Top Ten Tuesday: 10 livros para quem gostou de Delírios de Consumo de Becky Bloom

Olá, pessoal! Escrevendo diretamente de Dublin, resolvi dar uma passadinha aqui (em breve teremos algumas fotos de uma viagem literária por aqui e histórias engraçadas para contar hohoho) e escrever meu TTT de hoje com recomendações para as pessoas que gostaram de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, da Sophie Kinsella. Confesso que minha primeira escolha seria selecionar livros para quem gostou de O cão dos Baskerville, mas seriam os outros contos de Sherlock Holmes, então não rola… rsrs

Ah, mas não vou postar simplesmente chick-lits relacionados a vícios, como o vício de compras, porque eu não cheguei a ler outros (ê, tristeza…). Queria muito ler O clube das chocólatras e Sapatólatras Anônimas, mas não rolou. Vou recomendar chick-lits  que mostrem pelo menos uma situação constrangedora e engraçada que, apesar de você rir à beça, acaba tendo empatia pela personagem principal (ou seja, vai ter muito da Sophia Kinsella aqui, sorry rsrs).

Lembramos mais uma vez que o Top Ten Tuesday foi criado pelo Broke and the Bookish.

E eis a lista1) Becky Bloom – Delírios de consumo na Quinta Avenida, Sophie Kinsella – Claro que eu vou recomendar não apenas a continuação do primeiro, mas todas as continuações! A saga da nossa querida shopaholic já conta com seis livros e a cada livro temos uma confusão armada, muitas compras e faturas de cartão de crédito, além de situações de vergonha alheia além da nossa imaginação!

2) Os segredos de Emma Corrigan, Sophie Kinsella – O livro da vergonha alheia. Já peguei esse livro para fazer resenha e até agora não tive tempo. Mas assim que voltar e colocar as resenhas em dia, eu posto para vocês. Emma é impagável, tenta de tudo ser discreta, mas ela sempre consegue chamar um pouco de atenção, ainda mais com um chefe como Jack Harper.

3) O diário de Bridget Jones, Helen Fielding – Seja com as situações constrangedoras que a família de Bridget a faz passar, seja pelo o que ela mesmo fala ou faz, Bridget sempre aparece em uma situação constrangedora e engraçada, muitas vezes sendo irônica em seus relatos. Nem Marck Darcy saiu ileso de uma situação constrangedora.

4) Ela foi até o fim, Meg Cabot – Acho que a situação mais constrangedora de Lou é a relatada logo na sinopse e no primeiro capítulo, principalmente por ela ser uma pessoa pública e ganhadora de Oscar. Sacanagem você namorar um cara por 10 anos e ele de repente aparecer casado com uma estrela de cinema. E ainda ter que aturar um galã de Hollywood que também não a suporta (não muito hehe)

5) Uma manhã gloriosa, Diana Peterfreund – Certo, esse livro na verdade foi feito com base no roteiro no filme e acho que se enquadra mais como comédia, mas vamos colocá-lo como chick-lit pelo simples fato de ter características de chick-lit: narrativa em primeira pessoa, muita vergonha alheia sentida pelo leitor, boas risadas, clímax da história, pitadinha de romance – apesar de o livro não ser focado no romance, mas fala muito sobre sonhos e satisfação pessoal/profissional.

6) Um amor de detetive, Sarah Mason – A primeira frase do livro já é uma vergonha alheia. hahaha! O livro é voltado para o humor e muitas situações constrangedoras para a protagonista Holly, uma jornalista que tem que acompanhar um policial que odeia imprensa. Calma que não é tão óbvio quanto parece. hehehe

7) Marsha Mellow e eu, Maria Beamount – Confesso que não curti tanto assim esse livro, mas vale umas boas risadas. Uma secretária recatada que foi trocada pelo namorado escreve um livro 110% erótico em seu notebook e sua irmã manda para uma editora e consegue publicá-lo com o pseudônimo de Marsha Mellow. As situações chegam a ser engraçadinhas, mas existem as situações constrangedoras, como tentar esconder de sua mãe conservadora que seu melhor amigo é gay.

8) Menina de Vinte, Sophie Kinsella – As melhores situações de constrangimento para a Lara era quando as pessoas pensavam que ela falava sozinha, mas na verdade, falava com o fantasma de sua tia-avó, Sadie. Várias cenas envolvendo Lara, Sadie e até mesmo o Ed valem muito a pena.

9) Los Angeles, Marian Keyes – Confesso que a história de Los Angeles teve seus altos e baixos. Maggie Walsh estava passando um momento bem dor-de-cotovelo pós-separação e decidiu ir para Los Angeles passar uma temporada com uma amiga, passando por várias situações engraçadas – algumas nem tanto, mas mesmo assim eu acho um bom livro (destaque para a mamãe Walsh). Recomendaria Férias, mas acho que ele é muito mais dramático e as situações constrangedoras pelas quais a Rachel passa não são engraçadas, pelo menos não a maioria.

10) Samantha Sweet, executiva do lar, Sophie Kinsella – Acho que meu top ten deveria ser relacionado a livros só dessa autora rsrs. O que dizer de Samantha, que passa por várias situações constrangedoras, a maior delas é o seu primeiro dia de trabalho como empregada doméstica, sendo ela uma advogada que passou com honra ao mérito e Q.I. de gênio? Esse livro é recomendadíssimo, temos a resenha dele aqui.

Pronto, essas são minhas recomendações para chick-lits com situações de vergonha alheia. Alguém tem mais sugestões?

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  • Vania disse:

    Ahhh eu não sou muito chegada em livros assim, fico com MUITA vergonha alheia hahaha. Dos que você citou, eu AMEI Bridget Jones e gostei muito de Menina de Vinte, mas foram os únicos que eu li. Até tenho curiosidade pra tentar ler Becky Bloom, mas como eu sou totalmente o oposto (a não ser quando se trata de livros, claro) acho que não conseguiria me relacionar e acabaria a achando irritante demais. Quem sabe um dia eu largo meu preconceito de lado e dou uma chance?

  • Lany disse:

    Nem preciso dizer que eu adoro Chick-lit né? E eu adoro ler as situações constrangedoras/engraçadas hahaha! Da sua lista, eu so não li “Marsha Mellow e eu” e “Uma manhã gloriosa”. ADORO todos os outros livros que voce citou e concordo que “Los Angeles” tem seus altos e baixos!
    Acrescentaria nesse lista “I’ve got your number”, que ja começa com uma cena de vergonha alheia total hahaha!

  • Carolina disse:

    Bom dia Lucy, tudo bem? Da sua lista eu li o diário de bridget jones e uma manhã gloriosa.. amei, dei muitas risadas… Eu leio esse tipo de livro realmente para rir, pois sempre que termino uma leitura do gênero sinto-me mais leve, mais feliz.
    Beijos

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