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Resenha: Como falar com as garotas nas festas

como falar com as garotas nas festas“Dois garotos lotados de hormônios, uma festa e mulheres com uma beleza de outro mundo. Indicado ao Hugo Awards de melhor conto em 2007, Como falar com as garotas nas festas é exatamente o que todo leitor espera de Neil Gaiman: inusitado e surpreendente. Esta edição especial em e-book, disponível por tempo limitado, inclui um trecho de O oceano no fim do caminho, o mais recente romance do autor, também publicado pela Intrínseca.” Fonte

Não sei dizer porque demorei tanto para resenhar esse conto, ele é ótimo! Acho que talvez tenha sido o fato de que eu o baixei (ainda de graça na Amazon – CORRAM) e imediatamente o li, me diverti horrores e depois voltei às minhas leituras. Aí a resenha foi ficando esquecida, o que é inadmissível porque, preciso dizer a vocês, esse conto é incrível e deve ser lido. Bem, tem um detalhe na capa que já indica que ele deve ser lido: é um conto de Neil Gaiman.

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Resenha: Sombra e Ossos

Quando o blog foi convidado a ler e resenhar Sombra e Ossos antes do lançamento pela Editora Gutenberg fiquei bastante empolgada. Confesso que não conhecia a série, mas a sinopse chamou minha atenção e alguns dados sobre o livro, como o fato de ele ter sido elencado como um dos melhores do ano e ser altamente recomendado por Rick Riordan, foram suficientes para despertar minha curiosidade. Logo que recebi a prova do livro aqui em casa (me sentindo super importante – hohoho), comecei a ler imediatamente e a história me prendeu do início ao fim. Envolvente e cativante, Sombra e Ossos entrou para a minha lista de favoritos e estou enlouquecida para ler os próximos livros. Quer saber o porquê?

“Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.

A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras.

Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.” Fonte

Eu não sou do tipo que muda o mundo.




Resenha: O Livro das Princesas

o livro das princesas“Da mesa da Princesa Mia Thermopolis: Olá, amigos, fãs e companheiros admiradores de princesas (ou eu deveria dizer simpatizantes de princesas?)! Eu mal pude acreditar quando alguém do Brasil permitiu que EU desse uma olhadinha neste livro. Mas acho que faz sentido, já que, além de ser uma princesa, também tenho verdadeira paixão por histórias românticas! Acreditem no que eu digo, este livro tem essas duas coisas de sobra! Mas são releituras contemporâneas, com reviravoltas que farão você dizer owwwwnnnnnn… Uma Cinderela DJ? Rapunzel popstar? Bela é uma supermodelo? E unicórnios em A Bela Adormecida?! Sim, por favor! Mais, mais. POR FAVOR. Não se preocupem, tem mais. Muito mais. Eu amei, e vocês também vão! (Sim, você também vai amar, Tina Hakim Baba. Pode pegar meu exemplar emprestado quando eu terminar de ler. Não, melhor: compre o seu. Assim você vai poder ler de novo e de novo, como eu pretendo fazer.) Sinceramente, Sua Alteza Real, Princesa Mia Thermopolis”

Logo quando a Galera Record anunciou O Livro das Princesas, eu simplesmente sabia que ele estaria na minha estante logo após o seu lançamento. Como todos vocês já perceberam, eu amo livros com esse tema e uma das minhas escritoras favoritas faria parte dele: Meg Cabot! E logo quando abrimos o livro temos uma grande surpresa: uma mensagem da princesa Mia Thermopolis!

O Livro das Princesas foi uma iniciativa muito interessante da Galera Record. Eles uniram duas autoras americanas, escrevendo contos exclusivos para os brasileiros, com duas escritoras nacionais.  A premissa do livro é bem simples: as quatro autoras deveriam escolher uma princesa e escrever um conto trazendo a história para mais perto do mundo real. Apesar da mensagem dos contos de fada serem válidas até hoje, as situações não fazem parte do nosso coitidiano. E foi isso o que tornou O Livro das Princesas muito especial! Nessa releitura, as princesas usam twitter, facebook e gostam de artistas pops, como por exemplo a Katy Perry!Ele nos mostra que qualquer pessoa pode sim ter atitudes de uma princesa, mesmo não tendo o título…

Cinderela DJ?




Resenha: Will & Will – Um nome, um destino

Olá, pessoal! Nós já temos uma resenha super apaixonada da Vânia de Will Grayson, Will Grayson aqui no blog, na versão em inglês, e depois de ler essa resenha há muito tempo, eu já vinha com aquela vontade enorme de ler o livro. Com lançamento no Brasil, a Editora Record gentilmente nos cedeu um exemplar, apesar de não sermos parceiros do selo da Galera Record, portanto foi a oportunidade de ouro para que eu também me deliciasse com essa história. É claro que depois de ler a resenha da Vânia minhas expectativas estavam altíssimas, porém, dessa vez, elas só conseguiram ser superadas, o que é lindo e muito, muito amor, gente. Então esperem outra resenha babando o ovo do livro, mas também com algumas outras opiniões e mais sobre essa ótima edição brasileira da Galera.

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio. Fonte

Do querido John Green, eu já li Quem é você, Alasca? (Looking for Alaska) – a minha primeira leitura do autor, presente também da Vânia, que foi quem começou todo o nosso amor pelo John Green aqui no blog. Também li A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars) – meu queridinho – e desenvolvi uma paixão arrebatadora pelo livro e pelo autor desde então. Já do David Levithan eu ainda não tinha lido nada e agora estou doida para conhecer outras obras do autor.

Simplesmente diga a verdade. Por dez minutos. E então podemos voltar a ser idiotas.




Resenha: Insurgente

Então, gente, a verdade é que eu já li Insurgente há quase umas duas semanas e fiquei enrolando para fazer essa resenha. Motivo? O livro é tão sem graça que não dá nem vontade de resenhar. Não é um livro ótimo que você se empolgue para falar bem, nem um livro péssimo que você queira soltar os cachorros. O negócio fica ali, no banho maria, nem 8 nem 80, bem sem sal mesmo. Então, não sei se essa resenha vai ser meio água com açúcar, mas se quiser saber porque eu achei esse livro meia boca, leia a seguir. Ah, e já aviso que tem spoilers de Divergente.

“Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.” Fonte

Em Divergente eu juro que fiquei empolgadíssima. Não foi assim, nossa, o melhor livro da minha vida – nem o melhor do ano ou sequer do mês – mas foi um livro empolgante, com grandes revelações, a apresentação de um mundo distópico com regras e facções e todo aquele novo universo vibrante etc etc etc. Então, eu gostei bastante de Divergente, foi uma leitura que divertiu e me deixou com vontade de ler a série.

Com Insurgente nada disso ocorreu.

O barulho e a atividade são os refúgios dos enlutados e dos culpados.

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