Top Ten Tuesday: Dez livros para quem quer chorar


Preparem os lencinhos, porque hoje o Top Ten Tuesday é de chorar… mas de um jeito bom! Apesar de triste… Preparados?

Lembrando que o Top Ten Tuesday é um meme semanal criado pelo blog The Broke and the Bookish.

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Éramos Seis, de Maria José Dupré

Comecei por esse livro, um clássico da querida Coleção Vaga-Lume, porque acredito que ele foi um dos primeiros livros que me fizeram realmente me emocionar de maneira profunda e me marcou de um jeito que perdura até hoje. Eu o li com dez anos de idade e mesmo assim ainda penso nele com um nó na garganta. O livro narra a história de uma mulher e sua família, passando por toda sua vida desde que “éramos seis” até restar apenas ela, sozinha na velhice, quando todos, seu marido e seus filhos, já se foram de alguma maneira. É de partir o coração.

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Um Dia, de David Nicholls (resenha)

Não sou muito de romances, mas é impossível não se emocionar com a história de amor de Dexter e Emma. Os encontros e desencontros que marcam esse livro grudam na gente de um jeito que nos faz refletir que não devemos desperdiçar sequer uma chance de amor e de sermos felizes nessa vida.

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A Cidade do Sol, de Khaled Hosseini (resenha)

Quase citei aqui O Caçador de Pipas (que também é lindo de chorar, todo mundo sabe), mas era um tanto batido e, de qualquer maneira, eu ainda gosto mais de A Cidade do Sol. Que Khaled Hosseini escreve para fazer os outros chorarem, bem, todo mundo que o leu já sabe, mas nesse livro ele consegue esmigalhar seu coração do início ao fim, entrelaçando a história de duas mulheres muito diferentes, mas que têm muito em comum, em um país devastado onde as mulheres não têm valor algum. No entanto, todo o livro é uma mostra do quanto mulheres podem ser fortes e amparar umas às outras, mesmo nas situações mais difíceis. Só de pensar nessa história tenho vontade de chorar.

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A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak (resenha)

Precisa falar? Se você já leu o livro ou viu o filme, sabe exatamente do que estou falando. Mas nem é só pelo final que A Menina que Roubava Livros faz chorar… é pelo livro inteiro. Quando se fala sobre a Segunda Guerra Mundial a gente logo pensa (com razão) no sofrimento terrível dos judeus, mas e o sofrimento dos alemães, das famílias que não queriam nada daquilo, das mães que viram seus filhos passarem fome e que tiveram que sustentá-los sozinhos, das crianças oprimidas e miseráveis? O livro é triste do começo ao fim e não tem como não se apegar e emocionar junto com Liesel, com seu amor e sua amizade, com seus livros, palavras e beijos roubados. E tudo isso narrado pela própria Morte.

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Marina, de Carlos Ruiz Zafón (resenha)

O livro que fez com que eu me apaixonasse por Carlos Ruiz ZafónMarina é um livro sublime, que reúne todos os gêneros numa obra só, mas que majoritariamente arranca seu coração pedacinho por pedacinho a cada palavra, e termina por te arrasar no final. Não tem mais o que dizer, só ler.

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Harry Potter e as Relíquias da Morte, de J. K. Rowling (resenha)

É muito difícil alguém que não tenha lido esse livro (ou assistido aos dois filmes), mas vamos lá: você se envolve por seis livros por todos aqueles personagens maravilhosos, que, algumas vezes, cresceram junto com você (ou você com eles?), e você os ama como se fossem seus próprios amigos (e não são?). Aí chega o sétimo livro, e toda aquela dor, sofrimento e todas as mortes, e tudo o que eles amadurecem na guerra, todas as perdas… Tem como não chorar? Acho que não.

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Passarinha, de Kathryn Erskine (resenha)

Toda leitura é um exercício de empatia, mas esse é uma prova de fogo. Passarinha é mais do que um livro com o tema Síndrome de Asperguer (não sabe o que é? Conheça). É uma história de amor, amor entre irmãos, entre pais e filhos, entre amigos. E é sobre uma garotinha especial em todos os sentidos, que tem o coração maior e mais maturidade que muita gente.

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A Culpa é das Estrelasde John Green (resenha)

Um livro que não precisa de apresentações. Lencinhos apenas não bastam para ele. A Culpa é das Estrelas, para começar, aborda um tema sempre emocionante, câncer. Mas, além disso, é o câncer em uma das suas formas mais cruéis, atingindo dois adolescentes. Para complicar, esses dois adolescentes se apaixonam em uma grande história estrela-cruzada de amor infinita. Okay?

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Como eu era antes de você, de Jojo Moyes (resenha)

Todo mundo está falando dele. Terminei de ler esse livro há alguns dias e, realmente, há motivo para todo esse falatório: ele é realmente muito tocante. Não é fácil falar sobre tetraplegia com sensibilidade, sem cair em clichês e mantendo o bom humor, e ainda construir um romance sobre isso, mas a autora conseguiu. A única coisa que lamento nesse livro (não, não é o que acontece no final) é o fato de um dos momentos mais especiais e emocionantes do livro ser narrado por outra pessoa, e ainda por cima uma personagem que detestei durante toda a história.

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O menino do pijama listrado, de John Boyne 

Esse livro é tão devastador que sequer consegui fazer uma resenha quando o li; enrolei, enrolei e não fiz, mas amei cada linha. Você se emociona o tempo inteiro e tem certeza que a coisa só tende a piorar, algo muito ruim vai acontecer, mas você continua lendo, até que acontece algo pior do que você poderia imaginar e você se surpreende em quantas lágrimas ainda consegue derramar.

Bônus!

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Alameda dos Pesadelos, de Karen Alvares

Mães não deveriam falar de suas crias, portanto vou deixar a resenha da Lucy, da Lany e da Drika falarem por si só. Como leitora, amo ler um bom livro que me emocione e me leve às lágrimas. Como escritora, não tem nada mais gratificante que ver leitores me dizendo o quanto choraram com minha história. :)

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