Posts com a tag ‘Young Adult’


Resenha: Will Grayson, Will Grayson

Depois de me deliciar com Quem é Você, Alasca? (leia a resenha aqui), essa semana resolvi ler meu segundo livro do maravilhoso John Green. Will Grayson, Will Grayson foi escrito por Green e David Levithan e lançado em Abril de 2010 nos Estados Unidos.

Em uma noite fria, no lugar mais improvável de Chicago, dois adolescentes – ambos chamados Will Grayson – estão prestes a se encontrar. À medida que seus mundos se chocam e se entrelaçam, os Will Graysons vêem suas vidas indo em direções novas e inesperadas, levando à encontros românticos e à produção épica do musical adolescente mais fabuloso do mundo. [Fonte]

Após terminar de ler Will Grayson, Will Grayson eu não sabia se ria, chorava ou se subia na mesa e começava a cantar alguma música de Wicked ou Grease. Porque foi assim que me senti durante toda a leitura desse livro. Os Will Graysons dessa história não têm muita coisa em comum: eles dividem o nome e a tentativa de saber quem eles realmente são, e não é isso que ser adolescente significa? Tentar descobrir-se, entender o mundo, entender a si mesmo?

Being friends, that’s just something you are.




Resenha: O Rei do Ferro

 Meghan Chase tem um segredo e um destino que ela nunca poderia ter imaginado… Algo sempre pareceu fora de lugar na vida de Meghan, desde que seu pai desapareceu diante de seus olhos quando ela tinha apenas seis anos. Ela nunca se encaixou perfeitamente na escola.. ou em casa. Quando um estranho começa a observá-la de longe e seu melhor amigo torna-se estranhamente protetor, Meghan percebe que tudo que ela conhece está prestes a mudar. Uma peça importante em uma guerra mortal agora Meghan vai descobrir até onde ela pode chegar para salvar alguém a quem ama, o que ela está disposta a enfrentar para destruir uma criatura que ninguém antes havia ousado enfrentar… e até onde ela lutaria para conquistar o amor de um jovem príncipe que preferiria vê-la morta ao invés de deixá-la tocar seu coração de gelo. [Fonte]

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Resenha: Sussurro (Hush, Hush)

“Nora é uma menina responsável. Aos 17 anos, ela tira boas notas e sempre avisa à mãe aonde vai e o que está fazendo. Nem mesmo garotos a fazem perder o foco nos estudos. Até porque, apesar das tentativas de sua melhor amiga, Vee, de lhe arrumar um pretendente, ela nunca se interessou por ninguém na escola. Pelo menos não até conhecer Patch, seu novo colega na aula de biologia. Ele parece estar em todos os lugares e saber tudo sobre ela. Seu jeito ao mesmo tempo sedutor e perigoso faz com que Nora fique imediatamente intrigada. E encantada. É então que eventos estranhos começam a acontecer. Um homem usando uma máscara de esqui salta diante de seu carro, seu quarto é invadido e aparentemente alguém está tentando matá-la. Nora não sabe em quem confiar. Quando Vee conhece dois novos rapazes e tenta arranjar um encontro, as coisas só pioram. Nora está assustada a maior parte do tempo. Patch é o da máscara de esqui? Ou será Elliot, o novo garoto com quem Vee quer que ela saia? Em sua busca por respostas, Nora está prestes a se descobrir no centro de uma batalha ancestral entre seres imortais e anjos caídos – uma disputa que não se resolverá sem sacrifícios.”

Finding him was like finding someone I didn’t know I was searching for




Resenha: Blue Bloods – Vampiros de Manhattan

O livro Blue Bloods foi o primeiro da nova onda de vampiros que eu li (tentei Crepúsculo e não deu certo). Então vamos lá:

Sinopse: Quando o Mayflower aportou nos Estados Unidos, em 1620, trazia a bordo homens e mulheres que lançariam as bases da sociedade norte-americana. Mas entre os Peregrinos havia também aqueles que não estavam apenas fugindo de perseguições religiosas. Eram os Blue Bloods – um clã que acumulou grande poder e riqueza, tornando-se um dos mais influentes grupos da sociedade de Nova York. Schuyler acabou de completar quinze anos. Veias azuis começam a saltar sob a pele pálida de seus braços. Sente um desejo insaciável por carne crua, e estranhas visões de tempos remotos assombram sua mente. E quando uma garota de seu colégio é encontrada morta, sem nenhuma gota de sangue no corpo, Schuyler não sabe o que fazer. Poderiam ser verdadeiras as histórias de vampiros? Fonte: Skoob

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Resenha: A Menina Que Roubava Livros

A primeira vez que li A Menina Que Roubava Livros (Markus Zusak) foi no final de 2008, em meio à preparativos para me mudar pros EUA. Me encantei tanto com a história narrada pela Morte que diversas vezes ignorei o apelo de meus familiares e amigos para me juntar a eles em suas conversas, preferindo saber a história de Liesel Meminger. Esse é um fato triste, eu sei, mas se você começar a ler sobre a ladra de livros, aposto que também se encantará a ponto de não conseguir descansar enquanto não souber o desfecho.

“Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.” Fonte

Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler

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