Posts com a tag ‘Young Adult’


Terça livre : Li e Assisti “Para todos os garotos que já amei”

Desde quando “Para todos os garotos que já amei” foi lançando na Netflix, esse é um assunto recorrente no meu twitter. As pessoas simplesmente ficaram encantadas com o filme e o meu lado que AMA comédias românticas ficou muito feliz com isso. Ainda mais levando em consideração que ele é para o público jovem adulto! O mundo precisa de mais filmes fofos e eu estou amando que a Netflix está dando valor para essa área. Como o filme é baseado no livro com o mesmo nome da autora Jenny Han, estou abrindo então uma nova coluna aqui no PEP que é a “Li e assisti” onde nós vamos comentar um pouco sobre esse mundo bem controverso das adaptações de livros a filmes.

Em “Para todos os garotos que já amei”, Lara Jean havia escrito cartas para todos os garotos que ela já havia gostado até aquele dia – 5 no total. Ela utilizou essa carta como uma forma de colocar os seus sentimentos para fora, algo como se fosse um desabafo. Ela não pretendia que ninguém lesse as suas confissões, até que um dia essas cartas somem e são misteriosamente enviadas para os seus remetentes. Se a situação não fosse complicada o bastante, um dos rapazes é o namorado da irmã mais velha dela…

Esse é um daqueles (poucos) casos em que a adaptação ficou bem fiel ao livro, considerando que o filme trabalha com um tempo menor para desenvolver os acontecimentos. Só tiveram dois casos em que eu não gostei da forma que foram adaptados. Um eu posso falar abertamente porque está na sinopse do livro: desde o início nós já sabemos quem enviou as cartas no filme. Apesar de não ser difícil de imaginar quem foi, eu acho que tinha abertura sim para colocar esse suspense no filme e isso ficaria até melhor do que no livro. E eu não entendo porque mudaram porque nós ficamos sabendo, mas a Lara Jean só descobre mesmo depois… O outro eu não posso comentar porque é spoiler, porém tem uma acontecimento completamente impactante que no filme não foi dada a importância necessária. Esse era um dos grandes obstáculos entre o casal principal e ele deveria ser tratado dessa forma. Continue lendo…




Resenha: Uma Casa no Fundo de Um Lago

Ficha técnica:

Nome: Uma Casa no Fundo de Um Lago

Autor: Josh Mallerman

Tradutor: Fabiana Colasanti

Páginas: 160

Editora: Intrínseca

Compre aqui

Sinopse: James e Amélia têm dezessete anos. Em comum, além da idade, têm o fato de estarem um a fim do outro e de serem tomados pelo nervosismo quando James chama Amélia para sair. Mas tudo parece perfeito para um primeiro encontro: um passeio de canoa pelos lagos, levando um cooler cheio de sanduíches e cervejas.À medida que se aprofundam na exploração, os dois chegam a um lago escondido e encontram algo impressionante debaixo d’água. Um lugar perigosamente mágico: uma casa de dois andares com tudo que tem direito — móveis, um jardim, uma piscina e uma porta da frente, que está aberta.Enquanto, fascinados, vasculham o imóvel e tentam passar uma boa impressão para o outro, cresce o medo. Será que um local misterioso como aquele esconde alguém — ou algo — vivo? Uma coisa é certa: depois de mergulhar nos mistérios da casa no fundo do lago, a vida deles jamais voltará a ser a mesma.

Josh Malerman foi um autor que me conquistou em seu livro de estreia, o brilhante Caixa de Pássaros (resenha aqui). Porém, em seu livro segundo livro, Piano Vermelho (resenha aqui), ele não conseguiu entregar uma obra tão incrível quanto a primeira, trazendo uma narrativa confusa, personagens pouco carismáticos e um final apressado e um pouco decepcionante. Agora, com Uma Casa no Fundo de Um Lagoo autor infelizmente traz um livro ainda mais fraco, com uma trama boba, um romance monótono, personagens rasos e um mistério que não empolga.

Uma regra: nada de como ou por quê.




Resenha: Todas as coisas belas

Ficha técnica:

Nome: Todas as coisas belas

Autor: Matthew Quick

Tradutora: Alice Mello

Páginas: 272

Editora: Intrínseca

Onde comprar: Amazon

Minha avaliação: 

Você é livre para ser quem quiser — mesmo que isso tenha um preço.

Aos 18 anos, Nanette O’Hare é a típica boa garota. No fundo, porém, ela nunca se sentiu realmente parte do grupo, sufocando em um permanente desconforto com diversas atitudes das amigas e com os padrões sociais. Mas tudo muda quando, no último ano do colégio, ela ganha um livro de seu professor preferido, o clássico cult O Ceifador de Chicletes, e fica fascinada com a mensagem de que ela pode ser de fato quem é. Nanette se torna amiga do recluso autor e se apaixona por Alex, um jovem poeta que também é fã do livro. Encantada com esse novo mundo que se abre, ela se permite, pela primeira vez, tomar as próprias decisões. No entanto, aos poucos Nanette percebe que a liberdade pode ser um desejo arriscado e começa a se perguntar se a rebeldia não cobra um preço alto demais.

Todas as coisas belas é um livro do Matthew Quick – sim, do mesmo autor de “O lado bom da vida”. Eu gostei bastante desse livro e confesso que fiquei curiosa em ler algo dele com personagens mais novos. Eu odeio comparações entre autores (porque eu acredito que cada um é único), mas não tem como não dizer que esse livro tem um “feeling” bem John Green. Claro que ele tem características bem próprias do Matthew, mas se você está na dúvida do que esperar do livro, eu acho que essa é a melhor definição.

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Resenha: O Clube dos Oito

Peguei O Clube dos Oito para ler por dois motivos: era um YA e uma história bastante sombria.Flannery Culp tem uma história para contar“, diz na capa. “A história de como se tornou uma assassina.” Tenso, não? Pois é, assim eu esperava que fosse. Mas não foi bem assim que o livro se desenvolveu durante a leitura.

“Como um grupo de jovens estudantes bem-educados acabou se envolvendo num escândalo que chocou um país? Por que tantos especialistas em comportamento juvenil têm algo a dizer quando o assunto é o Clube dos Oito? Até quando inúmeras manchetes de jornal e programas de TV sensacionalistas vão explorar o caso nos mínimos detalhes? Para fazer com que a verdade venha à tona, Flannery Culp, a dita líder do Clube, decide tornar público o diário que manteve ao longo do seu desastroso último ano de ensino médio. Agora que está presa por cometer um assassinato, a garota tem tempo de editar o que escreveu e revisitar a rotina que levava ao lado de seus sete melhores amigos. A narrativa de Flan, permeada de professores da pior índole, um amor não correspondido, aulas complicadas e jantares pomposos, comprova que ela pode até ser uma adolescente criminosa — mas, pelo menos, é uma adolescente criminosa muito inteligente.” Fonte

Você está surpreso? Está mesmo? Como acha que eu me sinto?




Resenha: Dias de despedida

“Cadê vocês? Me respondam.”
Essa foi a última mensagem que Carver mandou para seus melhores amigos, Mars, Eli e Blake. Logo em seguida os três sofreram um acidente de carro fatal. Agora, o garoto não consegue parar de se culpar pelo que aconteceu e, para piorar, um juiz poderoso está empenhado em abrir uma investigação criminal contra ele.
Mas Carver tem alguns aliados: a namorada de Eli, sua única amiga na escola; o dr. Mendez, seu terapeuta; e a avó de Blake, que pede a sua ajuda para organizar um “dia de despedida” para compartilharem lembranças do neto.
Quando as outras famílias decidem que também querem um dia de despedida, Carver não tem certeza de suas intenções. Será que eles serão capazes de ficar em paz com suas perdas? Ou esses dias de despedida só vão deixar Carver mais perto de um colapso — ou, pior, da prisão?”

Dias de despedida é um livro que todo mundo deveria ler. Mas ele não deve ser lido quando a pessoa quer algo leve ou para se divertir. Não, Dias de despedida é para aqueles momentos em que o leitor quer algo que o faça refletir (e muito) sobre as relações humanas.

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