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Resenha: Will & Will – Um nome, um destino

Olá, pessoal! Nós já temos uma resenha super apaixonada da Vânia de Will Grayson, Will Grayson aqui no blog, na versão em inglês, e depois de ler essa resenha há muito tempo, eu já vinha com aquela vontade enorme de ler o livro. Com lançamento no Brasil, a Editora Record gentilmente nos cedeu um exemplar, apesar de não sermos parceiros do selo da Galera Record, portanto foi a oportunidade de ouro para que eu também me deliciasse com essa história. É claro que depois de ler a resenha da Vânia minhas expectativas estavam altíssimas, porém, dessa vez, elas só conseguiram ser superadas, o que é lindo e muito, muito amor, gente. Então esperem outra resenha babando o ovo do livro, mas também com algumas outras opiniões e mais sobre essa ótima edição brasileira da Galera.

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio. Fonte

Do querido John Green, eu já li Quem é você, Alasca? (Looking for Alaska) – a minha primeira leitura do autor, presente também da Vânia, que foi quem começou todo o nosso amor pelo John Green aqui no blog. Também li A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars) – meu queridinho – e desenvolvi uma paixão arrebatadora pelo livro e pelo autor desde então. Já do David Levithan eu ainda não tinha lido nada e agora estou doida para conhecer outras obras do autor.

Simplesmente diga a verdade. Por dez minutos. E então podemos voltar a ser idiotas.




Resenha: Insurgente

Então, gente, a verdade é que eu já li Insurgente há quase umas duas semanas e fiquei enrolando para fazer essa resenha. Motivo? O livro é tão sem graça que não dá nem vontade de resenhar. Não é um livro ótimo que você se empolgue para falar bem, nem um livro péssimo que você queira soltar os cachorros. O negócio fica ali, no banho maria, nem 8 nem 80, bem sem sal mesmo. Então, não sei se essa resenha vai ser meio água com açúcar, mas se quiser saber porque eu achei esse livro meia boca, leia a seguir. Ah, e já aviso que tem spoilers de Divergente.

“Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.” Fonte

Em Divergente eu juro que fiquei empolgadíssima. Não foi assim, nossa, o melhor livro da minha vida – nem o melhor do ano ou sequer do mês – mas foi um livro empolgante, com grandes revelações, a apresentação de um mundo distópico com regras e facções e todo aquele novo universo vibrante etc etc etc. Então, eu gostei bastante de Divergente, foi uma leitura que divertiu e me deixou com vontade de ler a série.

Com Insurgente nada disso ocorreu.

O barulho e a atividade são os refúgios dos enlutados e dos culpados.




Resenha: Free Four [Divergente #1.5]

free_four“A autora best seller Veronica Roth reconta uma importante cena (capítulo 13) do ponto de vista de Tobias. Essas 13 páginas revelam fatos desconhecidos e fascinantes detalhes sobre o personagem de Quatro, seu passado, sua própria Iniciação e seus pensamentos sobre a nova iniciante da Audácia, Tris Prior.” Fonte

Parece que virou moda agora em várias séries lançar esses contos que revelam visões de outros personagens na história ou ainda acontecimentos anexos à trama original dos livros. Ontem encontrei esse conto da Veronica Roth, anexo à série Divergente (resenha aqui)  e, como era curtinho, resolvi ler assim que o baixei (a Rocco disponibilizou-o gratuitamente para download).

Talvez essa pequena resenha tenha alguns spoilers de Divergente. Portanto, estão avisados. Tobias conta a história de Divergente




Resenha: A última carta de amor

“A última carta de amor” não foi o primeiro livro da Jojo Moyes que eu li. Eu conheci a autora com “The Girl You Left Behind” (livro ainda não traduzido aqui no Brasil). Eu gostei muito dele e por isso resolvi conhecer os outros trabalhos da autora…

ultima cartaSinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

A sinopse de “A última carta de amor” resume bem o enredo principal do livro. Duas mulheres, em épocas completamente diferentes, estão vivendo um romance fora do casamento. Ellie está se envolvendo com um homem casado, enquanto Jennifer é casada e está tendo um romance com um outro homem. O destino das duas se cruza quando Ellie encontra uma carta endereçada a Jennifer nos arquivos do jornal onde ela trabalha. Pressionada por sua chefe para escrever uma matéria sobre essas cartas românticas, e também por estar completamente perdida dentro do seu próprio relacionamento, Ellie começa a investigar quem são os dois protagonistas dessa história de amor.

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Resenha: A Elite

A Seleção foi um dos livros que eu mais gostei em 2012. Por isso, eu fiquei aguardando ansiosamente por A Elite, o segundo livro da série. Infelizmente, eu não gostei tanto assim dele… Eu fico me perguntando se o problema foi comigo, porque várias pessoas que leram amaram! Mas, eu tenho que ser sincera na minha resenha, certo?

Atenção: Essa resenha contém spoilers de “A Seleção”!

A EliteSinopse: “A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.

America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.”

Maxon ou Aspen?

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