Posts com a tag ‘Young Adult’


A Cuca Recomenda: Depois dos Quinze – Quando tudo começou a mudar

“Bruna Vieira tem 18 anos, é colunista da Revista Capricho e dona de um blog chamado Depois dos Quinze. Começou a escrever porque descobriu que o amor da sua vida era na verdade o amor de uma das centenas de fases que ela já viveu. Desde então, com a ordem das palavras escritas e compartilhadas nas redes sociais, Bruna superou a timidez, viajou para a Europa, fez duas tatuagens, mudou de vez para São Paulo e tornou-se uma das adolescentes brasileiras mais influentes da internet com milhares de fãs-leitoras-amigas-seguidoras. Nesse livro você encontra uma mistura de histórias, desabafos e segredos de uma garota que nasceu no interior, ama animais, usa boinas coloridas e ainda acredita no amor simples e verdadeiro.” Fonte

Conheci o livro Depois dos Quinze e o blog com o mesmo nome, da Bruna Vieira, através da ação em conjunto que realizamos com a Editora Gutenberg. Logo que fomos convidadas para realizar a ação, fui pesquisar mais sobre a autora. Visitei o blog e achei incrível, peguei dicas ótimas lá, inclusive de uma lojinha japonesa que abriu em São Paulo (e fui visitar). Ou seja, já tinha um bom pressentimento quando recebi o livro para ler e resenhar.

Porém, como é um livro para adolescentes, entrei no clima, esperando textos de alguém nessa faixa etária e para essa faixa. E me surpreendi demais – para melhor!

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Resenha: Requiem (Delírio #3)

requiem

ATENÇÃO: Essa resenha contém spoilers de Delírio e Pandemônio, os dois primeiros livros da série.

Agora que é uma integrante ativa da resistência, Lena se transformou. A rebelião que estava nascendo em Pandemônio cresceu e se transformou em uma revolução em Requiem, e Lena está no centro da luta.

Após resgatar Julian de uma sentença de morte, Lena e seus amigos fugiram para as florestas. Mas elas não são mais um porto seguro – ramificações da rebelião são vistas por todo o país, e o governo não pode negar a existência dos Inválidos. Reguladores se infiltram nas bordas para acabar com os rebeldes, e enquanto Lena se guia pelo terreno cada vez mais perigoso, sua melhor amiga Hana leva uma vida segura e sem amor como noiva do jovem prefeito de Portland. Requiem é narrado por Lena e Hana, que vivem lado a lado em um mundo que as mantém divididas até que, enfim, suas histórias convergem. [Fonte]

Take down the walls.




Resenha: Marina

“Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante de internato Óscar Drai, de 15 anos, passa todo o seu tempo livre, andando pelas ruas e se encantando com a arquitetura de seus casarões. É um desses antigos casarões aparentemente abandonados que chama a atenção de Oscar, que logo se aventura a entrar na casa. Lá dentro, o jovem se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo. Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto roubado, conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos que o leva a um cemitério, onde uma mulher coberta por um manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre à mesma data, à mesma hora. Os dois passam então a tentar desvendar o mistério que ronda a mulher do cemitério, passando por palacetes e estufas abandonadas, lutando contra manequins vivos e se defrontando com o mesmo símbolo – uma mariposa negra – diversas vezes, nas mais aventurosas situações por entre os cantos remotos de Barcelona. Tudo isso pelos olhos de Oscar, o menino solitário que se apaixona por Marina e tudo o que a envolve, passando a conviver dia e noite com a falta de eletricidade do casarão, o amigável e doente pai da garota, Germán, o gato Kafka, e a coleção de pinturas espectrais da sala de retratos. Em Marina, o leitor é tragado para dentro de uma investigação cheia de mistérios, conhecendo, a cada capítulo, novas pistas e personagens de uma intrincada história sobre um imigrante de Praga que fez fama e fortuna em Barcelona e teve com sua bela esposa um fim trágico. Ou pelo menos é o que todos imaginam que tenha acontecido, a não ser por Oscar e Marina, que vão correr em busca da verdade – antes de saber que é ela que vai ao encontro deles, como declara um dos complexos personagens do livro.” Fonte

Podem me atirar ovos: eu ainda não conhecia Carlos Ruiz Zafón. E eu definitivamente não sabia o que estava perdendo. Posso largar todos os livros da minha longa lista de leitura e ir correndo ler toda e qualquer coisa escrita por esse homem (até a lista do supermercado dele deve ser fantástica!)?! Posso? É só que eu preciso devorar cada palavra desse escritor. Ele é bom demais.




Resenha: Ídolo teen

Esse foi o primeiro YA da Meg Cabot que li. Achei legalzinho, mas ainda prefiro quando ela escreve livros com outras temáticas (também não gostei de livros dela como Patricia Cabot).

idoloteenSinopse: Jenny Greenley, estudante do ensino médio, é boa em solucionar problemas… tão boa que se tornou a conselheira anônima do jornal da escola. Ainda que resolver os problemas dos outros não faça os seus desaparecerem – como o de não ter namorado -, é uma tarefa muito divertida. Mas quando o jovem Luke Striker, ídolo das telas, vai à cidadezinha de Jen fazer “laboratório” para um personagem, cria um tumulto que nem mesmo a sensata Jenny sabe se pode consertar… Principalmente porque está mais do que envolvida na história. Será que Jen, a confidente de todas as horas, que sempre consegue ajudar todo mundo, vai aprender a seguir o próprio conselho e finalmente encontrará o verdadeiro amor?

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Resenha: Divergente

“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.” Fonte

É óbvio que eu já tinha ouvido falar e muito da distopia de Veronica Roth. Houve um burburinho muito grande nas redes sociais, na blogosfera e por parte da editora Rocco quando o livro foi lançado, em meio a todos aqueles lançamentos distópicos que explodiram no ano passado. Agora a moda são os romances eróticos e qual será a próxima, não é mesmo? Mas, bem, eu esperei a moda passar um pouco para ler o livro.

Após algumas leituras um tanto entediantes, eu resolvi que queria ler algo novo e empolgante, que me fizesse devorar as páginas avidamente. Foi quando decidi ler Divergente

Não me decepcionei. O livro é realmente empolgante.

“Os seres humanos, de uma maneira geral, não conseguem ser bons por muito tempo antes que o mal penetre novamente entre nós e nos envenene.”

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