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Resenha: A Menina Que Roubava Livros

A primeira vez que li A Menina Que Roubava Livros (Markus Zusak) foi no final de 2008, em meio à preparativos para me mudar pros EUA. Me encantei tanto com a história narrada pela Morte que diversas vezes ignorei o apelo de meus familiares e amigos para me juntar a eles em suas conversas, preferindo saber a história de Liesel Meminger. Esse é um fato triste, eu sei, mas se você começar a ler sobre a ladra de livros, aposto que também se encantará a ponto de não conseguir descansar enquanto não souber o desfecho.

“Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.” Fonte

Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler




Minha autora de cabeceira: Meg Cabot

Olááá,

Essa é a nossa coluna semanal “Meu Autor de Cabeceira”, ou como eu coloquei no título, “Minha autora de cabeceira”, já que na minha estreia eu só poderia ter escolhido uma pessoa: MEG CABOT!

Descobri várias coisinhas legais que eu não sabia durante a minha pesquisa…

Meg escreveu todos os seus livros na cama e diz que a melhor coisa de ser uma escritora é que ela pode vestir seus pijamas no trabalho.




Resenha: Quem é Você, Alasca?

Após ter terminado o melhor livro que li até agora nesse ano, tento me lembrar do motivo pelo qual comprei Quem é Você, Alasca? (título original e muito mais interessante Looking for Alaska) e não consigo me decidir. Ele estava na lista de livros recomendados de acordo com minhas compras passadas, e sua capa, ah sua capa me chamou a atenção. Uma vela. A fumaça. E então eu li a sinopse e soube que precisaria ler, precisaria saber o que era antes, o que viria depois e o que aconteceu para mudar tudo.

Se pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela um furacão




Resenha: Eu Sou o Número Quatro

Nove crianças são mandadas às pressas para a Terra com seus guardiões após a invasão de seu planeta natal, Lorien. A cada criança é dado um número, o que impede que elas sejam mortas fora de ordem caso vivam separadas. Ao chegar na Terra, cada uma das crianças segue para lugares diferentes com seus respectivos guardiões e elas nunca mais se vêem enquanto crescem tentando escapar dos Mogadorians – raça que destruiu Lorien e agora está na Terra.

Três estão mortos. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.




Resenha: Catching Fire, Suzanne Collins

Quando li a resenha de Jogos Vorazes feita pela Lany, eu imediatamente pensei que teria que ler aquele livro o mais rápido possível. E rápido eu o fiz: comecei a leitura às 10 da noite e só consegui fechar o livro às 3:30 da manhã, quando eu já havia terminado. Ri, chorei, gritei, roí as unhas e no dia seguinte encomendei os outros dois volumes da série, Catching Fire e Mockingjay, ambos ainda sem tradução no Brasil. Essa resenha contém spoilers de Jogos Vorazes, portanto se você ainda não leu o livro (como assim? Está esperando o quê?!?) e não quer saber spoilers, não clique no link abaixo.

Katniss, it’s no use pretending we don’t know what the other one is trying to do.