

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